Depois da comédia dramática Oh Boy e do drama Lara, o diretor e roteirista Jan-Ole Gerster quis se reinventar. Então, ele convocou o ator coadjuvante de Malévola, Sam Riley, a revelação de Ninfomaníaca, Stacy Martin, e o ator de Poldark, Jack Farthing para um thriller policial dramático em paisagens deslumbrantes.
O resultado é Islands, filme aclamado internacionalmente que ganhou um prêmio no German Film Awards e foi indicado em três outras categorias.
É disto que se trata Islands
Tom (Riley) trabalha como professor de tênis em um hotel all-inclusive em Fuerteventura. No entanto, o verão interminável há muito tempo se transformou de um paraíso na Terra em uma rotina estressante e tediosa. Ele torna o fluxo constante de turistas mais suportável por meio de casos fugazes e muito álcool, mas é somente quando a misteriosa Anne (Martin) aparece que Tom sente um chamado...
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Ela, o marido Dave (Farthing) e o filho de sete anos contradizem a imagem que Tom tem da clientela padrão de férias. Não demora muito para que Tom se aproxime da família e lhes mostre a beleza da ilha além dos jardins do hotel. Quando Dave desaparece sem deixar rastros, no entanto, essa agradável exceção à vida cotidiana se transforma em um horror incessante.
Islands é permeado por uma estética de verão, mas, considerando o quanto o mal se esgueira pela aparência paradisíaca do filme, a trama pode, em última análise, evocar não um desejo de férias, mas a esperança de que as temperaturas caiam.
O longa se desenrola como um retrato de um homem preso na rotina diária, oferecendo uma interpretação completamente nova e despretensiosa da típica história de olhar por trás da fachada perfeita.
Uma forte avaliação de 96% no Rotten Tomatoes (até o momento em que esta matéria está sendo escrita) atesta o grande apelo de Islands, prometendo uma mistura de gêneros cativante e visualmente deslumbrante.