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    Kurt Sutter cancela o épico The Bastard Executioner
    Por Rodrigo Torres — 18 de nov. de 2015 às 15:15

    "Eu não quero escrever algo que ninguém está escrevendo, p...!"

    The Bastard Executioner está cancelada. O drama de época do FX foi cortado um dia após o fim de sua primeira temporada — que teve um desempenho bem fraco. A ambiciosa série no século XIV atraiu quatro milhões de espectadores na semana de sua estreia, no dia 15 de setembro, tendo caído consideravelmente ao término de seis episódios, anotando apenas 1.9 milhão.

    Kurt Sutter num set de TBX.
    "É fantástico receber uma boa crítica ou um prêmio, mas, no fim das contas, o que importa são os números, mesmo", disse o criador Kurt Sutter, em entrevista ao The Hollywood Reporter. Acostumado ao sucesso crescente de Sons of Anarchy, o produtor e roteirista admitiu: "Eu não sou o cara sentado em sua torre de marfim falando m... e não se importando se ninguém está vendo. Eu não quero escrever algo que ninguém está assistindo, p...!"

    Kurt Sutter, assim, terá tempo para se dedicar aos seus projetos — e fazer jus ao contrato de três anos e oito dígitos com a 20th Century Fox TV. O realizador prepara Mayans, spin-off de Sons of Anarchy, e irá para Veneza desenvolver sua nova série (que ele garante ser contemporânea e não ter cavalos). Sutter também estuda retomar o roteiro de Delivering Gen, uma história de amor entre uma viciada e um matador de aluguel.

    Veja a carta de Kurt Sutter para a produção e elenco em The Bastard Executioner:

    "Gostaria de reconhever a família The Bastard Executioner por uma experiência criativa e pessoal única. Eu fiquei admirado com o talento e o compromisso do elenco e da equipe de TBX.

    Eu agradeço aos meus parceiros por sua confiança, seu apoio e seu esforço incansável conforme eu trilhava meu caminho em meio a 50 anos de angústia da Igreja Católica. FX Networks, Fox 21, Paris Barclay, Brian Grazer, Francie Calfo, Dana Walden, Gary Newman, Bert Shalke, Michael Gendler, WME e o cara que, por mais de dez anos, inspira, guia, bate-boca e, por alguma razão, não me demite, John Landgraf.

    O público respondeu e, infelizmente, a palavra é "Meh!". Então, com todo o respeito, trazemos nossa mitologia com um final épico e inflamado.

    Em um só tempo. Um só amor.

    ks"

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