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W Barbosa Jr.
1 seguidor
3 críticas
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5,0
Enviada em 23 de setembro de 2024
O Silêncio dos Inocentes é uma obra-prima que atravessou o tempo cada vez melhor. Com roteiro quase perfeito de Tad Tally, baseado em um bom livro de Thomas Harris, direção esplendorosa de Jonathan Demme, montagem, cenários (até hoje eu me sensibilizo com a abertura, elevada ao cubo com a magnífica trilha sonora de Howard Shore), fotografia de Tak Fujimoto, tudo compilado resulta em um filme épico no sentido máximo da sétima arte. Deixei para comentar sobre o elenco no final. Jodie Foster mostra-se perfeita para o papel da agente estagiária do FBI Clarice Starling. Sua "caipirice" e pureza de sentimentos contrastam com a perversidade do personagem interpretado por Sir Anthony Hopkins, o aterrorizante e ao mesmo tempo apaixonante Dr.Hannibal Lecter. Sim, o psicanalista é capaz de ser um gourmand sedutor ao descrever como se refestela com uma de suas vitimas. Num jogo de gato e rato a agente estagiária vai ao encalço de Buffalo Bill, um serial killer que esfola suas vitimas como reses, ajudada por Lecter, que em troca de informações pessoais de Starling (quid pro quo) fornece pistas importantes para que ela tenha sucesso. Mesclando suspense e terror psicológico com pitadas de drama pessoal (a cena em que Clarice recebe o mapa com o dossiê referente a Bill, onde estão marcados os locais onde as garotas mortas foram encontradas, é antológica, nessa mesma sequência um imperador romano é citado de maneira brilhante por Lecter, pedra de toque para que a futura agente encontre o assassino). O elenco de apoio também é brilhante. Scott Glenn (diretor do FBI Jack Crawford) em sua melhor atuação, Ted Levine (Buffalo Bill), soberbo, Anthony Heald (dr. Chilton), Kasi Lemmons (a principal colega de Clarice, Ardelia) e Frankie Faison (Barney) como o ajudante que trabalha no manicômio são os mais relevantes.
O Silêncio dos Inocentes é um filme que quanto mais assisto mais gosto. Assistimos no cinema, em 1992, e vos digo que foi impactante. Recentemente assistimos a Longlegs, e quanta diferença. Comparar os dois é um acinte à inteligência, mesmo que mediana.
Muito bom, infelizmente filme assim tá cada vez mais difícil. Tem um ótimo suspense e com ótimo roteiro. O filme é lento, mas nada chato devido a excelente atuação de Anthony Hopkins, brilhante. Uma ótima trama quem trabalha muito as similaridades da protagonista com os antagonistas, o que deixa o filme melhor ainda! O último ato não tem erro!
Muito bom. As filmagens apesar de serem de época são interessantes e apresentam bem o filme. Uma das últimas em que o assasino observa a agente com óculos especiais é de tirar o fôlego. A atuação de Hopkins é de arrepiar, e eu quase achei que não era ele por conta da diferença dele com outros papéis. Achei curioso como certas coisas são levemente ditas, com sutileza, como, como a agente era menosprezada por ser mulher, e como era humilhante isso para ela.
Obra-prima do suspense. Anthony Hopkins brilhando como o icônico psicopata Hannibal Lecter e Jodie Foster dando o tom certo a inexperiente agente Clarice. As interações entre os dois personagens são o ponto alto desse filme. Roteiro e trilha sonora impecáveis.
Filme bem mediano, as cenas poderia ser mais elaborada, tem um enredo muito bom, atuação boa, mas em muitos momentos forçada. mulher tola, as vezes parece que o filme todo é tolo. Mediano, não recomendo.
"O Silêncio dos Inocentes" é um thriller psicológico de arrepiar os cabelos que continua a impressionar e intrigar os espectadores décadas após seu lançamento. É uma obra-prima do suspense, apresentando uma trama complexa, personagens fascinantes e performances excepcionais que deixam uma marca indelével na mente do público. Além de ser um thriller psicológico envolvente, "O Silêncio dos Inocentes" pode ser interpretado como uma exploração da dualidade humana e da busca pelo entendimento do outro. Clarice Starling representa a virtude e a determinação, enquanto Hannibal Lecter personifica a escuridão e a manipulação. A dinâmica entre os dois personagens ilustra a luta constante entre o bem e o mal dentro de cada indivíduo, e como a compreensão mútua pode levar a uma conexão inesperada, mesmo nos lugares mais sombrios da psique humana. Além disso, o tema da identidade e da transformação também é proeminente no filme. O assassino em série Buffalo Bill, que busca se transformar em uma mulher capturando e retalhando suas vítimas, representa a busca desesperada por uma identidade que muitas vezes leva a atos horríveis. Essa busca por identidade e pertencimento é uma reflexão da condição humana e das lutas internas que muitos enfrentam ao longo de suas vidas.
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