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Lucas M.
28 seguidores
18 críticas
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4,0
Enviada em 29 de março de 2013
Uma obra de arte, típico dos filmes da época. Apesar de ser um pouco lento, ele te prende do início ao final, torcendo e se indagando sempre ao longo do filme. Não assista se esperar ver um terror ele é suspense com certeza e muito bom por sinal. Um final chocante, uma trama de tirar o folego.
Assisti sozinho entre 3 e 5 da manha e sem dúvidas fiquei com medo, mesmo sendo tão antigo, consegue envolver quem assiste na atmosfera de terror do filme, sem dúvidas ótimo. Nota: 9/10
O mais tenebroso nesse filme é o comportamento geral das pessoas para com Rosemery e o dela própria, que é passiva e só se dá conta da merda toda quando é tarde demais. Nem mesmo estupro faz ela se ligar.
Um filme de terror muito bom, que serviu de inspiração de muitos filmes do gênero. Tanto se você prestar atenção na cômoda que aparece é a mesma que aparece no filme o exorcista
Filme quase perfeito. Bem dirigido, com uma trilha sonora que amplia os sentimentos da protagonista, levando-nos a ficar roendo unhas e arrancando cabelos nas cenas finais. A maquiagem é incrívelspoiler: , e quando ela está doente ninguém é capaz de dizer o contrário.
O roteiro é incrível, mas também um grande problema, creio que devido ao final. A história é bem contada, e passamos o filme inteiro com a sensação de que há algo errado, embora isso só seja explicado próximo ao fim, dando aquela velha impressão de "eu sabia!". Entretanto, o final é "brochante"spoiler: , quando ninguém consegue digerir Rosemary aceitando a criança. E o principal defeito: ONDE TÁ O MALDITO BEBÊ???
Este é um clássico quando falamos de suspense que tem o tema mãe e suas crias. O primoroso Roman Polanski trabalha muito bem o roteiro e o suspense. Destaco o excelente trabalho da atriz Ruth Gordon como a vizinha bisbilhoteira e satanista (não é a toa que ganhou dois prêmios). Já Mia Farrow não seguiu o mesmo padrão e criou uma personagem fraca e apática. Mesmo assim, o roteiro vence quando trabalha com os dramas que as grávidas sofrem de tensão, neuroses, depressões, etc, culminando a um desfecho surpreendente a apenas aqueles que nunca conviveram com uma grávida.
A trama aborda o cotidiano de um casal que após mudar para o novo apartamento tem suas vidas transformadas ao se envolverem com vizinhos pertences à seita satânica. Os novos vizinhos invadem a privacidade do casal e induzem o esposo de Rosemary, um ator decadente, a fazer um pacto com o demônio, oferecendo seu filho, pela promessa de vencer na carreira. Um filme que aterroriza justamente pela subjetividade do roteiro. Com o decorrer da trama o medo do desconhecido ganha contornos cada vez mais assustadores. Como é assustador relacionar a figura inocente de um bebê com simbologias satânicas. Por isso a polêmica em torno do filme foi grande, como também foi grande o sucesso. Após mais de 46 anos desde seu lançamento, "O Bebê de Rosemary" é lembrado como um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. A direção de Polanski foi inteligente ao deixar subentendido a concepção de um filho do demônio e o terror de uma mãe ao perceber todo esse ritual em que está envolvida. No filme não há aquele terror explicito: sangue, agressões ou um personagem físico horripilante. Mas há elementos reais como: ganância, feitiçarias, ocultismo e fatalidades que contribuem para aumentar o suspense e tensão do filme.
Para construir um filme que prende a atenção, causa medo, sem susto, sem filmagens escuras, sangue, cores dramáticas, foi preciso caprichar. O filme é para parecer um romance. Na abertura, aquela paisagem urbana clássica, alguns acordes de suspense, e uma cantiga de ninar. Os créditos iniciais em letras românticas em cor de rosa. Um casal apaixonado, divertido e atraente procurando um apartamento. No desenvolvimento da história, o casal decide ter um bebê, e a mãe fica enciumada com os vizinhos idosos que conseguem conquistar seu marido.
spoiler: A cor amarela que é predominante nas cenas, é uma cor essencialmente alegre. Não existem tomadas que causem suspense ou susto, e até mesmo os vilões são excentricos, divertidos como personagens de comédia.
È crucial entender que cada personagem desenvolve no filme um choque na personalidade.
Primeiro, o ambicioso ator que tenta agradar a esposa com um apartamento mais caro, fica obcecado por sua carreira ao ponto de sacrificar seu bebê e ignorar a esposa. Ao entender o poder dos bruxos, e conseguir um papel, ele passa a conduzir com suas habilidades de atuação Rosemary para o ritual.
Achei relevante a cultura machista da época retratada no filme, aonde a esposa ficava em casa em uma vida bastante tediosa em que o ponto alto era encontrar o marido e agradar a ele e ser ignorada.
Os idosos vizinhos se passam por inconvenientes atenciosos, que para driblar a vida tediosa, assumem figuras paternais a jovens, assim como fizeram com a moça que encontraram na rua drogada.
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