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Igor San
34 seguidores
95 críticas
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5,0
Enviada em 19 de outubro de 2019
Simplesmente uma obra-prima do gênero suspense. Um trabalho minucioso, perturbador e filosófico. Altamente recomendado a todos que gostam de uma boa dose de drama e suspense.
Um dos melhores suspenses psicológicos já feitos sem dúvidas. Hannibal Lecter o vilão definitivo do cinema, atuação monstruosa de Anthony Hopkins, Judie Foster também entrega a melhor performance de sua carreira. Uma pena que Jonathan Demme nunca conseguiu alcançar o mesmo nível em seus trabalhos posteriores. Hannibal Lecter é a representação definitiva do mal no cinema. O Silêncio dos Inocentes é mais do que um thriller de luxo, introspectivo e milimétrico, é o representante maior de um subgênero ainda pouco desenvolvido: O suspense dramático. Noir em sua origem, aqui o peso do passado e do presente se fundem sobre seus personagens de forma tão impactante que seus dilemas internos nos acompanham por dias, semanas após a primeira sessão. Claro, o horror está presente durante toda a projeção, o desenvolvimento profundamente pesado e angustiante está implícito em cada frame. Em uma das cenas finais, Demme finalmente tira a câmera subjetiva do ponto de vista de Clarice e com isso o espectador perde sua referência visual, ficando à mercê do horror junto com a personagem. É sem dúvidas um dos pontos altos do cinema americano no século XX. Obra-prima atemporal!
Uma outra obra-prima, todas as estatuetas que o filme ganhou foram merecidas. A inteligência do psicopata Hannibal é admirável, claro que sempre há frieza por detrás de cada palavra, e isso fez com que entrasse na galeria dos maiores vilões do cinema. Toda a história foi bem construída e o medo percorre pelas veias, há várias cenas marcantes, e a Jodie Foster conseguiu misturar drama com medo.
Um dos melhores filmes de todos os tempos! Elenco espetacular como m nomes conceituados como Anthony Hopkins, Jodie Foster, os dois ganhadores do óscar daquele ano, ainda temos Scott Glenn que por sinal está ótimo e ainda elenco de apoio espetacular. Roteiro único com um aspecto do diretor vindo de cima ou seja é simplesmente estupendo e indicado ao óscar, filme indicado a 7 óscar, sendo agraciado a cinco óscar, melhor filme, ator, atriz e direção do bom diretor Jonathan Demme. O silencio dos inocentes é um marco da história do cinema, uma verdadeira Obra prima da sétima arte.
Um suspense Policial perfeito, Jodie Foster esta muito bem, mas o que faz esse filme acima da média é a atuação assustadoramente perfeita de Anthony Hopkins como o psicopata.
Um clássico do suspense, com uma trama psicológica envolvente entre os atores principais. Jodie Foster e Anthony Hopkins estão formidáveis, além de uma direção que seduz e prende o telespectador. Há filmes que são sequências ou história prévia do rico personagem Hannibal, mas não tão bons como este primeiro.
Obra prima do cinema, com certeza quem der uma nota abaixo de 3 estrelas para esse filme é porque não o assistiu direito, não captou a alma do filme, que é um clássico fiel do livro, e incorporado de maneira perfeita e brilhantemente por Hopkins e Foster, Ted Levine também brilhante aparece como Buffalo bill, um psicopata depressivo, filme irretocável, um pai dos filmes do gênero, um dos melhores suspenses que veremos, que tempos bons de cinema
Um clássico muito bem elaborado. Podemos sentir a tensão emanando das cenas em que Hannibal e Clarice se encontram. Afora a genialidade com que construiu-se o medo pelo Hannibal, o psicopata principal e um dos meus malvados favoritos.
Tudo neste filme é um primor: Começando pelo roteiro, astuto, vai nos deixando pequenas pistas de onde a história vai, mas também é imprevisível e reserva boas surpresas. A direção é minuciosa e caprichada. Praticamente uma aula de como criar tensão, suspense e desespero. A cena do climax é de prender a respiração. O plano-sequência, apesar de não ser ensaiado com atores, é muito bem pensado por nos mostrar a casa do psicopata e faz isso de um jeito que nos causa horror e repugnância. Por fim, as atuações, principalmente de Hopkins, dão o toque final. Percebemos e tememos a loucura contida do psicopata e seu desequilíbrio entre a polidez e o grotesco. Uma obra-prima.
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