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Vinipassos
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178 críticas
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3,5
Enviada em 21 de abril de 2013
O filme realmente de prende do início ao fim, o clima de suspense esta presente em todas as cenas mas não assusta, tem varios comentarios q dizem que o filme tem cenas assustadoras, se vc vai ver o filme esperando isso nem assista pq não da medo nenhum. O barato do filme é o mistério de que aquilo seria uma ilusão ou seria mesma realidade, nos momentos finais fiquei bastante confuso. Não considero esse filme como Terror, e sim um Suspense. O filme não dá arrepios, não da medo, não assusta. No entanto, a atmosfera tensa é fantástica, o clima muito pesado.
Filme quase perfeito. Bem dirigido, com uma trilha sonora que amplia os sentimentos da protagonista, levando-nos a ficar roendo unhas e arrancando cabelos nas cenas finais. A maquiagem é incrívelspoiler: , e quando ela está doente ninguém é capaz de dizer o contrário.
O roteiro é incrível, mas também um grande problema, creio que devido ao final. A história é bem contada, e passamos o filme inteiro com a sensação de que há algo errado, embora isso só seja explicado próximo ao fim, dando aquela velha impressão de "eu sabia!". Entretanto, o final é "brochante"spoiler: , quando ninguém consegue digerir Rosemary aceitando a criança. E o principal defeito: ONDE TÁ O MALDITO BEBÊ???
Assim como outro clássico de terror, O Exorcista, O Bebê de Rosemary é um filme de terror que não economiza em polêmicas. Ele trata de temas completamente demoníacos, que sempre irão polemizar, mas é isso que faz desse filme um dos melhores e mais assustadores filmes de terror já produzidos. Seu roteiro é simples, mas igualmente aterrorizante. Há cenas em que o medo exala de uma forma sem igual spoiler: (como a cena em que Rosemary concebe o filho do demônio, cena essa que tem um estilo de sonho, nos deixando em dúvida se aquilo realmente aconteceu ou foi apenas fruto de seus pensamentos) . Em algumas partes o filme pode parecer parado demais, mas essa foi mais uma das táticas do Roman para aterrorizar o espectador, deixando os por vezes entediados, mas fazendo-os tremer de medo em cenas impressionantes. A parte final do filmespoiler: , em que Rosemary veste seu clássico roupão azul e sai a procura de seu filho, dito como morto, é de deixar qualquer valentão com medo. Mas não é em imagens que o filme amedronta, mas sim com diálogos pesados e com alguns medos do nosso subconsciente, como a confiança que devemos ter com as pessoas mais próximas. Mas esse filme não é apenas uma ótima maneira de entretenimento, ele é uma verdadeira obra de arte. A direção de Roman Polanski é orquestral, fazendo com que o medo seja passado para nós em cenas simples (mas macabras); o roteiro é muito bem estruturado; as atuações estão impecáveis (Mia Farrow é completamente convincente como a mãe do filho de satã); a fotografia também é excepcional, captando perfeitamente cenas em ambientes fechados. Resumindo tudo: O Bebê de Rosemary é um ótimo filme, que merece ser assistido por todos, até mesmo por aqueles que têm certo medo de filmes de terror, mesmo que essas pessoas tenham que fechar os olhos e os ouvidos nas cenas mais eletrizantes e aterrorizantes do filme.
Horrível, péssimo, horroroso, muito ruim não sei como um lixo desse se torna um filme clássico o pior filme que eu já assisti nem era pra ser chamado de terror essa merda de filme
Roman Polanski é o cara um terror/suspense como poucos conseguem realizar com proessa.Enfim fiquei preso ao filme do inicio ao fim as,vezes com raiva da lenta Rosemary outras com pena dela e o final que final fantastico,para um bom amante desse genêro é obrigação assistir nota 10! ta no meu top 10.
Este é um clássico quando falamos de suspense que tem o tema mãe e suas crias. O primoroso Roman Polanski trabalha muito bem o roteiro e o suspense. Destaco o excelente trabalho da atriz Ruth Gordon como a vizinha bisbilhoteira e satanista (não é a toa que ganhou dois prêmios). Já Mia Farrow não seguiu o mesmo padrão e criou uma personagem fraca e apática. Mesmo assim, o roteiro vence quando trabalha com os dramas que as grávidas sofrem de tensão, neuroses, depressões, etc, culminando a um desfecho surpreendente a apenas aqueles que nunca conviveram com uma grávida.
Um filme difícil de se assistir hoje em dia, quase todo o filme é chato, acontecem alguns acontecimentos macabros, e bizarros, no final o filme te prende, fazendo se perguntar, é mesmo bruxaria ou Rosemary está louca, enfim, o fim foi até legal, mais no geral, pra mim é um filme meia boca, pretendo nunca mais assisti-lo novamente, terror, medo ou sustos nada, nada nada nada, bem fraco mesmo.
Uma obra prima do terror. Um filme perturbador e sutil de Roman Polanski. Um dos pioneiros do terror psicológico o filme estimula a imaginação. Atuações brilhantes de Mia Farrow como Rosemary e Jonh Cassavetes como seu marido. A trilha sonora é impecável e combina com o filme.
A trama aborda o cotidiano de um casal que após mudar para o novo apartamento tem suas vidas transformadas ao se envolverem com vizinhos pertences à seita satânica. Os novos vizinhos invadem a privacidade do casal e induzem o esposo de Rosemary, um ator decadente, a fazer um pacto com o demônio, oferecendo seu filho, pela promessa de vencer na carreira. Um filme que aterroriza justamente pela subjetividade do roteiro. Com o decorrer da trama o medo do desconhecido ganha contornos cada vez mais assustadores. Como é assustador relacionar a figura inocente de um bebê com simbologias satânicas. Por isso a polêmica em torno do filme foi grande, como também foi grande o sucesso. Após mais de 46 anos desde seu lançamento, "O Bebê de Rosemary" é lembrado como um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. A direção de Polanski foi inteligente ao deixar subentendido a concepção de um filho do demônio e o terror de uma mãe ao perceber todo esse ritual em que está envolvida. No filme não há aquele terror explicito: sangue, agressões ou um personagem físico horripilante. Mas há elementos reais como: ganância, feitiçarias, ocultismo e fatalidades que contribuem para aumentar o suspense e tensão do filme.
Para construir um filme que prende a atenção, causa medo, sem susto, sem filmagens escuras, sangue, cores dramáticas, foi preciso caprichar. O filme é para parecer um romance. Na abertura, aquela paisagem urbana clássica, alguns acordes de suspense, e uma cantiga de ninar. Os créditos iniciais em letras românticas em cor de rosa. Um casal apaixonado, divertido e atraente procurando um apartamento. No desenvolvimento da história, o casal decide ter um bebê, e a mãe fica enciumada com os vizinhos idosos que conseguem conquistar seu marido.
spoiler: A cor amarela que é predominante nas cenas, é uma cor essencialmente alegre. Não existem tomadas que causem suspense ou susto, e até mesmo os vilões são excentricos, divertidos como personagens de comédia.
È crucial entender que cada personagem desenvolve no filme um choque na personalidade.
Primeiro, o ambicioso ator que tenta agradar a esposa com um apartamento mais caro, fica obcecado por sua carreira ao ponto de sacrificar seu bebê e ignorar a esposa. Ao entender o poder dos bruxos, e conseguir um papel, ele passa a conduzir com suas habilidades de atuação Rosemary para o ritual.
Achei relevante a cultura machista da época retratada no filme, aonde a esposa ficava em casa em uma vida bastante tediosa em que o ponto alto era encontrar o marido e agradar a ele e ser ignorada.
Os idosos vizinhos se passam por inconvenientes atenciosos, que para driblar a vida tediosa, assumem figuras paternais a jovens, assim como fizeram com a moça que encontraram na rua drogada.
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