Avaliado em 4,6 de 5 estrelas pela comunidade do AdoroCinema, Bastardos Inglórios é um dos longas-metragens mais fortes do diretor Quentin Tarantino. A brutal e espetacular, mas também divertida caça aos nazistas é um dos destaques dos filmes de guerra após a virada do milênio.
Uma pesquisa recente com mais de 10.000 críticos também mostra que a obra de Tarantino é, na verdade, um dos melhores filmes dos últimos 25 anos. No estudo, bastante representativo pela sua abrangência e realizado pelo Rotten Tomatoes, o longa ficou na 21ª posição.
Portanto, há um certo consenso de que Tarantino mais uma vez entregou um ótimo cinema que vale a pena conferir. Bastardos Inglórios está disponível na Netflix e Globoplay, dentre outros filmes bons para assistir depois.
“Acordei e vi 5 garrafas vazias”: Brad Pitt aceitou este filme quando estava bêbado, mas acabou sendo um de seus melhores trabalhosBastardos Inglórios: Desagradável e brutal, divertido e único
Quentin Tarantino é um mestre quando se trata de reescrever a história – ele provou isso não apenas em Era Uma Vez em… Hollywood, mas também anos antes com Inglourious Basterds, no original. No terrível cenário da Segunda Guerra Mundial, o diretor de Pulp Fiction - Tempo de Violência encenou uma granada de exploração inspirada em Assalto ao Trem Blindado, de Enzo G. Castellari, que é um ato de equilíbrio único entre espetáculo humorístico e chocante lição de história.
No centro está a tropa dos Bastardos, liderada pelo Tenente Aldo Raine (Brad Pitt), que caça nazistas – e seus escalpos. Sua história se sobrepõe à da judia francesa Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), que escapou do sádico SS Standartenführer Hans Landa (Christoph Waltz) e agora dirige um cinema em Paris – onde eles finalmente se reencontram, com sérias consequências.
Universal Pictures
Mas Bastardos Inglórios não é apenas um drama de guerra, não é apenas um suspense assassino, não é apenas um veículo clássico de Tarantino – a cena de abertura sem fim com Landa e um fazendeiro que é acusado de esconder judeus é algo que nenhum outro cineasta realizaria. Não é apenas uma declaração de amor ao cinema em si, mas também um lembrete da beleza da arte cinematográfica, do seu poder desenfreado (como ferramenta de propaganda, por exemplo) – e, assim, celebra o fascínio único que este meio tem tido por mais de 100 anos tão especial.
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