Filme dirigido pelo mestre do terror e suspense criador de Freddy Krueger, Wes Craven, um bom filme de suspense pisicologico, sem muito sangue, mas não precisa disso quando a história é atraente, e vôo noturno é atraente!
Voo Noturno tem um formato bastante semelhante ao de Por um Fio, filme de suspense do diretor Joel Schumacher. Em ambos os filmes, a ação se passa em um ambiente claustrofóbico, com os dois personagens principais tão encurralados, que a sensação predominante é a de impotência. A diferença é que, em Voo Noturno, Lisa Reisert (Rachel McAdams) tem uma segunda chance para retomar o controle de uma situação que parecia totalmente fora de seu alcance.
Wes Craven foi o diretor responsável pelo renascimento dos filmes de terror. Com Vôo Noturno, ele se afastou um pouco de suas origens e deu um sopro diferente de criatividade ao gênero de suspense, que vinha sendo massacrado, em anos recentes, por uma série de diretores e filmes que só exploram o universo sobrenatural. Em Voo Noturno, não existem almas atormentadas, e sim uma situação que mexe com os nervos, que aflige e que incomoda. Você não vai querer estar na pele de Lisa Reisert.
Wes Craven apostou nesse filme em um elemento novo: o terrorismo que estava em alta no início desse século. Podemos dizer que o melhor desse filme é o fato dele ser curto, com isso o seu ritmo é rápido (principalmente quando vamos chegando ao seu final), sem muitas enrolações. Além das boas atuações de Cillian Murphy e Rachel McAmams. O ponto , se é que podemos chamar de negativo é que o filme não é de se ficar na memória de ninguém pelo fato de não levar nenhum grande aprofundamento.
Me lembro quando comprei o filme e assisti todo dia, mais de uma vez a cada dia, eu amei esse filme demais e nunca me lembrei de fazer uma critica a ele, sempre fugi ela mais agora eu me lembrei e acho que um filme tão bom e criativo desses merece uma critica de quem o ama: O começo do filme já nós mostra o que vamos encontrar (um filme de suspense com uma boa pitada de ação) e é o que vamos encontrar nele! Tem filme que engana com um bom trailer e quando vamos o assistir não é nada do que a gente pensava. O que não acontece no filme.
Lisa Reisert (Rachel McAdams) tem um grande pavor de voar e tem que encarar um vôo até Miami, e enquanto espera a hora de embarcar ela conhece um misterioso homem chamado Jackson Rippner (Cillian Murph), que a oferece uma boa conversa. Ao embarcar ela descobre que está sentada ao lado dele. Ao longo da conversa ele vai ficando cada vez mais estranho, até que Lisa descobre que ele e seus capangas querem matar um politico que está hospedado no hotel com a família em que Lisa trabalha e se ela não fizer o que ele diz, ele mata seus pai e agora Lisa terá que lutar por sua vida, do seu pai e do politico e sua família.
O filme é muito bom, o roteiro é inteligente, as cenas são eletrizantes e o filme nós envolve. A fotografia é ótima e nós intriga muito, e o que também é muito bom no filme é que as atuações são muito boas.
O diretor Wes Craven (Diretor da Franquia Pânico) nós mostra em todas as suas produções que ele não faz filmes ruins!. A química de McAdams e Murph é demais, prepare – se para se muita ação, suspense e muita, muita turbulência.
Wes Craven, de modo geral sempre teve um bom olho para suspense, principalmente aqueles envolvendo adolescentes e o mundo mais jovem. Aqui não faz feio com um suspense que envolve de tudo, medo de voar, claustrofobia, medo de estranhos e perseguição, atentados, trama policial. Ele adora colocar a mocinha nem sempre tão indefesa e burra como geralmente se vê nos filmes, vide série Pânico. Ainda assim, existem alguns clichês fácil de se perceber no filme, mas que são usados mesmo para marcar a assinatura do diretor. Rachel McAdams está linda e muito bem desenvolta no filme, e Cillian Murphy sabe jogar entre a sedução inicial à chantagem emocional posterior. A fotografia é muito boa, mas nada especial.
Os suspenses dos anos 2000 eram tão paia, comparado com os atuais. Muito sem graça e previsível. A Atuação da Rachel McAdams e do Cillian Murphy são ótimas, porém, os seus personagens são tolos de mais.
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