Realmente é um filme brasileiro bastante bem feito,e que marcou a a carreira de Lázaro Ramos,que realiza em O Homem que Copiava,uma atuação com diversidade na parte dialogal.Na narração que ele próprio realiza na primeira parte,os diálogos apresentam-se de uma maneira rápida e veloz,porém,o personagem vivido por ele é bastante lento na fala.Isso é bastante interessante,pois ele teve que se adaptar as mudanças propostas pelo diretor,para seu personagem.O filme é divertido,em sua primeira metade,mas a partir da reação de Silvia tem quando descobre quem realmente é André,muda totalmente de eixo o longa,causando talvez o desagrado de diversas pessoas.Eu particularmente achei isso muito estranho,mas com certeza,isso não prejudicou ou destruiu o filme.Apenas mudou o sentido e encaminhou para um final inimaginável.
Divide opiniões,mas é bastante legal,e contém inclusive animações que diferenciam-o de outros filmes nacionais.
Um bom filme! Jorge Furtado insere de forma natural e genuína um humor negro à realidade, especialmente a realidade de um cidadão brasileiro, com suas amarguras e dificuldades. Um bom roteiro, uma direção firme e muito própria do cineasta. Parabéns ao cinema brasileiro por mais esta produção!
Um filme totalmente inovador,diferente,ousado,e o mais importante impecavél jorge futado mostrou que dá para realizar filmes com ação comedia em um longa brasileiro com animações que se encaixa como a última peçade um quebra cabeça uma lição do que é ousar e confiar no seu potencial de um bom roteiro e uma bela direção.O homen que copiava sem dúvida nemhuma abrirá novos caminhos no cinema brasileiro.
Um filme politicamente incorreto em que você se sensibiliza com a história do protagonista e torce pra o crime dele dar certo já que você fica com a sensação de que ele não é mal. As histórias paralelas, flashbacks e a atuação do Pedro Cardoso, com um personagem que lembra muito o Agostinho Carrara, também contam à favor. Só achei que poderia não ter feito algo tão forçado quanto ao final.
Uma das grandes surpresa do recente cinema brasileiro. Estruturando-se sobre um efeciente roteiro ( um dos costumeiros pontos fracos do cinema tupiniquim), recheado de personagens deliciosamente reais e uma boa direção, "O homem que copiava", apresenta-se como uma imperdível comédia de humor negro genuninamente brasileira."
Lázaro Ramos entrega uma das atuações mais marcantes do cinema brasileiro dos anos 2000: seu André é ao mesmo tempo ingênuo e calculista, um "anti-herói" que justifica seus atos como se fossem simples lances de sorte. A narração em primeira pessoa, com um tom quase cômico, cria empatia e aproxima o espectador, mesmo quando André comete crimes.
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