James Bond é apenas um codinome
Além do dom para realizar missões arriscadas e seduzir mulheres perigosas, o espião mais famoso do cinema é conhecido por sua clássica apresentação: "My name is Bond. James Bond". A notável frase já foi repetida por Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan e Daniel Craig ao longo dos mais de 50 anos da franquia 007 nos cinemas.
Porém, há uma teoria bastante simples para explicar porque um agente secreto de alto nível que corre riscos inomináveis em suas aventuras não hesita em sair por aí divulgando seu nome e sobrenome: James Bond é apenas um codinome, passado de agente para agente toda vez que um Bond é morto ou desiste de trabalhar para MI6.
A teoria é bastante controversa e muitos fãs da franquia se recusam a levar a tese a sério. Uma das objeções a ela seria o fato de que James Bond, em diversas encarnações diferentes, lamenta a morte de sua esposa Tracy Bond (Diana Rigg), que ocorreu em 007 A Serviço Secreto de Sua Majestade, de 1969. Outra prova de que James Bond é sempre o mesmo personagem (embora nem sempre interpretado pelo mesmo ator) é que no final de 007 - Operação Skyfall, é possível observar as lápides de Andrew Bond e Monique Delacroix Bond, pais de James.
Ainda assim, os mais ferverosos adeptos da teoria do codinome poderiam retrucar ao argumentos dos céticos dizendo que o título de 007 passou sim por diversos personagens diferentes. O que faz diversos "Bonds" diferentes lamentarem a morte de Tracy é o MI6, que sempre implanta as memórias dos Bonds anteriores nos agentes que vão assumir o codinome em seguida para que eles jamais desconfiem que não são o Bond original.