Estamos prestes a retornar ao mundo de Westeros com O Cavaleiro dos Sete Reinos, nova série do universo de Game of Thrones e House of the Dragon que estreia em 18 de janeiro. Mas não espere por dragões e brigas pelo Trono de Ferro na produção.
O Cavaleiro dos Sete Reinos quebra regra da franquia de George R.R. Martin
Logo de cara, O Cavaleiro dos Sete Reinos quebra uma grande tradição da franquia. Diferentemente de Game of Thrones e House of the Dragon não terá uma abertura elaborada com animação passeando por Westeros e música épica. Segundo Entertainment Weekly, a série apresenta um "cartão de título com tipografia medieval".
Isso é uma prova de como O Cavaleiro dos Sete Reinos é diferente de Game of Thrones e House of the Dragon. Apesar de ser ambientada no mesmo universo, a série explora um lado nunca visto de Westeros, deixando de lado os dragões e as batalhas épicas.
"Ninguém está pensando em magia", explica o showrunner Ira Parker à Entertainment Weekly. "Isso poderia ser basicamente a Grã-Bretanha do século XIV. É uma realidade dura, árdua, crua, com cavaleiros medievais, fria, mas com um toque leve e esperançoso. É um lugar maravilhoso para se estar. Nesta série, estamos começando do zero, bem lá embaixo. Não estamos com os lordes e damas, os reis e rainhas. Encontrar uma versão totalmente diferente deste mundo que todos parecem conhecer tão bem foi muito, muito atraente".
O Cavaleiro dos Sete Reinos pode ter participação de Game of Thrones
HBO
O Cavaleiro dos Sete Reinos se passa quase um século antes dos eventos de Game of Thrones, mas podemos ter uma participação especial para os fãs da série original.
Ira Parker revelou que teve a ideia de incluir futuramente uma participação do bebê Walder Frey, personagem que foi interpretado por David Bradley em Game of Thrones. Vale ressaltar que isso ainda não está confirmado em O Cavaleiro dos Sete Reinos.
"Minha [participação] favorita seria – e, veja bem, ela só aparece no terceiro livro – um bebê Walder Frey", explicou ao Polygon. "Tenho uma ideia que espero que seja muito engraçada e as pessoas provavelmente vão querer me matar por ela. Mas é que algo acontece, como uma carroça desgovernada, e esse bebê está prestes a morrer, e Dunk intervém e salva o pequeno Walder Frey. Não fazemos alarde sobre isso. Simplesmente aconteceria, e continuaríamos com a história. É o mais perto que chegamos disso nos três romances que já escrevemos".