O Bebê de Rosemary
Média
4,1
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62 Críticas do usuário

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Lucas M.
Lucas M.

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4,0
Enviada em 29 de março de 2013
Uma obra de arte, típico dos filmes da época. Apesar de ser um pouco lento, ele te prende do início ao final, torcendo e se indagando sempre ao longo do filme. Não assista se esperar ver um terror ele é suspense com certeza e muito bom por sinal. Um final chocante, uma trama de tirar o folego.
Guilherme M.
Guilherme M.

104 seguidores 154 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de janeiro de 2020
Assisti sozinho entre 3 e 5 da manha e sem dúvidas fiquei com medo, mesmo sendo tão antigo, consegue envolver quem assiste na atmosfera de terror do filme, sem dúvidas ótimo. Nota: 9/10
Karina A.
Karina A.

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2024
O mais tenebroso nesse filme é o comportamento geral das pessoas para com Rosemery e o dela própria, que é passiva e só se dá conta da merda toda quando é tarde demais. Nem mesmo estupro faz ela se ligar.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de junho de 2023
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Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de maio de 2015
Esse é um Clássico!!! Com certeza um dos melhores filmes de terror...
Ludgero B
Ludgero B

13 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2020
Um filme de terror muito bom, que serviu de inspiração de muitos filmes do gênero. Tanto se você prestar atenção na cômoda que aparece é a mesma que aparece no filme o exorcista
Gabriel E.
Gabriel E.

22 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de março de 2014
Filme quase perfeito.
Bem dirigido, com uma trilha sonora que amplia os sentimentos da protagonista, levando-nos a ficar roendo unhas e arrancando cabelos nas cenas finais. A maquiagem é incrível spoiler: , e quando ela está doente ninguém é capaz de dizer o contrário.

O roteiro é incrível, mas também um grande problema, creio que devido ao final. A história é bem contada, e passamos o filme inteiro com a sensação de que há algo errado, embora isso só seja explicado próximo ao fim, dando aquela velha impressão de "eu sabia!". Entretanto, o final é "brochante" spoiler: , quando ninguém consegue digerir Rosemary aceitando a criança. E o principal defeito: ONDE TÁ O MALDITO BEBÊ???
Ricardo A.
Ricardo A.

170 seguidores 174 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2018
Este é um clássico quando falamos de suspense que tem o tema mãe e suas crias. O primoroso Roman Polanski trabalha muito bem o roteiro e o suspense. Destaco o excelente trabalho da atriz Ruth Gordon como a vizinha bisbilhoteira e satanista (não é a toa que ganhou dois prêmios). Já Mia Farrow não seguiu o mesmo padrão e criou uma personagem fraca e apática. Mesmo assim, o roteiro vence quando trabalha com os dramas que as grávidas sofrem de tensão, neuroses, depressões, etc, culminando a um desfecho surpreendente a apenas aqueles que nunca conviveram com uma grávida.
Marcelo Lopez
Marcelo Lopez

55 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2013
A trama aborda o cotidiano de um casal que após mudar para o novo apartamento tem suas vidas transformadas ao se envolverem com vizinhos pertences à seita satânica. Os novos vizinhos invadem a privacidade do casal e induzem o esposo de Rosemary, um ator decadente, a fazer um pacto com o demônio, oferecendo seu filho, pela promessa de vencer na carreira.
Um filme que aterroriza justamente pela subjetividade do roteiro. Com o decorrer da trama o medo do desconhecido ganha contornos cada vez mais assustadores. Como é assustador relacionar a figura inocente de um bebê com simbologias satânicas. Por isso a polêmica em torno do filme foi grande, como também foi grande o sucesso. Após mais de 46 anos desde seu lançamento, "O Bebê de Rosemary" é lembrado como um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. A direção de Polanski foi inteligente ao deixar subentendido a concepção de um filho do demônio e o terror de uma mãe ao perceber todo esse ritual em que está envolvida. No filme não há aquele terror explicito: sangue, agressões ou um personagem físico horripilante. Mas há elementos reais como: ganância, feitiçarias, ocultismo e fatalidades que contribuem para aumentar o suspense e tensão do filme.
Evelyn K.
Evelyn K.

5 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Para construir um filme que prende a atenção, causa medo, sem susto, sem filmagens escuras, sangue, cores dramáticas, foi preciso caprichar.
O filme é para parecer um romance. Na abertura, aquela paisagem urbana clássica, alguns acordes de suspense, e uma cantiga de ninar. Os créditos iniciais em letras românticas em cor de rosa.
Um casal apaixonado, divertido e atraente procurando um apartamento.
No desenvolvimento da história, o casal decide ter um bebê, e a mãe fica enciumada com os vizinhos idosos que conseguem conquistar seu marido.

spoiler: A cor amarela que é predominante nas cenas, é uma cor essencialmente alegre. Não existem tomadas que causem suspense ou susto, e até mesmo os vilões são excentricos, divertidos como personagens de comédia. È crucial entender que cada personagem desenvolve no filme um choque na personalidade. Primeiro, o ambicioso ator que tenta agradar a esposa com um apartamento mais caro, fica obcecado por sua carreira ao ponto de sacrificar seu bebê e ignorar a esposa. Ao entender o poder dos bruxos, e conseguir um papel, ele passa a conduzir com suas habilidades de atuação Rosemary para o ritual. Achei relevante a cultura machista da época retratada no filme, aonde a esposa ficava em casa em uma vida bastante tediosa em que o ponto alto era encontrar o marido e agradar a ele e ser ignorada. Os idosos vizinhos se passam por inconvenientes atenciosos, que para driblar a vida tediosa, assumem figuras paternais a jovens, assim como fizeram com a moça que encontraram na rua drogada.
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