A melhor atuação de Al Pacino, juntamente de uma ótima fotografia e uma trilha sonora esplêndida, somados de um exímio roteiro. Simplesmente Tony Montana.
Scarface é cinema cru e intenso. Al Pacino constrói um personagem marcante, movido por ambição, excessos e profundas contradições. O filme acompanha a ascensão e a queda de Tony Montana de forma direta, funcionando também como uma crítica ao chamado “sonho americano”.
À medida que o poder cresce, cresce também a desconfiança. Tony passa a ver inimigos em todos os lugares, perde a capacidade de confiar e se isola, mostrando que o poder não traz segurança, mas paranoia. A narrativa deixa claro que o domínio absoluto cobra um preço alto: solidão, medo e autodestruição.
Clássico, um dos primeiros filmes que vi sobre Gangster, máfia , dinheiro e drogas, a fotografia do filme é boa, a lição que o filme da sobre ganância quando se quer demais, literalmente um filme inesquecível sobre Gangster.
Quando atores e diretores entendem do riscado, o resultado é uma obra prima. Al Pacino impecável na interpretação do personagem, Brian de Palma conseguiu passar pra tela como são os negócios e relacionamentos no mundo das drogas, soube explorar o submundo do crime.
A ideia mais estranha do filme é passar que o Tony é apaixonado pela irmã e fazer o telespectador realmente acreditar nisso, Mas isso foi uma ótima sacada do Diretor para mostrar que o ciúmes parental torna um irmão superprotetor em algo meio que bizarro por que a ideia do Tony sem pre foi ver só mente bondade e pureza na irmã tornado para ele uma figura de um anjo então se envolver com pessoas do nicho dele ou do meio do tráfico ou pessoas de má índole, Torna algo enviavel na sua visão por isso ele comete o ataque de fúria e indignação em cima do seu parceiro desdo início do seu triunfo.
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