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Esse filme faz o que o cinema deveria fazer: rir, chorar - enfim, emocionar-se. Trata de temas complexos, como amizade, machismo, racismo, sem fazer política e não sendo piegas. A direção soube tocar nesses temas com maestria, produzindo um filme autêntico, bem produzido e delicioso de assistir.
Belíssima obra. Uma história que a gente consegue se imaginar dentro dela. É um filme que fala das coisas simples e ao mesmo tempo extraordinárias da vida, amizade, compaixão, amor, gratidão, resiliência, com pitadas de nostalgia. Saboreie essa linda obra, sem pressa, apenas contemplando cada detalhe.
Meio na contramão, vou começar pelo ponto que eu consideraria, hoje, como sendo "negativo" no filme, mas que era absolutamente usual em 1991.
Trata-se da "anedota" atual, no caso as desventuras cotidianas da personagem de Kathy Bates, Evelyn Coach, uma gordinha com baixa autoestima e que vai se empoderando ao longo do filme. Este recurso era muito utilizado na época, quando se acreditava que as audiências contemporâneas não teriam "fôlego" para assistirem a um longa de época. Foi o mesmo recurso narrativo utilizado também em TITANIC (EUA, 1997), rodado apenas seis anos depois, quando a história é narrada em flash-back pela personagem Rose, vivida por Gloria Stuart.
Mediante olhar de 2024, eu diria que o recurso é absolutamente desnecessário e apenas torna o filme mais longo, sem necessidade.
Dito isso, passamos ao que interessa, que é um retrato perspicaz e sem retoques da sociedade do sudeste dos EUA, no início do século XX, com o seu apartheid, dolorido para os negros e nem sempre convenientemente assumido ou denunciado pelos brancos, a sua hipocrisia spoiler: (exemplo máximo é o pastor que, no tribunal, jura com a mão sobre um exemplar de Moby Dick, ao invés da Bíblia, porque teria de mentir)
, as questões de gênero (machismo, misoginia, sexismo, bissexualidade) que acompanham Igdie, a anti-heroína, durante todo o filme e que possibilitam que, num cruzamento com o tempo atual (1991) leve Evelyn ao empoderamento.
Como questões secundárias/marginais no filme temos o papel de amplo espectro assumido pelas igrejas batistas na região, onde despontaram nomes como Aretha Franklin, Ella Fitzgerald, Tina Turner ainda a bostoniana Donna Summer, Mahalia Jackson, “a rainha do gospel”, o pioneiro do rock'n'roll Chuck Berry e o grande cantor de soul Otis Redding, Jr., entre outros. Temos também a ku klux klan e a nefasta influência que exerceu (e ainda exerce!) nesta região, bem como a reação a esta conjuntura, como a campanha pelos direitos civis do Reverendo Marthin Luther King (1929-1968).
Uma obra-prima sem dúvida alguma, que merece ser revisitada!
Trata-se da "anedota" atual, no caso as desventuras cotidianas da personagem de Kathy Bates, Evelyn Coach, uma gordinha com baixa autoestima e que vai se empoderando ao longo do filme. Este recurso era muito utilizado na época, quando se acreditava que as audiências contemporâneas não teriam "fôlego" para assistirem a um longa de época. Foi o mesmo recurso narrativo utilizado também em TITANIC (EUA, 1997), rodado apenas seis anos depois, quando a história é narrada em flash-back pela personagem Rose, vivida por Gloria Stuart.
Mediante olhar de 2024, eu diria que o recurso é absolutamente desnecessário e apenas torna o filme mais longo, sem necessidade.
Dito isso, passamos ao que interessa, que é um retrato perspicaz e sem retoques da sociedade do sudeste dos EUA, no início do século XX, com o seu apartheid, dolorido para os negros e nem sempre convenientemente assumido ou denunciado pelos brancos, a sua hipocrisia spoiler: (exemplo máximo é o pastor que, no tribunal, jura com a mão sobre um exemplar de Moby Dick, ao invés da Bíblia, porque teria de mentir)
, as questões de gênero (machismo, misoginia, sexismo, bissexualidade) que acompanham Igdie, a anti-heroína, durante todo o filme e que possibilitam que, num cruzamento com o tempo atual (1991) leve Evelyn ao empoderamento.
Como questões secundárias/marginais no filme temos o papel de amplo espectro assumido pelas igrejas batistas na região, onde despontaram nomes como Aretha Franklin, Ella Fitzgerald, Tina Turner ainda a bostoniana Donna Summer, Mahalia Jackson, “a rainha do gospel”, o pioneiro do rock'n'roll Chuck Berry e o grande cantor de soul Otis Redding, Jr., entre outros. Temos também a ku klux klan e a nefasta influência que exerceu (e ainda exerce!) nesta região, bem como a reação a esta conjuntura, como a campanha pelos direitos civis do Reverendo Marthin Luther King (1929-1968).
Uma obra-prima sem dúvida alguma, que merece ser revisitada!
Bom filme sobre a força feminina e suas mazelas que a vida propõe! Roteiro é bom, apesar de levar o telespectador a ter pequenos toques soníferos, mas que em outros momentos energiza com bons diálogos.
Filme lindo! O que me deixou insatisfeita é que no livro as personagens principais tem um romance, enquanto no filme é uma história de amizade.
Filme excelente, vale a pena assistir. Mesmo sendo antigo, gosto de assistir até hoje..................
Um filme emocionante e divertido ao mesmo tempo.
Ótima estória e atuações!
Um novo clássico. Imperdível!
Ótima estória e atuações!
Um novo clássico. Imperdível!
Filme lindo , romântico. Tem uma história fascinante e uma forma doce de transmitir uma mensagem positiva
Com uma história doce e agradável, Tomatoes verdes fritos entra pra minha lista de Melhores filmes pra se ver numa tarde sem nada pra fazer❤️
Lindo filme!!!! Acabei de assistir e chorei horrores, rs. Enquanto assistia ao filme me emocionei com o belo enredo. Em tempos onde a amizade, o amor e a reciprocidade não são tão comuns, o filme "Tomates Verdes Fritos" mostra a importância desses sentimentos.
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