A incrível obra de Jane Austen é muito bem representada neste filme. Ótimas interpretações dos atores que deram vida aos personagens do livro, considerado pelos ingleses a segunda obra mais importante da literatura, atrás apenas de O Senhor dos Anéis. Menos após 200 anos, a história escrita por Jane encanta qualquer um que assista este filme.
O livro da escritora inglesa Jane Austen já teve inúmeras adaptações para o cinema e para a televisão. Algumas melhores, outras não tão boas, mas o retrato das relações sociais na Inglaterra do final do século XVIII e do início do século XIX é de agudez ímpar. Em outras palavras: é difícil fazer um filme ruim da obra de Jane Austen. Em "ORGULHO E PRECONCEITO" quem ocupa o centro da narrativa é a família Bennet. O casal interpretado por Donald Sutherland e Brenda Blethyn (maravilhosa, por sinal) sente-se compelido a casar uma de suas cinco filhas com um homem capaz de trazer segurança financeira para a família. Não me digam que se trata de uma visão machista da sociedade inglesa. Há aproximadamente 200 anos atrás as coisas não eram regidas pelo feminismo. A chegada de dois jovens amigos, Mr. Bingley (Simon Woods) e Mr. Darcy (Matthew Macfayden) agita a vida da prole da família Bennet. É num baile que ambos são apresentados à sociedade local. É justamente sobre Mr. Darcy que recai as atenções da mais bela e "libertária" das irmãs Bennet, Elizabeth (Keira Knightley). No início mr. Darcy se mostra um verdadeiro pé-no-saco, esnobe e gélido. Ao longo da narrativa, ele mostra outras facetas da sua personalidade que em nada tinham a ver com as suas características iniciais. O filme não revolucionará o cinema contemporâneo. Os enquadramentos, a trilha sonora sublinhando as emoções de Elizabeth e de Darcy, o beijo ao nascer do sol, a fotografia, enfim, todos os lugares comuns estão presentes. Tudo é muito cuidado, do cenário à maquiagem, e, como já disse anteriormente, o que acaba prevalecendo é o ótimo texto de Jane Austen. Keira Knightley está exuberante como atriz e como mulher. O público feminino certamente diz o mesmo a respeito de Matthew Macfayden. É o típico cinema para agradar gregos e troianos.
Para um filme de época achei muito bem tratado, porém com uma história arrastada. O desenrolar do enredo só acontece no final, todo o restante do filme parece que não serviu de muita coisa. Tudo aconteceu no fim.
Filme chato, a história basicamente é sobre um bando de mulher solteirona e sem talento pra nada que ficam caçando homens ricos pra casar, preconceito eu tive com esse filme, chato e sem graça.
para ver numa tarde chuvosa... não espere grandes revelações, é um filme para mergulhar no universo do sec. XIX, é gostoso de ver e tem uma história levinha... vale à pena!
Vou ficar em cima do muro em comentar sobre esse filme.Um filme que não chega a ser bom,e nem ruim.Muito cansativo,e a história se arrasta demais até seu final.Nada de inovador acontece ao longo do filme,sempre a mesma história e isso fez com que o filme se tornasse chato ao extremo.Como já falaram,Keira Knightley em um dos seus mas fracos personagens.(*Fraco).
O romance tem consistência, um figurino impecável, além de algumas belas paisagens. Todas as indicações ao Oscar do ano são compreensíveis, exceto a de melhor atriz (Keira) no qual achei um tremendo exagero a indicação.
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