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Lucas Lopes
1 seguidor
25 críticas
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4,0
Enviada em 11 de março de 2026
Belo filme, que retrata a história de companheirismo e cumplicidade de uma senhora de aparência amarga e personalidade forte, por assim dizer, e um também senhor negro que por sua vez leva a vida de maneira leve e alto astral. O filme sensibiliza em questões eternamrente atuais como certa solidão sofrida pelos idosos, o preconceito proveniente da falta de informação, o orgulho como entrave nas relações, frieza da relação de patrão e empregado, entre muitos outros tópicos. Como já destacado em outras críticas, é um filme com cenas mais lentas, com pouca ação na câmera e ritmo mais devagar, portanto o filme não é unanimidade mas quem busca um belo drama certamente é uma boa escolha.
Melhor filme da vida, apesar de bem antigo é delicioso de assistir… Sabe aqueles filmes que deixam a alma leve. Morgan Freeman como um simpaticíssimo motorista e companheiro da patroa, eu adorei e certamente assistirei de novo.
Eu achei um filme lindo que retrata muito bem a amizade improvável entre uma idosa judaica e um velho motorista negro. Retrata a evolução da amizade dos dois e de forma simples e natural o quadro racial da época (sem forçar como em muitos filmes atuais). Posso estar empolgado, mas nota 10!
Filme muito simpático! Um motorista um tanto irreverente e uma Sra judia um tradicional passam a conviver juntos, criando um laço de amizade! A história aborda a questão do preconceito vivenciado especialmente naquela época, com um toque de comédia.
Aquele filme sensível com cara de cinema nacional. Ou seja, nada acontece. Firme para nos fazer pensar? Hm, sim. Mas ainda assim faz pouco nesse sentido, ao menos para os dias de hoje. Só vale pela atuação de Jessica Tandy. Um de meus atores preferidos Morgan Freeman não teve a oportunidade de brilhar tanto com um papel limitado de motorista bom moço.
Um filme que envelheceu bem, mas que continua enigmático em alguns sentidos (ele é, de fato, racista?). Em outros, se reforça ainda mais, como é o caso da belíssima trilha sonora, composta pelo rival de temas de John Williams, Hans Zimmer, e das interpretações de Morgam Freeman e Jessica Tandy.
O filme é bem lento, mas conta com um bom roteiro, a história é simples, porém sensível e emocionante, destaque para a belíssima atuação da Jessica Tandy.
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