Média
3,4
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Esse filme é um clássico de 90s. Contamos com a história de uma criança que nasceu e cresceu totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade sobre como uma criança deve ser.
Junior foi rejeitado por mais de 30 famílias por ser travesso demais, e a primeira rejeição veio de sua família de sangue.
O protagonista usava maldades como forma de chamar atenção e com o mesmo pensamento de "eu vou fazer o que eu quiser, eles vão enjoar de mim e me devolver pro orfanato como sempre fazem". Tudo isso muda quando Junior encontra sua última família, ele tem um pai que está disposto a fazer de tudo por ele, mas tem uma mãe que age indiferente e só liga pra Status.
A criança inicialmente dá continuidade às suas maldades, mas em vez de devolverem ele, o pai tenta entender o garoto mais do que tudo, até chegar em um limite.
Depois de muitas maldades feitas pelo menino, o pai está quase enlouquecendo, mas ele não desiste e decide tentar pela última vez. Com o semblante estressado e uma postura decidida, ele vai atrás do seu filho que acabara de ser sequestrado.
O filme se encerra com Junior e Ben juntos como uma família, e alí a criança entende o que é o amor verdadeiro, ele entende muito bem que pode ser amado sem precisar chamar atenção, e tudo isso graças ao Ben, ator incrível (John Ritter) que agiu exatamente como deveria, e mudou totalmente a cabeça do "pestinha".
Junior foi rejeitado por mais de 30 famílias por ser travesso demais, e a primeira rejeição veio de sua família de sangue.
O protagonista usava maldades como forma de chamar atenção e com o mesmo pensamento de "eu vou fazer o que eu quiser, eles vão enjoar de mim e me devolver pro orfanato como sempre fazem". Tudo isso muda quando Junior encontra sua última família, ele tem um pai que está disposto a fazer de tudo por ele, mas tem uma mãe que age indiferente e só liga pra Status.
A criança inicialmente dá continuidade às suas maldades, mas em vez de devolverem ele, o pai tenta entender o garoto mais do que tudo, até chegar em um limite.
Depois de muitas maldades feitas pelo menino, o pai está quase enlouquecendo, mas ele não desiste e decide tentar pela última vez. Com o semblante estressado e uma postura decidida, ele vai atrás do seu filho que acabara de ser sequestrado.
O filme se encerra com Junior e Ben juntos como uma família, e alí a criança entende o que é o amor verdadeiro, ele entende muito bem que pode ser amado sem precisar chamar atenção, e tudo isso graças ao Ben, ator incrível (John Ritter) que agiu exatamente como deveria, e mudou totalmente a cabeça do "pestinha".
É divertido, o primeiro Pestinha traz uma mensagem bonita meio que nas entrelinhas sobre as crianças adotadas, a origem da peste em pessoa "Junior". Obviamente o filme todo não é voltado nisso mas nas insanidade e falta de bom senso de Junior que a princípio é entendido como um pequenino psicopata mas é a figura da criança mal entendida e apenas super inconsequente. O filme inteiro tentam fazer umas sacadas engraçadas, mas comparada com os outros dois filmes, esse é o que tem menos cenas engraçadas, os coadjuvantes não agradam tanto, atuam lendo apenas um script e não chamam atenção, exceto o caricato Gilbert Gottfried ou Mr.Peabody que é junto com Junior uma das figuras da série O Pestinha. Filme que passou muito na televisão aberta. Tempo bem balanceado, menos de 90min, agradável de assistir como passatempo. Engraçadas situações mas não tão bizarras quanto os filmes na sequência.
O pestinha é uma comédia infantil bem divertida, onde Júnior apronta de todas as formas contra tudo e contra todos.
Uma comédia divertida dos excelentes anos 90! Esse filme marcou muito a vida da criançada daquele ao e até hoje diverte com as cenas do Junior aprontando todas. Vale muito a pena revisa-lo.
Acho que a trilogia é uma sátira à uma sociedade hipócrita e doentia. Personagens preconceituosos, invejosos, perseguidores. Vê-se claro atitudes subscritas de pedofilia, apologia à violência e etc e etc. A ideia de colocar uma criança como protagonista é apenas pra dar um ar intrincante aos enredos. É o que gostamos, inconscientemente, de ver.
Maravilhoso filme, uma comédia que foi uma das melhores.
Saudades de Jack Warden.
E onde anda Michael Oliver??? que ruivinho mais lindo.
Saudades de Jack Warden.
E onde anda Michael Oliver??? que ruivinho mais lindo.
Quem ainda não decorou cada cena do filme ou o nome das personagens? Passa quase que mensalmente na sessão da tarde, e é muito engraçado. O problema é que os filmes de comédia que geralmente agradam a muitos são de humor inteligente, e não o besteirol. Convenhamos, a festa que é feita no orfanato quando o garoto é adotado é hilária. Parece vitória de copa do mundo. Outros lances de gênio são o tratamento do avô dado à criança ("É um demôôônio!"), o respeito que o "matador da gravata borboleta" tem na prisão, o (impossível) arremesso do taco de baseboll no carro do futuro prefeito, a vitória na liga infantil, etc. Só não recebe nota 10 pois segue uma desgastada fórmula adotada nas décadas de 1980/90 em relação aos filmes de comédia. Começa com o teatro do absurdo, com humor escrachado, e vai terminando com uma "aventura", vamos colocar dessa forma, ficando fácil de memorizar as fases da história contada no filme.
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