Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, Conclave é o mais novo filme dirigido por Edward Berger (Nada de Novo no Front). O enredo mergulha o espectador em um dos eventos mais incógnitos do mundo: a escolha da Igreja Católica por um novo Papa.
Durante uma entrevista recente para o The Guardian, Stanley Tucci, um dos protagonistas do longa-metragem, compartilhou detalhes de sua experiência ao filmar Conclave, relacionando atuação e religião. Para quem não sabe, Tucci foi criado como católico quando jovem, mas renunciou à doutrina com o passar do tempo.
“Fui criado como católico, mas rompi com a igreja. Simplesmente nunca fez sentido para mim. Era um mito em que eu tinha grande dificuldade de acreditar”, começou o ator. “Mas, como disse, estar em Roma é sempre incrivelmente comovente. Lembro-me de quando criança, morando na Itália, e de ficar profundamente comovido com a experiência de entrar em uma igreja, simplesmente por causa da arte e da quantidade de tempo e energia que foi dedicada a criá-la - e sustentar o mito”, acrescentou.
No decorrer da conversa, Ralph Fiennes, outro dos astros da trama, também deu seu parecer sobre a relação com a religião:
“Minha mãe era uma católica comprometida, mas bastante esclarecida. Ela tinha irmãos e um tio-avô que tinham sido padres (...) Não me considero praticante de nada, mas nunca parei de ter curiosidade sobre o que é ter fé. Também me emociono muito com a arte que a Igreja produziu. Não apenas a Igreja Católica. A fé é uma coisa enorme e potente que a humanidade parece querer ter, mesmo que as forças da lógica, da ciência e da razão vão contra ela. Sou curioso sobre essa energia.”
Além dos citados, Conclave também conta com as atuações de John Lithgow, Isabella Rossellini, Lucian Msamati e Brían F. O'Byrne.
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