Perfume - A História de um Assassino: Críticas - Página 8
Perfume - A História de um Assassino
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Gustavo Ol
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4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2021
Um filme que julgo ótimo para quem consegue apreciá-lo. A obra se esforça e ousa bastante para representar o sentido do olfato de forma audiovisual, mas para eu que sou um sinesteta (pessoa com sinestesia), esse filme é um verdadeiro mix de sensações inexplicáveis. O filme apresenta uma fotografia equiparável com a de uma obra prima, mas peca um pouco no decorrer da história e no que tange a trama. É um filme bom, mas não digno de cinco estrelas pois não chega a ser uma "obra-prima".
Conselho melhor, não assista pois, não vale seu tempo... Uma afronta para os outros filmes,além de incentivar a frieza do assassino o diretor acaba com o filme deixando o maníaco impune da sua sentença de morte. Ficar a escolha se quer viver ou morrer não seria uma opção dele. por tanto nota seria 0
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Como que a pessoa se presta a uma "crítica" dessa, pqp... ele quer vida real em uma ficção, com direito ao peso da justiça na cabeça do vilão! Vai assistir Batman, porra! Tem gente que tem péssimo gosto, mas tem uns que são piores, tem péssimo gosto e péssima noção como premissa para análises... não sabem nem pra onde vai. Falar de um filme desse é mostrar um absoluto desconhecimento do assunto. Vai ver Marvel e DC que é mais tua cara... quer dizer, veja Marvel, DC nesses moldes é pesado demais para o senhor.
Arte. Os amantes da perfumaria conseguem entender melhor o final do filme. Cada perfume possui o seu objetivo. O filme sai da mesmice. Divirta-se e faça a sua interpretação. Arte X ficção X realidade. Não espere um final comum. A vida pede surpresas.
Um filme interessante no começo, com uma história que começa a Prender sua atenção, até chegar o final... Se vc procura um final com desfecho Justo, melhor não assistir, é o final mais ridícula que já assisti na minha vida e me fez perder todo tempo do mundo para nada. Tudo bem que se baseia na história do livro, mas não deixa de ser revoltante.
Na primeira impressão eu odiei o final do filme, pensei "que droga é esta?/ Cagaram no final" Mas depois de alguns dias percebi que o final tinha sido perfeito, perfeito de acordo com o enredo da historia,spoiler: já que ele tinha conseguido fazer a essência perfeita, ele se tornou um "deus". Você vai primeiro odiar o final mas depois vai ama-lo. Filme genial.
Esse filme sem exitação alguma é um dos melhores filmes que já vi o assisti enquanto adolescente e o reevi ja adulto. É um filme que homenageia a arte do perfumista que traz aromas que podem lhe levar a saudade ou ao amor de alguem minha namorada costumava me cheirar e isso é verdade cada um possui um cheiro e quando ama alguem pode notar isso.
Os alemães sim gostam do bizarro do diferente do unico isso vi em uma viagem a Alemanha tudo isso torna esse filme numa obra de arte. É claro que existem muitos que tem um olhar mais simples aqui, mas mesmo pra esses o filme tem um enredo que prende do começo ao fim!
Eu amei esse filme, tem uma fotografia incrível e cada detalhe eh muito bem pensado! O figurino, o cenário, a história, a trilha sonora casam perfeitamente! Imagino que cada pessoa pode ter uma interpretação diferente sobre a mensagem do filme, em meu ponto de vista jean sentia a sutil beleza na simplicidade das coisas. O final deixa a desejar, mas imagino que ele criou o perfume perfeito q despertava a beleza e os desejos pessoais, e com a pureza em que foi tratada a orgia na praça ele conseguiu chegar em seu objetivo que era descobrir a composição do cheiro da 1ª menina que ele mata, com isso ele não vê mais razão para viver.
A primeira vez que li o livro de Patrick Suskind fiquei tão impressionada com a história de Jean-Baptiste Grenouille, que quando soube que O Perfume seria levado às telas minha alegria só não foi maior que minha curiosidade em ver como a historia seria contada. É claro que não há como transportar para as telas todos os detalhes do livro, todos os personagens, o tempo de construçao de cada um, mas ainda assim fiquei um pouco decepcionada com o Grenouille que vi na tela, talvez porque para quem leu o livro, a construção imagética desse personagem seja mais complexa e rica em detalhes. O Jean-Baptiste do livro é paradoxal: inhumano, desprezível, genial. Alguém cuja existência por si só já parece uma afronta quando nem mesmo sua mãe o queria vivo; alguém que mata movido pela beleza, não física, mas olfativa, e nem por isso é mal (nem bom), mas alguem que não conhece outra forma de ver o mundo. Por outro lado, as cenas que retratam a Paris descrita no livro são gratificantes, assim como o nascimento de Jean-Baptiste, o Giuseppe Baldini de um maravillhoso Dustin Hoffman e até aquele final surreal do livro o filme consegue realizar de maneira brilhante, considerando as estranhezas que se seguem após a prisão de Jean-Baptiste. Talvez só quem leu o livro compreenda melhor o estado de espírito do personagem ao final do filme, quando, ao conseguir criar o perfume que lhe fará amado pela humanidade a que ele tanto despreza, perceba que isso não lhe dará o que no fundo sempre quis: a capacidade de ele próprio amar. Essa revelação é tão contundente nesse momento que o faz desistir de viver e numa cena catártica derrama todo o conteúdo do frasco sobre seu corpo, dando assim final a sua miserável existência.
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