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    Kirsten Dunst comenta desconforto durante gravação de cena de sexo em O Estranho que Nós Amamos

    "Só queria acabar o mais rápido possível".

    Chocolate é gostoso. Cinema está caro. O céu é azul. Gravar cena de sexo é... complicado. Tão "clássico" que já rendeu até filme - Sex Is Comedy, de Catherine Breillat -, o tópico nada confortável encontrou nova oradora em Kirsten Dunst. O jornalista do E! News quis saber como a atriz se preparou para a sequência intensa vista no trailer de O Estranho que Nós Amamos, em que aparece no chão, tendo as roupas rasgadas, e a resposta foi bem sincera:

    "Não gostei. Não gostei. Sendo sincera, estava pensando 'vamos acabar com isso o mais rápido possível'. Pelo menos era a Sofia [Coppola] e não um homem me filmando de todos os ângulos. Ela explicou que ia ser bem rápido, três takes e estaria feito."

    Colin Farrell, que é que contracena com Dunst, também comentou o assunto:

    "É mais complicado para as mulheres, que foram bastante exploradas por homens na história do cinema. Nas cenas de amor que gravei ao longo dos anos sempre fiz apenas o que minha parceira de dança precisava. Realmente acho que a mulher deve mandar completamente nesse tipo de cena, definindo o que a deixa confortável e livre para fazer o trabalho que tem que fazer."

    Cotado para o Festival de Cannes, O Estranho que Nós Amamos estreia no Brasil dia 24 de agosto. Nicole Kidman, Elle Fanning, Angourie Rice e Oona Laurence completam o elenco do suspense, remake de um filme estrelado por Clint Eastwood em 1971.

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