O Bebê de Rosemary
Média
4,1
1304 notas

62 Críticas do usuário

5
17 críticas
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Vinipassos
Vinipassos

259 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de abril de 2013
O filme realmente de prende do início ao fim, o clima de suspense esta presente em todas as cenas mas não assusta, tem varios comentarios q dizem que o filme tem cenas assustadoras, se vc vai ver o filme esperando isso nem assista pq não da medo nenhum. O barato do filme é o mistério de que aquilo seria uma ilusão ou seria mesma realidade, nos momentos finais fiquei bastante confuso.
Não considero esse filme como Terror, e sim um Suspense. O filme não dá arrepios, não da medo, não assusta. No entanto, a atmosfera tensa é fantástica, o clima muito pesado.
Gabriel E.
Gabriel E.

22 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de março de 2014
Filme quase perfeito.
Bem dirigido, com uma trilha sonora que amplia os sentimentos da protagonista, levando-nos a ficar roendo unhas e arrancando cabelos nas cenas finais. A maquiagem é incrível spoiler: , e quando ela está doente ninguém é capaz de dizer o contrário.

O roteiro é incrível, mas também um grande problema, creio que devido ao final. A história é bem contada, e passamos o filme inteiro com a sensação de que há algo errado, embora isso só seja explicado próximo ao fim, dando aquela velha impressão de "eu sabia!". Entretanto, o final é "brochante" spoiler: , quando ninguém consegue digerir Rosemary aceitando a criança. E o principal defeito: ONDE TÁ O MALDITO BEBÊ???
Matheus S.
Matheus S.

30 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de dezembro de 2012
Assim como outro clássico de terror, O Exorcista, O Bebê de Rosemary é um filme de terror que não economiza em polêmicas. Ele trata de temas completamente demoníacos, que sempre irão polemizar, mas é isso que faz desse filme um dos melhores e mais assustadores filmes de terror já produzidos.
Seu roteiro é simples, mas igualmente aterrorizante. Há cenas em que o medo exala de uma forma sem igual spoiler: (como a cena em que Rosemary concebe o filho do demônio, cena essa que tem um estilo de sonho, nos deixando em dúvida se aquilo realmente aconteceu ou foi apenas fruto de seus pensamentos)
. Em algumas partes o filme pode parecer parado demais, mas essa foi mais uma das táticas do Roman para aterrorizar o espectador, deixando os por vezes entediados, mas fazendo-os tremer de medo em cenas impressionantes. A parte final do filme spoiler: , em que Rosemary veste seu clássico roupão azul e sai a procura de seu filho, dito como morto,
é de deixar qualquer valentão com medo. Mas não é em imagens que o filme amedronta, mas sim com diálogos pesados e com alguns medos do nosso subconsciente, como a confiança que devemos ter com as pessoas mais próximas.
Mas esse filme não é apenas uma ótima maneira de entretenimento, ele é uma verdadeira obra de arte. A direção de Roman Polanski é orquestral, fazendo com que o medo seja passado para nós em cenas simples (mas macabras); o roteiro é muito bem estruturado; as atuações estão impecáveis (Mia Farrow é completamente convincente como a mãe do filho de satã); a fotografia também é excepcional, captando perfeitamente cenas em ambientes fechados. Resumindo tudo: O Bebê de Rosemary é um ótimo filme, que merece ser assistido por todos, até mesmo por aqueles que têm certo medo de filmes de terror, mesmo que essas pessoas tenham que fechar os olhos e os ouvidos nas cenas mais eletrizantes e aterrorizantes do filme.
Kaio T
Kaio T

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de março de 2020
Horrível, péssimo, horroroso, muito ruim não sei como um lixo desse se torna um filme clássico o pior filme que eu já assisti nem era pra ser chamado de terror essa merda de filme
Leon K.
Leon K.

112 seguidores 117 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de novembro de 2012
Roman Polanski é o cara um terror/suspense como poucos conseguem realizar com proessa.Enfim fiquei preso ao filme do inicio ao fim as,vezes com raiva da lenta Rosemary outras com pena dela e o final que final fantastico,para um bom amante desse genêro é obrigação assistir nota 10! ta no meu top 10.
Ricardo A.
Ricardo A.

170 seguidores 174 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2018
Este é um clássico quando falamos de suspense que tem o tema mãe e suas crias. O primoroso Roman Polanski trabalha muito bem o roteiro e o suspense. Destaco o excelente trabalho da atriz Ruth Gordon como a vizinha bisbilhoteira e satanista (não é a toa que ganhou dois prêmios). Já Mia Farrow não seguiu o mesmo padrão e criou uma personagem fraca e apática. Mesmo assim, o roteiro vence quando trabalha com os dramas que as grávidas sofrem de tensão, neuroses, depressões, etc, culminando a um desfecho surpreendente a apenas aqueles que nunca conviveram com uma grávida.
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2020
Um filme difícil de se assistir hoje em dia, quase todo o filme é chato, acontecem alguns acontecimentos macabros, e bizarros, no final o filme te prende, fazendo se perguntar, é mesmo bruxaria ou Rosemary está louca, enfim, o fim foi até legal, mais no geral, pra mim é um filme meia boca, pretendo nunca mais assisti-lo novamente, terror, medo ou sustos nada, nada nada nada, bem fraco mesmo.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 277 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2024
Uma obra prima do terror. Um filme perturbador e sutil de Roman Polanski. Um dos pioneiros do terror psicológico o filme estimula a imaginação. Atuações brilhantes de Mia Farrow como Rosemary e Jonh Cassavetes como seu marido. A trilha sonora é impecável e combina com o filme.
Marcelo Lopez
Marcelo Lopez

55 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2013
A trama aborda o cotidiano de um casal que após mudar para o novo apartamento tem suas vidas transformadas ao se envolverem com vizinhos pertences à seita satânica. Os novos vizinhos invadem a privacidade do casal e induzem o esposo de Rosemary, um ator decadente, a fazer um pacto com o demônio, oferecendo seu filho, pela promessa de vencer na carreira.
Um filme que aterroriza justamente pela subjetividade do roteiro. Com o decorrer da trama o medo do desconhecido ganha contornos cada vez mais assustadores. Como é assustador relacionar a figura inocente de um bebê com simbologias satânicas. Por isso a polêmica em torno do filme foi grande, como também foi grande o sucesso. Após mais de 46 anos desde seu lançamento, "O Bebê de Rosemary" é lembrado como um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. A direção de Polanski foi inteligente ao deixar subentendido a concepção de um filho do demônio e o terror de uma mãe ao perceber todo esse ritual em que está envolvida. No filme não há aquele terror explicito: sangue, agressões ou um personagem físico horripilante. Mas há elementos reais como: ganância, feitiçarias, ocultismo e fatalidades que contribuem para aumentar o suspense e tensão do filme.
Evelyn K.
Evelyn K.

5 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Para construir um filme que prende a atenção, causa medo, sem susto, sem filmagens escuras, sangue, cores dramáticas, foi preciso caprichar.
O filme é para parecer um romance. Na abertura, aquela paisagem urbana clássica, alguns acordes de suspense, e uma cantiga de ninar. Os créditos iniciais em letras românticas em cor de rosa.
Um casal apaixonado, divertido e atraente procurando um apartamento.
No desenvolvimento da história, o casal decide ter um bebê, e a mãe fica enciumada com os vizinhos idosos que conseguem conquistar seu marido.

spoiler: A cor amarela que é predominante nas cenas, é uma cor essencialmente alegre. Não existem tomadas que causem suspense ou susto, e até mesmo os vilões são excentricos, divertidos como personagens de comédia. È crucial entender que cada personagem desenvolve no filme um choque na personalidade. Primeiro, o ambicioso ator que tenta agradar a esposa com um apartamento mais caro, fica obcecado por sua carreira ao ponto de sacrificar seu bebê e ignorar a esposa. Ao entender o poder dos bruxos, e conseguir um papel, ele passa a conduzir com suas habilidades de atuação Rosemary para o ritual. Achei relevante a cultura machista da época retratada no filme, aonde a esposa ficava em casa em uma vida bastante tediosa em que o ponto alto era encontrar o marido e agradar a ele e ser ignorada. Os idosos vizinhos se passam por inconvenientes atenciosos, que para driblar a vida tediosa, assumem figuras paternais a jovens, assim como fizeram com a moça que encontraram na rua drogada.
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