Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
marcelo
190 seguidores
181 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é tão PERFEITO que fica até difícel de comentar. A Hilary Swank arrebentou no filme do comerço ao fim, infelizemente não levou os 7 oscar`s como merecia, mais valeu!. É isso aí, e rumo ao oscar 2006. Tchau.
Excelente filme de Clint Eastwood. Retrata como poucas vezes aconteceu o mundo do boxe de forma honesta, enxuta, sem partidarismo. Tem pequenos senões, que não desmerecem o conjunto, como por exemplo o golpe sujo dado pela lutadora,quando a menina se dirigia ao corner, que seria passível de eliminação e até prisão da lutadora que o desferiu. Difícil de acontecer com profissionais. Mas os detalhes do treinamento, a velha academia e a motivação dos personagens, são bem tratados no filme.Clint Eastwood é hoje o melhor diretor dos EUA.
Com enredo e técnica simples, Clint Eastwood conta uma história que vai além do proposto pela sinopse, salientando que somos o resultado das escolhas que fazemos. Vale também pela interpretação dos atores, em especial Hillary Swank, que confirma seu talento novamente merecedor do Oscar.
Quem deveria levar o oscar é Morgan Freeman, que solidifica o filme como um todo e dá base à personalidade de Frank Dunn. Grande Filme! Interessante é que quase todo o filme se passa na academia de boxe, dando ênfase a diálogos bem elaborados, que formam a trama e prepara o espectador para o desfecho dramático.
De cara já adianto que vou torcer muito, mas muito mesmo que "Menina de ouro" seja premiado com a estatueta mais cobiçada: Oscar de melhor filme. Frankie (Clint Eastwood) é dono de uma academia de boxe decadente. Os poucos lutadores que têm alguma chance de trazer algum lucro para Frankie, acabam se afastando pelo fato dele ser muito cuidadoso com a carreira dos seus pupilos. Trocando em miúdos, ele chega a abrir mão da chance de ter um boxeador que possa disputar o cinturão de campeão por não achar que o mesmo está suficientemente preparado. Parte dessa forma de Frankie agir deve-se a ele não ter "jogado a toalha" quando Eddie (Morgan Freeman) perdeu a visão em um dos olhos numa luta há muitos anos. Eddie não permitiu que Frankie interferisse. Como Eddie, que é o narrador do filme, chega a dizer a certa altura do filme, "eu tive a minha parte na vida". Ele saboreou o gosto da glória, apesar de agora viver num quartinho dentro da academia, numa solidão de fazer inveja aos monges tibetanos. O abandono também se aplica a Frankie, que tenta se corresponder com a filha que o abandonou por razões não explicadas. Tudo transcorria de forma normal até o dia em que Maggie (Hilary Swank), uma garçonete pobre e "caipira" de 31 anos de idade adentra a academia pedindo para que Frankie, ou "boss" (chefe), a treine. No início Frankie nega-se a treinar Maggie, que ganha a confiança de Eddie. Ela passa a treinar todo dia na academia após largar o seu trabalho. De tanto insistir Maggie consegue convencer Frankie a treiná-la. O lado paterno de Frankie passou a vir à tona na medida em que lidava com Maggie. Esta que, por sua vez, tinha uma família que só fazia humilhá-la, mas quando a questão era dinheiro aí as coisas eram diferentes. Acho que todos nós conhecemos bem esse roteiro. Pai e filha, por assim dizer, foram se aprimorando dentro e fora dos ringues. Em poucos meses Maggie já estava lutando nos ringues europeus, a garçonete da California havia conquistado o mundo. Infelizmente a vida não é feita só de vitórias. A atuação de Hilary Swank é simplesmente fantástica. Não tenho a menor dúvida de que ela levará o Oscar de melhor atriz. É importante também frisarmos que a narração de Eddie (Morgan Freeman) é um espetáculo à parte. Aliás, não existe ator que consiga transmitir tamanha segurança e sabedoria quando surge na telona. E, por último, Clint Eastwood, continua com o mesmo jeitão característico: cara calado, vivendo com os seus demônios internos, com um senso de humor perspicaz, só que como um bom vinho, está cada vez melhor na direção dos seus filmes. E esta película é a melhor filme de 2005.
Mais um ótimo filme produzido, dirigido e estrelado por Clint Eastwood. E Hilary Swank nunca esteve tão atraente como nessa história de uma garçonete que sonha em brilhar no ringue. O ritmo do filme é lento mas mantém sempre a atenção do expectador. A trilha sonora poderia ser um pouco mais presente, e lembra outro trabalho de Eastwood - Os Imperdoáveis. A narrativa corre sem que se faça qualquer análise moral ou ética da ação dos personagens. Simples, direto e até certo ponto comovente, com certeza é um filme que não se esquecerá tão rápido após a saída da sala de projeção.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade