Duna: Parte Três encerra a trilogia épica de Denis Villeneuve em uma escala cinematográfica ainda maior que os dois primeiros capítulos da saga de ficção científica. No filme, o tabuleiro será invertido e, ao invés de testemunharmos a "jornada do herói" do Paul Atreides de Timothée Chalamet, acompanharemos a revolução que tenta acabar com o reinado do Lisan al-Gaib.
O novo longa adapta o livro Duna: Messias, de Frank Herbert, que insere os personagens em um contexto totalmente diferente, altera suas mentalidades e insere novos jogadores no campo. Essa mudança de perspectiva dá-se, principalmente, pelo salto temporal de dezessete anos que impactará a trama.
Qual é o impacto do salto temporal de 17 anos em Duna: Parte 3?
Warner Bros. Pictures
Agora, o pano de fundo de Duna é o ápice do império governado com sangue e autoritarismo nas mãos de Paul Atreides, que assumiu totalmente o papel do líder messiânico Lisan Al-Gaib. Confrontado com as consequências catastróficas da Guerra Santa travada pela galáxia em seu nome, ele volta a ter premonições sobre a queda de seu reinado. Tudo isso enquanto, nos bastidores, revolucionários, entre eles Chani (Zendaya), planejam arrancá-lo do trono custe o que custar: seja o preço traição ou sacrifício.
Christopher Nolan ficou impressionado: Zendaya revela como conseguiu filmar Duna 3, Euphoria e A Odisseia ao mesmo tempoPara o diretor Denis Villeneuve, avançar a trama em quase duas décadas foi essencial para revelar a mudança drástica que o poder quase ilimitado provoca para Paul, para as pessoas que o circundam e para o universo que ele agora comanda:
"Estamos de volta com os mesmos personagens, mas desta vez o mundo mudou completamente. Suas psiques, sua perspectiva sobre a realidade mudaram totalmente, e Paul está vivendo com o fardo do que criou, tentando encontrar uma saída para essa espiral de violência", explica Villeneuve à revista Empire.
Duna: Parte 3 entra em cartaz nos cinemas brasileiros no dia 17 de dezembro.