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Francisco F.
122 seguidores
181 críticas
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3,5
Enviada em 1 de janeiro de 2019
Filme muito envolvente e intrigante. Não é terror puro. Assisti em 2004, 35 anos depois de 1968 20 anos depois. Até o fim do filme, você se pergunta se é uma trama do mal ou apenas coisa da cabeça da protagonista. Em 1999, Johnny Depp atuou em um filme parecido: “enigma do espaço”. Ambos merecem ser assistidos.
Se era pra ser de terror o tiro saiu pela culatra. Me indicaram esse filme e eu sempre ficava com pé atrás antes de assistir, então fiquei sabendo que minha intuição dessa vez não falhou. Mais um filme pra listas de bomba que obrigam a gente gostar por serem clássicos e quem não gosta não é cult. Eu quero é que se fod* isso é um tédio de filme.
Este é um clássico quando falamos de suspense que tem o tema mãe e suas crias. O primoroso Roman Polanski trabalha muito bem o roteiro e o suspense. Destaco o excelente trabalho da atriz Ruth Gordon como a vizinha bisbilhoteira e satanista (não é a toa que ganhou dois prêmios). Já Mia Farrow não seguiu o mesmo padrão e criou uma personagem fraca e apática. Mesmo assim, o roteiro vence quando trabalha com os dramas que as grávidas sofrem de tensão, neuroses, depressões, etc, culminando a um desfecho surpreendente a apenas aqueles que nunca conviveram com uma grávida.
Filme muito ruim, perdi horas da minha vida vendo esse filme que se dizia assustador, filme parado demais, dar vontade de entrar no filme e começar um terror mesmo.
Para construir um filme que prende a atenção, causa medo, sem susto, sem filmagens escuras, sangue, cores dramáticas, foi preciso caprichar. O filme é para parecer um romance. Na abertura, aquela paisagem urbana clássica, alguns acordes de suspense, e uma cantiga de ninar. Os créditos iniciais em letras românticas em cor de rosa. Um casal apaixonado, divertido e atraente procurando um apartamento. No desenvolvimento da história, o casal decide ter um bebê, e a mãe fica enciumada com os vizinhos idosos que conseguem conquistar seu marido.
spoiler: A cor amarela que é predominante nas cenas, é uma cor essencialmente alegre. Não existem tomadas que causem suspense ou susto, e até mesmo os vilões são excentricos, divertidos como personagens de comédia.
È crucial entender que cada personagem desenvolve no filme um choque na personalidade.
Primeiro, o ambicioso ator que tenta agradar a esposa com um apartamento mais caro, fica obcecado por sua carreira ao ponto de sacrificar seu bebê e ignorar a esposa. Ao entender o poder dos bruxos, e conseguir um papel, ele passa a conduzir com suas habilidades de atuação Rosemary para o ritual.
Achei relevante a cultura machista da época retratada no filme, aonde a esposa ficava em casa em uma vida bastante tediosa em que o ponto alto era encontrar o marido e agradar a ele e ser ignorada.
Os idosos vizinhos se passam por inconvenientes atenciosos, que para driblar a vida tediosa, assumem figuras paternais a jovens, assim como fizeram com a moça que encontraram na rua drogada.
Fiquei impressionado com a qualidade deste filme. Ainda estou curioso com o ritmo que este filme leva. Particularmente, eu somente vim a descobrir, com 100% de certeza, que a Rosemary e seu bebê spoiler: foram algo de uma seita . Este filme é perfeito, é só o que eu posso dizer.
Mesmo sendo dirigido por Roman Polanski,"O Bebê de Rosemary" não é um dos melhores filmes do diretor.É cheio de diálogos,destaca bem a vida do casal Rosemary e Guy,seu cotidiano e sua nova residência.O qual conhece novos vizinhos,que são bem hospitaleiros,mas bem misteriosos.
O que chama atenção na trama,são os momentos que acontecem rapidamente quando o casal se muda,e conhecem o casal de idosos.Logo tudo começa a desandar,mesmo Rosemary descobrir que acabara de engravidar. Mia Farrow trabalha bem,mas quem foi indicada ao Oscar foi mesmo Ruth Gordon,que ganhou por atriz coadjuvante.Não considero uma obra do terror.
-Filme revisto em 24 de Outubro de 2015 -Nota 5/10
Quando a dúvida nos sobressalta acerca do que é ou não real, a angústia e a curiosidades nos invadem, revelando nossa perplexa relação de impotência com o mundo. E a sensação de impossibilidade é a que melhor acomete quem se depara com o filme de Polansky. Tudo funciona e conduz a narrativa a um suspense e um clima de terror tenso e mordaz.
Um ótimo filme de horror. Mesmo que nao haja sustos exatamente, é uma história tão bem elaborada e tão bem apresentada que nao tem como nao se desesperar junto com Rosemary. Muito intenso e curioso. Ao contrário da maioria dos filmes atuais, ele tem uma história de verdade.
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