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Rian Augusto
18 críticas
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3,5
Enviada em 26 de maio de 2026
Premonição 3 continua sendo uma sequência bacana em relação ao segundo e ao primeiro filme. Apesar de trazer novos personagens sem o retorno direto de figuras anteriores ainda há referências aos acontecimentos dos filmes passados, o que ajuda a manter certa conexão. A cena de abertura, com o acidente, na minha opinião é a mais fraca da franquia. Ela acaba sendo muito repetitiva e segue aquela fórmula já conhecida, sem trazer um impacto realmente novo. Por outro lado, as mortes ao longo do filme são um grande destaque. Algumas são extremamente marcantes e sangrentas, como a cena das amigas na câmara de bronzeamento e também a sequência na academia. São momentos bem construídos dentro da proposta do filme. O final é excepcional, talvez o mais diferente da franquia, o que dá um ponto positivo importante. No entanto, os personagens são, em sua maioria, rasos. Falta carisma em vários deles alguns até geram certo apego, mas outros simplesmente morrem e você segue o filme sem se importar muito. A protagonista, por outro lado, é a melhor parte do filme. Ela consegue segurar bem a história e carrega o filme nas costas. Ainda assim, o longa apresenta problemas técnicos semelhantes aos do segundo, além de um ritmo acelerado demais em alguns momentos. Poderia ser um filme perfeito se tivesse um desenvolvimento mais equilibrado.
O melhor da saga, mesmo sendo literalmente a morte que vem atrás deles, o filme consegui ter mais pé no chão que os outros, cada cena da agonia de assistir e não é tosco, os personagens não são uma porta ambulante e mesmo sabendo o final você quer que eles se salvem, na minha opinião os outros não tinham nem que existir.
Premonição 3 mantém o espírito caótico e inventivo da franquia, apostando em mortes cada vez mais elaboradas e criativas. Dessa vez, a trama gira em torno de uma premonição durante um passeio de montanha-russa — e só esse início já é suficiente para deixar qualquer um tenso ao entrar em um brinquedo similar. A protagonista Wendy consegue impedir a tragédia, mas, como já sabemos, enganar a Morte tem um preço, e ela volta para cobrar cada vida com requintes de crueldade.
O filme acerta ao criar um clima constante de paranoia, usando objetos do dia a dia como ferramentas de tensão. Por mais exageradas que sejam algumas situações, há sempre aquele suspense eficiente que prende a atenção. A direção de James Wong entrega momentos icônicos, com uma fotografia que casa bem com o tom sombrio e quase cômico das situações.
Apesar de seguir uma fórmula já conhecida, Premonição 3 consegue se destacar por seu ritmo ágil, personagens mais carismáticos e cenas de morte que beiram o memorável — inclusive a sequência do salão de bronzeamento, que traumatizou uma geração. É um filme que entende seu público e entrega exatamente o que se espera: entretenimento de horror puro e simples.
Um dos melhores da franquia, a cena da montanha-russa ficou marcada na memória de muita gente por anos — um daqueles momentos que definiram o terror dos anos 2000 e ainda assombram nossas lembranças adolescentes.
Premonição 3 volta a ter James Wong na direção e no roteiro ao lado de Glen Morgan e Jeffrey Reddick. Dessa vez acompanhamos a história de Wendy (Mary Elizabeth) que está em um parque de diversão junto com seus amigos e namorados. A jovem tem um pressentimento de que todos vão morrer em um montanha-russa. A sua visão se torna verdadeira e agora aqueles que sobreviveram devem lutar para enganar a morte. Nesse novo filme a direção investe em mortes mais chocantes com cenários incomuns (algo que foi interessante no filme). Por outro lado, os personagens em especial desse filme são ruins, repletos de clichês que dessa vez não funciona muito bem. Além de não termos relação nenhuma com os personagens do filme fazendo que suas mortes não sejam sentidas. As relações com os filmes anteriores ficam mais distantes, pois não temos nenhum personagem. Tony Todd não aparece com seu personagem e sim empresta a voz para o Diabo que aparece no parque e na cabine do metrô para anunciar a próxima estação. A única ligação são a menção ao voo 180. A Cena do incidente no parque foi boa, mas no geral o filme ficou um pouco abaixo dos 2 primeiros da franquia.
Bom filme e sem dúvidas o meu preferido da franquia. Por mais que o CGI seja bem tosco em alguns momentos, o filme consegue ter um roteiro e personagens bem mais suportáveis que os outros filmes, além da icônica morte spoiler: das Ash's na câmaras de bronzeamento . 4/5, não chega a ser um 5 por conta do roteiro que não é dos melhores e do CGI, mas eu gosto bastante desse filme.
Esse terceiro filme da série segue a mesma fórmula dos anteriores, mas ainda assim consegue entreter. A sequência inicial no parque de diversões é tensa e bem feita, especialmente o acidente na montanha-russa. A trama gira em torno de uma garota que tem uma visão do desastre e tenta salvar os amigos, mas, como sempre, a Morte não deixa barato. Os sustos continuam criativos, com mortes exageradas e um toque de humor sombrio. Destaque para as cenas do salão de bronzeamento e da pistola de pregos, que realmente impressionam. A trilha sonora dá um toque extra que funciona bem. Apesar de alguns exageros no gore e de momentos mais lentos, o filme tem um humor irônico inteligente e um final que, para mim, é um dos mais coerentes da série.
Este filme é um clássico do terror com ótima atuação dos atores que mantém a lógica dos antecessores o filme não consegue explorar algo a não ser os eventos trágicos porque isso é premonição mais inova nas mortes e é bom no suspense ótimo filme.
Conseguiu ter menos furos que o segundo filme, mas não apresentou nada de novo para a franquia. Tem a melhor ambientação dentre os 5 filmes, graças ao clima perturbador do parque, mas apenas isso.
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