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Lucas S.
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204 críticas
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4,0
Enviada em 12 de novembro de 2019
Um filme pontual, o qual realça valores morais e conflitos sociais. Um jogador de tênis que se aposenta para iniciar carreira como professor de tal esporte, conhece Tom um jovem homem da alta sociedade britânica. O Professor Chris é convidado por Tom para um concerto, nesse evento é apresentado à irmã de Tom, Chloe. A partir desse momento o Chris se envolve com Chloe e inicia um relacionamento, o qual aponta para um casamento. Porém Tom é noivo de Nola, uma mulher de passado não muito claro e que é rejeitada pela sogra. A sensualidade de Chloe atiça com Chris, que acaba se envolvendo com essa mulher. Esse jogo perigoso de relacionamentos, acaba por ruir quando Tom cancela o casamento com Chloe e esta passa a querer investir seriamente no professor, porém o desejo do Chris é manter o casório na alta sociedade com a irmã de Tom, querendo apenas diversão fora do casamento.
Assim, ameaças se iniciam, e o irracional humano é colocado em ação. O resto é uma boa história para se assistir.
Ótimo filme de um diretor que não me encanta muito, mas me rendo a nobreza de seu filmes! Aqui temos um roteiro que sem sombras de dúvidas é um dos melhores daquele ano, se não for o melhor, elenco com nomes como Jonathan Rhys Meyers que está razoável, Brian Cox e da lindíssima Scarlett Johansson que está no auge da sua beleza, com toda a sensualidade que encanta a todos, além de sua excelente performance como Nola Rice, merecia sim ter sido indicada ao óscar, mas... Match Point tem um roteiro marcante e final impactante.
Os novos ares europeus que Woody Allen passou a respirar a partir da década passada definitivamente o fizeram bem. Nos últimos anos, um cineasta cansado de assinatura pueril, sem dúvidas. Mas é inegável que ainda existem em seu catálogo mais recente obras que contém o que há de melhor no realizador, como Meia-Noite em Paris e este Match Point, seu primeiro filme quase totalmente internacional. Um dos últimos grandes filmes do excêntrico artista do cotidiano. Um tenso thriller filosófico sobre classe e identidade, Ponto Final é interessante e estimulante a cada cena, nem parece que é o filme mais longo do diretor, pois os diálogos são tão bons e as situações que retrata tão identificáveis que a hora passa voando. A direção de Allen é astuta e segura, e é mais que prazeroso andar por Londres no mesmo ritmo e vigor que ele costuma andar por Nova York. Este filme é a verdadeira definição da palavra ''sútil'', um inteligente mosaico social desenvolvido magistralmente através dos diálogos, da música, e das rimas visuais. Scarlett Johansson está magnética como a sensual e emotiva Nola Rice e Jonathan Meyers está surpreendente entregando uma atuação sólida e expressiva. Um conto deliciosamente macabro e moralmente desafiador sobre destino, sorte, ambição e culpa. De longe o melhor filme de Allen dos anos 2000. NOTA : 9.5 / 10
O filme começa lento e a apresentação dos personagens ocorre como sempre. Chris Wilton mostra seu caráter fraco desde a primeira cena. Scarlet Johansson está magnificamente linda e parece ter tido uma boa química com Johnatan Rys. Mas o enredo não tem nada de espetacular e por vezes deixa a desejar. É previsível. E ilógico. Quem é assalta um apartamento usando espingarda para ameaçar e matar o morador? Se a intenção é mostrar desleixo e desorganização do criminoso não obteve êxito, pois o investigador parece mais o inspetor Clouseau, de A pantera cor de rosa. Mérito para Woody Allen, pois conseguiu fazer de um adultério uma referência a Crime e Castigo.
Concordo totalmente com o que disse o Tadeu, não vou dizer que é melhor finais fspoiler: elizes ou não, mas o protagonista fazer tudo que fez e os investidores nem outros personagens do filme não descobrirem nada, muito fraquinho, são duas horas em que a primeira hora é bastante arrastada, na parte final houve um desenvolvimento melhor, mas gostei do final, o cara saiu totalmente impune, muito fraco.
Filme extremamente inspirado na obra de Dostoiévski e cena por certo copiada da cena do crime de Crime castigo. O protagonista é um tenista em final de carreira que dá aulas para sobreviver e tem a oportunidade de se casar com uma garota rica, mas entra em um triângulo amoroso onde se assassina a amante para não perder a boa vida e se livrar do problema. Em suma, trilha sonora que nops ambienta na pressão psicológica sofrida pelo protagonista. O grande destaque é trazer a tensão que a reflexão moral do crime causado nele, traz reflexões sobre questões morais existenciais humanas . Ao contrário de muitos, achei inteligentíssima a reviravolta em desvendar o crime. Eu particularmente não acha a Scarlett tão bonita assim, mas cabe perfeitamente no papel e interpreta de maneira deslumbrante. Em suma: filme voltado ao público mais intelectualizado, que tem contato com a obra de Dostoiévski e a tragédia grega
Um bom filme, apenas isso. Por ser um filme do Woody Allen deixou a desejar. Acho que deveriam escolher melhor o ator, nada contra o Jonathan Rhys Meyers mas ele é meio zoadinho para ficar com a Scarlett Johansson.
Um bom filme, mostra bem o que as pessoas são capazes para conseguirem manter algo que querem. Gostei do final, onde o assassino encontra as duas vítimas, embora tenha sido bastante superficial . Vou dar nota máxima só pra subir a média desse filme que a meu ver merece um 4,5. :3
Filme sobre interação humana, família, dinheiro, traição e sexo. O filme passa quase todo tempo no ponto de vista do ator Jonathan Rhys-Meyers, e sua ascensão pessoal e na carreira, mas as cenas crescem muito com a Scarlett Johansson, que faz parte do elemento principal da trama, filme na medida certa, com boas interpretações, diálogos, trilha sonora e final surpreendente.
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