A Mulher Secreta: O segredo de bastidores da Netflix envolve uma autora que simplesmente não existe

Estrelado por Natalie Madueño, Claes Bang e Pål Sverre Hagen, o aclamado thriller nórdico A Mulher Secreta conquista o público ao misturar amnésia, segredos de família e impérios corporativos.

A Netflix tem a habilidade de lançar produções irresistivelmente fáceis de se assistir, especialmente quando há fatores em comum em sua estrutura que tornam cada produção tão familiar. Uma vez que o algoritmo da plataforma trabalha para tornar todos os seus filmes e séries em algo semelhante a sucessos do passado - mesmo com histórias e gêneros completamente distintos -, é compreensivo que projetos totalmente desconhecidos se tornem fenômenos do streaming tão rapidamente. Esse, por exemplo, é o caso do curioso A Mulher Secreta.

Qual é a história de A Mulher Secreta?

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A Mulher Secreta gira em torno de Louise Andersen, uma mulher que leva uma vida tranquila ao lado do companheiro, Joachim, em uma pequena ilha da Noruega, onde administra um café. Essa rotina muda quando um desconhecido afirma que ela não é Louise, mas Helene Söderberg (Natalie Madueño), uma mulher dinamarquesa que desapareceu há três anos. Agora com dúvidas e intrigada pelas lacunas em sua memória, ela abandona a vida que conhece e parte em busca das respostas sobre o próprio desaparecimento.

Conforme investiga o passado, Louise encontra pistas sobre a noite em que desapareceu e percebe que sua antiga vida estava longe de ser tão perfeita quanto parecia. Ao assumir a identidade de Helene, ela se aproxima de uma verdade capaz de transformar completamente sua visão sobre quem é e por que decidiu desaparecer.

O filme A Mulher Secreta é baseado em uma história real?

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O filme A Mulher Secreta não é baseado em uma história real, mas em um livro. No entanto, é um fato curioso sobre a obra: a autora Anna Ekberg não existe. Na verdade, o nome é um pseudônimo usado pela dupla de escritores Anders Rønnow Klarlund e Jacob Weinreich, que já lançaram Um Marido Fiel sob esta identidade.

Os artistas são conhecidos por assinarem suas histórias com um autor fictício, como é o caso de O Sono e a Morte, A Santa Aliança e O Último Homem Bom - em todos estes, o pseudônimo escolhido foi A.J. Kazinski.

Diego Souza Carlos
Apaixonado por cultura pop, latinidades e karê, Diego ama as surpresas de Jordan Peele, Guillermo del Toro e Anna Muylaert. Entusiasta do MCU, se aventura em estudar e falar sobre cinema, TV e games.
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