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    Festival de Cannes 2018: Terry Gilliam explica como criou uma fantasia sem efeitos especiais em The Man Who Killed Don Quixote
    Por Bruno Carmelo — 26 de mai. de 2018 às 08:57
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    Um exercício para a imaginação.

    O diretor Terry Gilliam era só sorrisos durante a sua passagem no festival de Cannes 2018. Aliviado por ter concluído The Man Who Killed Don Quixote após mais de 20 anos de tentativas, ele ainda ganhou um espaço privilegiado para a exibição, no encerramento do evento.

    Nossos parceiros franceses do AlloCiné conversaram em exclusividade com o cineasta sobre o projeto. Ele explica de que maneira a fascinação de Dom Quixote por livros de aventura se compara com a nossa fascinação por filmes de super-herói, e ressalta a importância de construir um universo fantástico dentro do mundo real.

    De acordo com o diretor, livros exigem mais da nossa imaginação, enquanto os filmes nos tornam preguiçosos. Concordam?

    The Man Who Killed Don Quixote traz um diretor de cinema (Adam Driver) encarregado de fazer um longa-metragem sobre o personagem de Cervantes. Quando ele encontra um senhor enlouquecido (Jonathan Pryce), que acredita ser Dom Quixote, o cineasta é confundido com o fiel escudeiro Sancho Pança. Essa dupla improvável embarca numa aventura entre o real e o imaginário.

    O filme tem distribuição garantida no Brasil, embora ainda não tenha divulgado sua data de lançamento.

     

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