O Pestinha
Média
3,4
123 notas

7 Críticas do usuário

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1 crítica
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.323 seguidores 3.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de dezembro de 2019
Uma comédia divertida dos excelentes anos 90! Esse filme marcou muito a vida da criançada daquele ao e até hoje diverte com as cenas do Junior aprontando todas. Vale muito a pena revisa-lo.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

115 seguidores 371 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de janeiro de 2022
O pestinha é uma comédia infantil bem divertida, onde Júnior apronta de todas as formas contra tudo e contra todos.
Vinícius d
Vinícius d

615 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de maio de 2022
É divertido, o primeiro Pestinha traz uma mensagem bonita meio que nas entrelinhas sobre as crianças adotadas, a origem da peste em pessoa "Junior". Obviamente o filme todo não é voltado nisso mas nas insanidade e falta de bom senso de Junior que a princípio é entendido como um pequenino psicopata mas é a figura da criança mal entendida e apenas super inconsequente. O filme inteiro tentam fazer umas sacadas engraçadas, mas comparada com os outros dois filmes, esse é o que tem menos cenas engraçadas, os coadjuvantes não agradam tanto, atuam lendo apenas um script e não chamam atenção, exceto o caricato Gilbert Gottfried ou Mr.Peabody que é junto com Junior uma das figuras da série O Pestinha. Filme que passou muito na televisão aberta. Tempo bem balanceado, menos de 90min, agradável de assistir como passatempo. Engraçadas situações mas não tão bizarras quanto os filmes na sequência.
Cilania
Cilania

328 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Maravilhoso filme, uma comédia que foi uma das melhores.
Saudades de Jack Warden.
E onde anda Michael Oliver??? que ruivinho mais lindo.
Alexandre
Alexandre

17 seguidores 76 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Quem ainda não decorou cada cena do filme ou o nome das personagens? Passa quase que mensalmente na sessão da tarde, e é muito engraçado. O problema é que os filmes de comédia que geralmente agradam a muitos são de humor inteligente, e não o besteirol. Convenhamos, a festa que é feita no orfanato quando o garoto é adotado é hilária. Parece vitória de copa do mundo. Outros lances de gênio são o tratamento do avô dado à criança ("É um demôôônio!"), o respeito que o "matador da gravata borboleta" tem na prisão, o (impossível) arremesso do taco de baseboll no carro do futuro prefeito, a vitória na liga infantil, etc. Só não recebe nota 10 pois segue uma desgastada fórmula adotada nas décadas de 1980/90 em relação aos filmes de comédia. Começa com o teatro do absurdo, com humor escrachado, e vai terminando com uma "aventura", vamos colocar dessa forma, ficando fácil de memorizar as fases da história contada no filme.
Cezário A.
Cezário A.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de dezembro de 2015
Acho que a trilogia é uma sátira à uma sociedade hipócrita e doentia. Personagens preconceituosos, invejosos, perseguidores. Vê-se claro atitudes subscritas de pedofilia, apologia à violência e etc e etc. A ideia de colocar uma criança como protagonista é apenas pra dar um ar intrincante aos enredos. É o que gostamos, inconscientemente, de ver.
Karla Julyane
Karla Julyane

25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de agosto de 2026
Esse filme é um clássico de 90s. Contamos com a história de uma criança que nasceu e cresceu totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade sobre como uma criança deve ser.
Junior foi rejeitado por mais de 30 famílias por ser travesso demais, e a primeira rejeição veio de sua família de sangue.
O protagonista usava maldades como forma de chamar atenção e com o mesmo pensamento de "eu vou fazer o que eu quiser, eles vão enjoar de mim e me devolver pro orfanato como sempre fazem". Tudo isso muda quando Junior encontra sua última família, ele tem um pai que está disposto a fazer de tudo por ele, mas tem uma mãe que age indiferente e só liga pra Status.
A criança inicialmente dá continuidade às suas maldades, mas em vez de devolverem ele, o pai tenta entender o garoto mais do que tudo, até chegar em um limite.
Depois de muitas maldades feitas pelo menino, o pai está quase enlouquecendo, mas ele não desiste e decide tentar pela última vez. Com o semblante estressado e uma postura decidida, ele vai atrás do seu filho que acabara de ser sequestrado.
O filme se encerra com Junior e Ben juntos como uma família, e alí a criança entende o que é o amor verdadeiro, ele entende muito bem que pode ser amado sem precisar chamar atenção, e tudo isso graças ao Ben, ator incrível (John Ritter) que agiu exatamente como deveria, e mudou totalmente a cabeça do "pestinha".
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