Conheça uma peculiar série de zumbis com "vida suficiente" para ter várias temporadas
Iris Dias
Amante dos filmes de fantasia e da Beyonce. Está sempre disposta a trocar tudo por uma sitcom ou uma maratona de Game Of Thrones.

E se os mortos ressuscitassem de seus túmulos, mas fossem criaturas aparentemente normais?

SyFy

Em um dia aparentemente tranquilo em Wisconsin, os mortos começam a se levantar de seus túmulos como se nada tivesse acontecido, sem explicação. No entanto, estes não são os zumbis típicos que já vimos milhares de vezes em filmes e séries de TV: eles simplesmente retornam às suas vidas como se nada tivesse acontecido, sem violência, pacificamente... ou pelo menos sem apetite por cérebros. A policial Dana Cypress precisa solucionar um caso de assassinato e, neste novo cenário, tanto os vivos quanto os mortos são suspeitos.

Esta é a premissa curiosa e interessante de Revival, uma nova série que, infelizmente ainda não está disponível em nenhum streaming brasileiro — mas que, ainda assim, é digna de sua atenção e cuja primeira temporada é composta por 10 episódios.

O criador da série é Aaron B. Koontz, especialista no gênero terror sendo conhecido pelo título Imagens do Mal. A série é baseada na aclamada história em quadrinhos publicada pela Image Comics, criada pelo roteirista Tim Seeley e pelo artista Mike Norton, que teve 47 edições publicadas entre 2012 e 2017.

SyFy

Os críticos trataram a série razoavelmente bem. Por exemplo, Carly Lane, do Collider, afirmou que "ainda não se sabe se a história em si vai decolar, mas, no momento, há vida suficiente nesta peculiar série de terror apocalíptico para sustentar várias temporadas no futuro" e deu-lhe uma nota 7 de 10.

Clint Worthington do aclamado Rogerebert.com destaca que é o elenco — incluindo Melanie Scrofano, Steven Ogg, David James Elliott, Gia Sandhu e CM Punk — que eleva a qualidade do show, "particularmente Scrofano, que carrega o show inteiro em seus ombros resolutos."

Gavia Baker-Whitelaw do TV Guide, por outro lado, tem uma opinião mista: "Sempre que tenta assumir um tom sério, as coisas rapidamente se tornam desinteressantes porque vimos ideias semelhantes tratadas com mais sofisticação em outros lugares. Mas quando joga com seu lado cômico, é ótimo." Em outras palavras, quanto menos se levar a sério, melhor.

Angie Han, do The Hollywood Reporter, afirma que "a série cumpre o que promete como uma fuga simples e divertida, sendo familiar o suficiente para ser reconfortante, mas original o suficiente para ser imprevisível". Por fim, Nick Schager recomenda a série, especialmente "para aqueles que não se cansam de mortos-vivos, principalmente graças à sua nova abordagem de uma premissa familiar".

facebook Tweet