Homem-Aranha 3
Média
4,0
4410 notas

104 Críticas do usuário

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apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de novembro de 2013
Este foi um dos melhores da triologia meio dramatico no final mais eu gostei do filme
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de novembro de 2013
Bem Concerteza o Mais Fraco Da Trilogia Mais Mesmo Assim o Filme e Bom Com Um Final Impressionante e Bem Legal , Homem Aranha 3 Ve Com Proposito de Agrada o Publico Mais Uma Vez , Com Otimas Atuaçao , Mais Com Um Roteiro Ridiculo e Sem Sentido O Cara Que Tudo Mundo Achou Que Matou o Tio Ben Na Verdade Nao Era Pois Era Outro o Venom E Muito Feio Mesmo Com Roteiro Ridiculo o Filme Agrada Bastante Nota 8.5
Veditto
Veditto

4 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2013
Nesse terceiro filme o roteiro ficou devendo bastante, mais ainda sim é um bom filme do aranha. Efeitos Especiais sensacionais marcaram na última trilogia de Sam Raimi.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de dezembro de 2013
Home Aranha 3, a continuação de um dos melhores filmes de super heróis já feitos pelo universo Marvel. Entretanto antes de assistirmos percebemos um certo exagero por conta de empresa, de diretores e empresários do ramo que desejam fazer do filme um estouro de bilheteria e não um filme com qualidade textual e perfeito dramaticamente escrevendo. A criação de um Homem Aranha Preto e que foi possuído por uma força alienígena é desnecessário e a criação de 3 vilões menos ainda. Mas dentre os vilões está um que completa um ciclo bem feito durante toda a jornada do Aranha, seu amigo Harry. Que na trama anterior descobre que o "assassino" de seu pai (Duende Verde) é Parker, e nesse filme ele volta com toda energia concentrada na vingança e derrocada de Peter, tanto na sua vida pessoal quanto na de super herói. O filme tem ótimos efeitos especiais, com as belíssimas cenas de voo do Homem Aranha e as cenas de batalha num arranha céu em Nova Iorque são épicas; as personagens principais são as mesmas, com os mesmo atores e infelizmente descobriram a linda e talentosíssima Bryce Dallas Howard apenas no terceiro, porque ela convence muito mais que Kirsten Dunst como Mary Jane. Os novos personagens mantém o foco do filme na luta pessoal e heroica de Peter. O filme termina em grande estilo completando uma linda saga desse que é um dos melhores super heróis da história do cinema e que terá seus voos e lutas eternizados no cinema.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de julho de 2013
Filme agrada pela ação e efeitos, mas escorrega no roteiro spoiler:


Bom

No primeiro filme ele ganhou seus poderes e aprendeu que deveria usá-los com responsabilidade social. No segundo, quase sucumbiu ao estresse dessa filantropia superpoderosa. No terceiro, desfruta de uma recém-adquirida celebridade - e paga o preço do sucesso e do distanciamento.

De certa forma, Sam Raimi, o criador independente de obras cultuadas como a trilogia Uma noite alucinante, também sofreu do "Mal de Parker". No terceiro filme da série que adapta as aventuras dos quadrinhos do maior herói da Marvel Comics, o cineasta - hoje também uma celebridade - teve um dos orçamentos mais gordos já vistos no cinema: insanos 258 milhões de dólares. Com isso, empolgou-se com efeitos e possibilidades técnicas e desconectou-se do que fez os dois primeiros longas tão excepcionais, o roteiro.

O maior erro de Homem-Aranha 3 é primário e encontrado em grande parte dos filmes de Hollywood: a necessidade de amarrar obsessivamente todos os personagens e obrigatoriamente inseri-los dentro do arco narrativo. Mania de curso de roteiro do tipo "receita de bolo" (quem já leu qualquer coisa do Syd Field sabe do que estou falando), em que todos os personagens precisam partir de um ponto e chegar noutro, aprender alguma coisa, crescer. Diabos, por que eles não podem passar o filme inteiro sem aprender coisa alguma? Por que todos os antagonistas têm que dividir núcleos dramáticos?

Nos excelentes Homem-Aranha e Homem-Aranha 2 algumas dessas idéias já apareciam, mas como o grupo era menor, ficava mais fácil explicá-las e justificá-las. Já o excesso de "gente" no terceiro filme exige um grau da chamada "suspensão de descrença" que desafia as leis da lógica - até mesmo as de um filme em que o protagonista foi mordido por uma aranha geneticamente alterada! Um exemplo simples pra ilustrar isso: Gwen Stacy (Bryce Dallas Howard) é colega de sala de Peter Parker (Tobey Maguire). Ao salvar um prédio em perigo na Ilha de Manhattan (1,5 milhão de habitantes), o Homem-Aranha depara-se justamente com... Gwen Stacy. Ao marcar um jantar romântico com Mary Jane (Kirsten Dunst) em um dos milhares de restaurantes da cidade, Parker encontra-se com... Gwen Stacy. Eddie Brock (Topher Grace), que mais tarde irá transformar-se no vilão vingativo Venom, antes de conhecer Parker estava saindo com... Gwen Stacy. Enfim, é mais fácil ser mordido por um queijo cottage radioativo que reunir tantas coincidências convenientes ao texto - e aqui só menciono uma de uma dezena. Há algumas muito piores, mas não quero estragar surpresas (desagradáveis). Onde está o acaso genuíno?

Nesse ponto o filme é tão falho que chega a fazer "retcon" na história da série. A palavra, pra quem não faz parte do nosso restrito mundinho nerd, diz respeito às "correções de continuidade" quando a origem ou o passado de um personagem não se adequam a uma necessidade narrativa contemporânea e roteiristas dão um "jeitinho", geralmente safado, de alterá-la. Sam Raimi, seu irmão Ted e Alvin Sargent fazem exatamente isso em Homem-Aranha 3, mexendo lá atrás, na morte do Tio Ben, que estava tão bem resolvida no primeiro filme. E o público ficou estúpido repentinamente?

Rumores dizem que as filmagens começaram sem um roteiro concluído. Ao término de Homem-Aranha 3 fica a sensação de que isso realmente aconteceu tamanha a quantidade de absurdos.
Gabriel N.
Gabriel N.

44 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de maio de 2013
O um e o dois é bem melhor, achei meio nada ver peter parker com aquela franja aparentando ser um emo/revoltado super desnecessário, e o ator que interpreta o venom achei zoado, pinta de ator pornô teen não combino com a personalidade insana do venom, fora isso é bom
Wendell S.
Wendell S.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de maio de 2013
È o meu favorito da trilogia,mas não o melhor,deviam ter dado mais tempo ao Venom e evitado alguns furos aparentes de roteiro.
Joander O.
Joander O.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de abril de 2013
Bom o filme homem aranha 3 fico a partes das lutas ate muito boa, mas a parte do romançe nem tanto porque ele umilha ela agride ela uma vez e no final eles se abraça e acaba o filme sem agente sabe como foi o final do romançe porque das lutas egente viu o final mas do ramançe acabo sem sabe se eles voutarão ou se casarão, essa parte dexo o filme de se perfeito intão se eles fizerem o
HOMEM ARANHA 4 com o final que termina os 2 como a luta e o romançe ai sim a saga homem aranha termina perfeito ai e so continua com a saga o espetacular homem aranha.
silva m.
silva m.

17 seguidores 76 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de agosto de 2012
não é tão bom quanto os dois primeiro mas é legal não gostei muito porque ele começa ficar mal com as pessoas.
Thiago P.
Thiago P.

5 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de julho de 2012
Sam Raimi tinha uma franquia lucrativa nas mãos. Os dois filmes anteriores do herói aracnídeo tinham obtido um estrondoso sucesso. Agora, a produtora queria um filme do Venom, um dos vilões preferidos dos fãs. O problema é que o diretor já havia declarado diversas vezes que odiava o tal vilão e nunca iria fazer um filme com ele. Mas a pressão foi grande, e o resultado foi esse “Homem-Aranha 3”, lançado em 2007, um filme que está longe de ser uma obra-prima, mas que também não é de todo ruim.

Assim como em “Homem-Aranha 2”, os eventos dos filmes anteriores são relembrados nos créditos iniciais. O herói (Tobey Maguire) está em sua melhor fase, e é adorado pelos cidadãos de Nova York. Seu relacionamento com Mary Jane (Kirsten Dunst) vai bem, e ele pretende pedi-la em casamento em breve. Mas, como nada é fácil na vida do Homem-Aranha, os problemas logo começam a surgir.

Vindo do espaço em um meteorito, uma estranha substância pega carona em sua motoneta e o segue até em casa. Logo em seguida, no encaixe mais desnecessário do roteiro, somos apresentados a Flint Marko (Thomas Hayden Church), fugitivo da polícia que matou Ben Parker. Mas não foi aquele sujeito do primeiro filme que matou o tio de Peter? Sim, mas para fazer com que o Homem-Aranha o persiga, os roteiristas mudam o assassino. Marko cai em um tanque durante uma experiência, e torna-se o Homem-Areia.

Para piorar, Harry Osborn (James Franco), que no final do filme anterior havia descoberto os equipamentos do Duende Verde, agora começa a usá-los para atacar o Homem-Aranha. Sem contar com o estranho simbionte que adere ao seu uniforme, modificando drasticamente sua personalidade.

Os efeitos visuais são de primeira linha, talvez os melhores da série. O boneco digital do Homem-Aranha está ainda mais convincente, e seus inimigos não ficam para trás. Especialmente a origem do Homem-Areia, por exemplo, é o momento mais bem feito plasticamente, nos permitindo analisar cada detalhe das partículas de areia que formam o corpo do vilão. A cena em que conhecemos Gwen Stacy (Bryce Dallas Howard), quando ela é fotografada enquanto um guindaste fora de controle destrói alguns andares do prédio, também é magnífica, de prender a respiração. Os passeios do herói por Nova York são muito bem filmados, um fato recorrente da série. A única ressalva é que, enquanto salta pelos prédios à noite usando o uniforme negro, perdemos um pouco do foco, já que ele se mistura com a escuridão das ruas.

Mas narrativamente o filme é falho. Por exemplo, temos uma Gwen mal aproveitada. Ela aparece no começo, beija o Homem-Aranha ao entregar a chave da cidade, e depois simplesmente desaparece, surgindo no final apenas para fazer ciúmes em Mary Jane. Assim como May Parker (Rosemary Harris): tão importante para Peter nos outros filmes, aqui ela aparece poucas vezes, e apenas para dar conselhos breves. Culpa do roteiro apressado, que de tanto inflar o filme de personagens novos e vilões dispensáveis, acaba por criar um filme mais longo que os anteriores (139 minutos), mas que falha principalmente ao tentar juntar todos os núcleos da história.

Vilões não faltam no filme: além do Homem-Areia e Harry como o “Duende Jr.”, ainda temos Venom, que adere ao corpo de Eddie Brock (Topher Grace). Apesar de ser divulgado como o vilão principal, ele só aparece no terceiro ato, decepcionando quem esperava mais tempo de projeção desse ser tão amado dos quadrinhos. Harry foi outro abandonado pelo roteiro: foi mais importante nos filmes anteriores, e se tornou apenas mais um vilão nesse filme, se sacrificando e tendo um final decepcionante. Uma pena, já que podia ser melhor aproveitado.

Isso sem considerarmos também as “coincidências” plantadas pelo roteiro: o meteorito que continha o simbionte cai bem atrás de Peter, sem que ele perceba, e cola em sua convenientemente em sua moto; Harry perde a memória “convenientemente” após uma cena importante, que poderia definir o filme logo ali; Flint Marko cai em um tanque a céu aberto bem no momento de uma experiência científica; Eddie Brock, após ser recomendado por Peter a pedir perdão na religião, vai à igreja pedir para que Deus mate Peter, e é tomado pelo simbionte, se tornando o Venom. Isso demonstra mais que tudo o cansaço de Sam Raimi na condução do filme, que fez o filme por pressão da Sony.

Mas o mais ridículo do filme é o “Emo-Parker”. Sob efeito do simbionte alienígena, ele torna-se um ser não só agressivo, mas também desleixado e engraçadinho, criando momentos de vergonha-alheia total.

O filme transcorre com um ritmo até aceitável, mas se perde no ato final. Tentando atar as pontas soltas, heróis e vilões se encontram em uma luta final empolgante, mas apressada. Apesar de ser boa, não tem o impacto desejado, por já estarmos cansados depois de duas horas de filme.

Não é um filme totalmente ruim. Os diálogos são bons, os atores estão esforçados, a parte técnica é perfeita. Mas faltou um pouco mais de cuidado e vontade na direção, o que afetou um pouco a história. Não é ruim, apenas inferior aos anteriores. Encerrou de forma razoável aquela que já pode ser considerada a trilogia clássica do Homem-Aranha, mas sem comprometê-la.
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