A Pixar é um dos estúdios de animação mais importantes da história do cinema e, em 2015, encarou um de seus projetos mais ambiciosos com Divertida Mente. Dirigido por Pete Docter, o filme apresenta uma ideia tão original quanto complexa: explorar o interior da mente humana por meio da personificação das emoções.
Qual é a história da animação?
A história acompanha Riley, uma garota que cresce em Minnesota sob a influência de um grupo de emoções que vive na central de controle de sua mente. Desde pequena, a protagonista é guiada principalmente pela Alegria, que aos poucos precisa dividir espaço com Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho. O equilíbrio entre elas parece estável até que uma mudança drástica transforma sua vida: a mudança para São Francisco.
Pixar / Disney+
Esse ponto de partida serve como base para uma narrativa que combina aventura emocional e reflexão psicológica. O desafio para a equipe criativa não foi pequeno. Dar forma a conceitos abstratos como tristeza e alegria obrigou os artistas a se afastarem de representações realistas do cérebro.
Representar as emoções foi o principal desafio
Segundo o diretor, a intenção era construir um universo claramente simbólico, evitando elementos anatômicos diretos para se concentrar na metáfora. Durante o desenvolvimento do projeto, a equipe da Pixar definiu as emoções não como pessoas, mas como entidades formadas por energia, capazes de transmitir sensações por meio das cores, das formas e dos movimentos.
O resultado foi um enorme sucesso mundial. Divertida Mente conquistou o Oscar de Melhor Filme de Animação, arrecadou mais de 800 milhões de dólares nas bilheterias, recebeu ampla aclamação da crítica e ganhou uma sequência de igual sucesso. Vale lembrar que tanto Divertida Mente quanto Divertida Mente 2 estão disponíveis no catálogo da Disney+.