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Um clássico. Direção e enredo primorosos. Sobre as atuações o saudoso Heath Ledger entrega uma atuação poderosa, Michelle Williams estar muito bem.
O meu destaque vai para o Jake Gyllenhaal que visto como coadjuvante consegue entregar um protagonismo excelente ao filme.
O meu destaque vai para o Jake Gyllenhaal que visto como coadjuvante consegue entregar um protagonismo excelente ao filme.
Cumpre sua proposta abordando diferentes formas de amor. O filme é muito realista, transmite as difuldades da vida. Um filme relativamente longo, embora utilize de sua longa duração para criar momentos de pura intimidade.
Muito bom...........................................................................................
Um excelente filme com foco na sua dupla de protagonistas;Heath Ledger domina o personagem com extrema precisão, e Jake Gyllenhaal consegue transmitir toda a carga dramática do personagem.
Um filme com atuações na medida certa,onde uma troca de olhares comunica muito e um soco na cara não passa de um descarrego,com um elenco de apoio extremamente competente que conta com Michelle Willians e Anne Hathaway,Anna Faris e alguns outros.
Uma direção que opta por planos longos e abertos para destacar a atuação e o ambiente (magnificos) respectivamente.
Trilha sonoro,ambiente,figurino e fotografia estão otimos,não tem onde tirar e nem por nesses quesitos,no ambito da edição,no primeiro ato ela é extremamente precisa não mostra um segundo a mais e nenhum segundo a menos,porem quando começa o segundo ato eu acho que poderia ter sido melhor utilizada.
Um filme necessário para um amante de um bom drama,porém aos olhos de muitos um filme lento sem muito dinamismo.
NOTA:4.4
Um filme com atuações na medida certa,onde uma troca de olhares comunica muito e um soco na cara não passa de um descarrego,com um elenco de apoio extremamente competente que conta com Michelle Willians e Anne Hathaway,Anna Faris e alguns outros.
Uma direção que opta por planos longos e abertos para destacar a atuação e o ambiente (magnificos) respectivamente.
Trilha sonoro,ambiente,figurino e fotografia estão otimos,não tem onde tirar e nem por nesses quesitos,no ambito da edição,no primeiro ato ela é extremamente precisa não mostra um segundo a mais e nenhum segundo a menos,porem quando começa o segundo ato eu acho que poderia ter sido melhor utilizada.
Um filme necessário para um amante de um bom drama,porém aos olhos de muitos um filme lento sem muito dinamismo.
NOTA:4.4
Um dos melhores filmes que já assisti. Fotografia, trilha sonora, atores, locação, enredo, tudo extremamente bem feito. Uma obra-prima do cinema e o melhor em temática gay, longe de estereótipos.
Amei esse filme e já assisti varias vezes e sempre me emociono independente da relação homossexual toda história de amor é valida e a música que toca sensibiliza nossos corações
Li o livro, apesar de curto eu adorei. Hoje eu descubro sobre o filme, assiste e amei. Super recomendo ♥️♥️♥️♥️.
Eu nunca chorei tanto com um filme em toda a minha vida, é isso. É uma carga emocional que eu não tava preparado... nem um pouco...
O verdadeiro campeão do Oscar de Melhor Filme em 2006?
O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN
Até hoje, O Segredo de Brokeback Mountain é considerado por muitos como o filme que deveria ter levado a estatueta em 2006, no lugar de "Crash". Sinceramente, eu não posso opinar nessa questão, até porque ainda não assisti "Crash" e nem os outros filmes que concorreram naquele ano.
O longa foi indicado em 8 categorias no Oscar 2006: Melhor Ator - Heath Ledger / Melhor Ator Coadjuvante - Jake Gyllenhaal / Melhor Atriz Coadjuvante - Michelle Williams / Melhor Fotografia e, claro, Melhor Filme. Levando 3 estatuetas por Diretor, Trilha Sonora e Roteiro Adaptado. Além de várias indicações e vários prêmios no Globo de Ouro, BAFTA, César Awards, Independent Spirit Awards, Festival Internacional de Cinema de Veneza, Bodil Awards, Satellite Awards e MTV Movie & TV Awards.
O Segredo de Brokeback Mountain é dirigido por Ang Lee (do extraordinário "Life of Pi") a partir de um roteiro escrito por Diana Ossana e Larry McMurtry no final da década de 1990, adaptado do conto homônimo de Annie Proulx. E estrelado por Heath Ledger, Jake Gyllenhaal, Anne Hathaway, Michelle Williams, Linda Cardellini, Anna Faris, Randy Quaid e Kate Mara.
O longa é realmente belíssimo, vai muito além de um simples desenvolvimento de um romance gay. A contar pelas situações por qual Ennis e Jack são submetidos a passarem até se entregarem um ao outro, e depois de terem se entregado um para o outro. O diretor Ang Lee soube extrair com muita perfeição todos os sentimentos com bastante veracidade. Como o verdadeiro descobrimento entre eles, o medo, a desconfiança em se entregar, tudo feito com muita delicadeza e com muita profundidade. O filme é singelo, verdadeiro, tocante, ao mesmo tempo consegue ser leve e avassalador.
É muito interessante notar o quanto Ennis e Jack são fechados e resguardados um com o outro ao início. Talvez por medo, insegurança, por não conhecer a personalidade do outro, ou até mesmo, como iria ser a reação de cada um. Essa é a melhor parte do filme, quando acompanhamos o descobrimento e o nascimento do verdadeiro amor entre eles. A partir da cena da cabana, o relacionamento entre eles flui cada vez melhor, suaviza e fica cada vez mais leve e mais verdadeiro. Na minha opinião: é impossível julgar, é impossível ter algum tipo de preconceito para com ambos, é simplesmente o nascimento do verdadeiro amor entre duas pessoas, entre dois seres humanos, da forma mais singela, pura e verdadeira. Nesse quesito, o diretor Ang Lee brilhou com sua maestria em nos mostrar o que é e a forma como é o verdadeiro amor entre duas pessoas, independente da sua opção sexual.
O saudoso Heath Ledger tem uma atuação completamente impecável, impossível achar algum defeito em sua atuação. Ennis é um homem fechado, em até certo ponto resguardado entre sua família e o seu sentimento por Jack, por talvez não se entregar totalmente a ele, ou construir uma vida com ele, como o próprio desejo de Jack. Esse é o ponto a se destacar na atuação de Heath Ledger, a maneira como ele vai e vem de seus sentimentos e desejos, mostrando uma atuação branda e violenta ao mesmo tempo - SENSACIONAL! Mais uma atuação memorável pra guardarmos com muito carinho desse maravilhoso ator.
Jake Gyllenhaal é o contraponto de Heath Ledger. Jack é mais atirado, mais decidido (em até certo ponto), ele parece saber realmente o que sente em relação a Ennis e até aonde seria capaz de levar essa paixão. É impossível imaginar esse filme com outros atores que não fossem Gyllenhaal e Ledger. A química alcançada entre eles é perfeita, a empatia que se cria com eles é inevitável. Uma dupla que atingiu uma perfeição e uma química tão alta que ficará marcado na história do cinema e nas memórias de todos os cinéfilos.
Duas atrizes que me chamaram muito a atenção em "Brokeback Mountain". Michelle Williams e Anne Hathaway. Michelle faz Alma, a esposa de Ennis. Uma mulher humilde, carente de atenção, em até certo ponto submissa, que sofre seu dilema calada ao descobrir o verdadeiro Ennis, se tornando uma mulher amarga e sofrida, que mesmo com todos os acontecimentos ainda tem uma pontinha de esperança (indicação perfeita ao Oscar). Anne Hathaway por sua vez é Lureen, a esposa de Jack. Uma mulher rica, com um pai rico, que pode ter tudo que quer, mas se passa por uma mulher fútil, que mesmo conhecendo a fundo os segredos do marido prefere viver friamente na fantasia criada por ela mesmo. Tanto Alma quanto Lureen preferem viver suas vidas sofridas a suas maneiras. Excelentes atuações das coadjuvantes Michelle Williams e Anne Hathaway!
Não posso deixar de mencionar a trilha sonora campeã do Oscar! A trilha sonora enriquece o filme com muita competência e muita singularidade, estando presente em praticamente 100% das cenas com aquelas composições de violões que nos deixava maravilhados. Isso é realmente uma aula de trilhas sonoras, daquelas que se cortassem arrancaria o coração do filme. A fotografia também é belíssima, se destacando com perfeição entre as montanhas geladas e frias.
Assim como já conferi este ano com o filme "Me Chame Pelo Seu Nome", cujo roteiro também é bastante singelo, puro e verdadeiro, mas ambos funcionando de maneiras diferentes. O Segredo de Brokeback Mountain também entra nesse patamar, se tornando pra mim, mais uma "obra-prima" de Ang Lee. [05/08/2018]
O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN
Até hoje, O Segredo de Brokeback Mountain é considerado por muitos como o filme que deveria ter levado a estatueta em 2006, no lugar de "Crash". Sinceramente, eu não posso opinar nessa questão, até porque ainda não assisti "Crash" e nem os outros filmes que concorreram naquele ano.
O longa foi indicado em 8 categorias no Oscar 2006: Melhor Ator - Heath Ledger / Melhor Ator Coadjuvante - Jake Gyllenhaal / Melhor Atriz Coadjuvante - Michelle Williams / Melhor Fotografia e, claro, Melhor Filme. Levando 3 estatuetas por Diretor, Trilha Sonora e Roteiro Adaptado. Além de várias indicações e vários prêmios no Globo de Ouro, BAFTA, César Awards, Independent Spirit Awards, Festival Internacional de Cinema de Veneza, Bodil Awards, Satellite Awards e MTV Movie & TV Awards.
O Segredo de Brokeback Mountain é dirigido por Ang Lee (do extraordinário "Life of Pi") a partir de um roteiro escrito por Diana Ossana e Larry McMurtry no final da década de 1990, adaptado do conto homônimo de Annie Proulx. E estrelado por Heath Ledger, Jake Gyllenhaal, Anne Hathaway, Michelle Williams, Linda Cardellini, Anna Faris, Randy Quaid e Kate Mara.
O longa é realmente belíssimo, vai muito além de um simples desenvolvimento de um romance gay. A contar pelas situações por qual Ennis e Jack são submetidos a passarem até se entregarem um ao outro, e depois de terem se entregado um para o outro. O diretor Ang Lee soube extrair com muita perfeição todos os sentimentos com bastante veracidade. Como o verdadeiro descobrimento entre eles, o medo, a desconfiança em se entregar, tudo feito com muita delicadeza e com muita profundidade. O filme é singelo, verdadeiro, tocante, ao mesmo tempo consegue ser leve e avassalador.
É muito interessante notar o quanto Ennis e Jack são fechados e resguardados um com o outro ao início. Talvez por medo, insegurança, por não conhecer a personalidade do outro, ou até mesmo, como iria ser a reação de cada um. Essa é a melhor parte do filme, quando acompanhamos o descobrimento e o nascimento do verdadeiro amor entre eles. A partir da cena da cabana, o relacionamento entre eles flui cada vez melhor, suaviza e fica cada vez mais leve e mais verdadeiro. Na minha opinião: é impossível julgar, é impossível ter algum tipo de preconceito para com ambos, é simplesmente o nascimento do verdadeiro amor entre duas pessoas, entre dois seres humanos, da forma mais singela, pura e verdadeira. Nesse quesito, o diretor Ang Lee brilhou com sua maestria em nos mostrar o que é e a forma como é o verdadeiro amor entre duas pessoas, independente da sua opção sexual.
O saudoso Heath Ledger tem uma atuação completamente impecável, impossível achar algum defeito em sua atuação. Ennis é um homem fechado, em até certo ponto resguardado entre sua família e o seu sentimento por Jack, por talvez não se entregar totalmente a ele, ou construir uma vida com ele, como o próprio desejo de Jack. Esse é o ponto a se destacar na atuação de Heath Ledger, a maneira como ele vai e vem de seus sentimentos e desejos, mostrando uma atuação branda e violenta ao mesmo tempo - SENSACIONAL! Mais uma atuação memorável pra guardarmos com muito carinho desse maravilhoso ator.
Jake Gyllenhaal é o contraponto de Heath Ledger. Jack é mais atirado, mais decidido (em até certo ponto), ele parece saber realmente o que sente em relação a Ennis e até aonde seria capaz de levar essa paixão. É impossível imaginar esse filme com outros atores que não fossem Gyllenhaal e Ledger. A química alcançada entre eles é perfeita, a empatia que se cria com eles é inevitável. Uma dupla que atingiu uma perfeição e uma química tão alta que ficará marcado na história do cinema e nas memórias de todos os cinéfilos.
Duas atrizes que me chamaram muito a atenção em "Brokeback Mountain". Michelle Williams e Anne Hathaway. Michelle faz Alma, a esposa de Ennis. Uma mulher humilde, carente de atenção, em até certo ponto submissa, que sofre seu dilema calada ao descobrir o verdadeiro Ennis, se tornando uma mulher amarga e sofrida, que mesmo com todos os acontecimentos ainda tem uma pontinha de esperança (indicação perfeita ao Oscar). Anne Hathaway por sua vez é Lureen, a esposa de Jack. Uma mulher rica, com um pai rico, que pode ter tudo que quer, mas se passa por uma mulher fútil, que mesmo conhecendo a fundo os segredos do marido prefere viver friamente na fantasia criada por ela mesmo. Tanto Alma quanto Lureen preferem viver suas vidas sofridas a suas maneiras. Excelentes atuações das coadjuvantes Michelle Williams e Anne Hathaway!
Não posso deixar de mencionar a trilha sonora campeã do Oscar! A trilha sonora enriquece o filme com muita competência e muita singularidade, estando presente em praticamente 100% das cenas com aquelas composições de violões que nos deixava maravilhados. Isso é realmente uma aula de trilhas sonoras, daquelas que se cortassem arrancaria o coração do filme. A fotografia também é belíssima, se destacando com perfeição entre as montanhas geladas e frias.
Assim como já conferi este ano com o filme "Me Chame Pelo Seu Nome", cujo roteiro também é bastante singelo, puro e verdadeiro, mas ambos funcionando de maneiras diferentes. O Segredo de Brokeback Mountain também entra nesse patamar, se tornando pra mim, mais uma "obra-prima" de Ang Lee. [05/08/2018]
spoiler:
Chorei no momento da revelação da morte de Jack,aquela cena do reencontro dos dois possui uma carga de amor intenso bem perceptível,quando os mesmo se abraçam,me senti no lugar deles
História belíssima,foi boicotado no Oscar.
História belíssima,foi boicotado no Oscar.
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