Já em cartaz nos cinemas brasileiros, Michael faz uma retrospectiva da jornada de Michael Jackson desde a infância nos Jackson Five até o estrelato absoluto da carreira solo. Fora os maiores sucessos, a cinebiografia também promete representar nas telas momentos pessoais da juventude do Rei do Pop fora dos palcos.
Entre os pontos incluídos no filme de Antoine Fuqua está o amor de Michael pelos animais. Ao longo das duas horas de duração, a trama mostra diversos dos bichos que o cantor mantinha na casa de sua família e em suas propriedades, como cobras, girafas e lhamas. O destaque para representar tal tema ficou com seu chimpanzé de estimação chamado Bubbles.
O que aconteceu com o chimpanzé de Michael Jackson?
Sam Emerson / Polaris
O filhote que acompanhava Michael em diversas aparições públicas foi montado totalmente através de Imagens de Computação Gráfica (GCI), graças a um acordo entre o estúdio Lionsgate e a organização de defesa aos animais PETA. A resolução estabelecia que os animais selvagens tratados como pets poderiam ser representados na produção por serem "baseados em fatos históricos", mas nenhum animal vivo poderia ser usado nas filmagens.
Bubbles ainda está vivo e, aos 43 anos — idade considerada idosa para a espécie —, vive sob a proteção do Center of Great Apes, que fica no estado americano da Flórida. O chimpanzé foi resgatado de um centro de pesquisa e adotado por Michael Jackson por volta de 1980 e morou em Neverland, em um quarto só seu, até precisar ser transferido para o santuário de primatas em 2005. A família Jackson manda apoio financeiro à organização até hoje, segundo fontes da Variety.
Michael já está em cartaz nos cinemas brasileiros.