As Aventuras de Pi
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4,3
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anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 5 de agosto de 2013
O filme prometia muito mas achei um marasmo sem fim. Cansativo define. Nem passa pela minha cabeça assisti-lo novamente.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de agosto de 2013
O mundo é mesmo feito de coincidências. No ano de 2000, quando Ang Lee lançou seu filme mais popular e premiado, O Tigre e o Dragão, também era lançado Náufrago. Agora, 12 anos depois, o diretor lança As Aventuras de Pi, se debruçando sobre um tema que, superficialmente, lembra muito o do filme com Tom Hanks. Só superficialmente, porque em Pi o tema do naufrágio vai além da simples sobrevivência, sendo mais uma jornada espiritual e de auto-descoberta, repleto de simbologias, metáforas e referências.
As pressões sobre o filme eram muitas. Um alto custo de produção (acima de 120 milhões de dólares), a transposição para as telas de um livro famoso e premiado (A Vida de Pi, de Yann Martel), com um ator principal totalmente desconhecido (o único nome famoso do elenco é o francês Gérard Depardieu, em uma pequena ponta como cozinheiro do navio).
Nas mãos de um diretor qualquer, a adaptação do livro resultaria num filme medíocre, apenas mediano. Mas Ang Lee mostra mais uma vez que tem bala na agulha, e nos presenteia com imagens deslumbrantes e visionárias, fazendo aquilo que todo filme adaptado de um bom livro deveria se propor a fazer: traduzir a poesia das palavras em poesia de imagens. Com a ajuda dos mais modernos efeitos visuais digitais e da espetacular fotografia de Claudio Miranda, As Aventuras de Pi possui sequências de uma beleza plástica indescritível, com destaque para aquela em que Pi se debruça sobre o barco, tentando imaginar o que o tigre estaria observando no fundo do mar.
As fotografias de divulgação do filme, infelizmente, passam sem querer 2 impressões negativas: Pi parece contemplativo demais e o ator principal, o indiano Suraj Sharma, muito apático, sem expressão. Felizmente , nenhuma delas corresponde à realidade quando o assistimos. O jovem ator Sharma se sai muito bem, com uma interpretação que exige bastante, pois ele praticamente carrega o filme nas costas. Pi também não é assim contemplativo como possa se imaginar num primeiro momento. Embora o diretor tenha escolhido 2 recursos que eu particularmente não aprecio muito (o flashback - quando a história começa sendo contada por alguém - e o 3D), o filme funciona muito bem alternando a narrativa tradicional com as sequências mais puramente visuais, que se seguem após o naufrágio. Optei por assistir o filme na versão sem o 3D, pois é um recurso que considero inconveniente para certo tipo de filme, além de me cansar a visão. Mas uma coisa é certa: a poesia visual de Pi merece que você escolha o cinema com a melhor projeção possível à sua disposição.
Shirley D.
Shirley D.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de julho de 2013
... eu só assisti "As aventuras de Pi" ontem... fiquei impactada... o universo humano é rico e indecifrável em sua totalidade... o filme consegue revelar muito disso... tarefa nada fácil... o tecido do filme é denso e me prendeu... até sempre... para sempre... acredito que nunca mais vou me esquecer da saga de Pi... para assistir muitas vezes, nossa... amei... impactei... violentamente...
Marcio F.
Marcio F.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de julho de 2013
Um excelente filme. Uma história fascinante, envolvente.
Matheus S.
Matheus S.

30 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de julho de 2013
Qualquer resumo e sinopse que falava do que se tratava As Aventuras de Pi nos dava a impressão de que o filme poderia não ser tão bom assim. Quem poderia pensar que um filme que narra o naufrágio de uma pessoa juntamente com um tigre num pequeno bote poderia render um filme ótimo? Mas graças a um roteiro criativo e uma direção fantasiosa, mas ainda assim humanística, do Ang Lee As Aventuras de Pi se tornou um filme grandioso, sendo um dos nomes mais cotados para o Oscar 2013.

Sua história consiste no naufrágio vivido pelo Piscina Patel (Suraj Sharma). Isso mesmo, o nome dele era Piscina, apelidado de Pi (a explicação no início do filme de como ele recebeu esse nome é no mínimo risível). Ele vivia na Índia com seus pais e seu irmão, e sua família tinha um zoológico no qual eles ganhavam a vida. Procurando por uma qualidade de vida melhor os pais de Pi decidem ir para o Canadá, e, como sabem que eles têm animais bem caros, eles decidem leva-los no navio para poder vende-los no Canadá. Tudo vai dando certo, até que uma terrível tempestade atinge o navio e apenas Pi consegue sobreviver. Melhor dizendo, Pi é o único humano que conseguiu sobreviver, pois no mesmo bote que ele há um orangotango, uma zebra, uma hiena e também o Richard Parker, um temível tigre de bengala. Lutando por sua sobrevivência, Pi passa pelas mais extraordinárias experiências em alto mar, fazendo com que aquela sinopse fraquinha renda uma história fantástica!

Mas se engana quem pensa que o filme é inteiramente passado em alto mar. Na verdade o filme é narrado em flashback pelo próprio Pi, que decide contar sua história desde a infância à um escritor. E as passagens de sua vida que sucedem o naufrágio também são ótimas, com grandes questões filosóficas e um bom nível de humor, estilo esse que foi magistralmente ministrado pelo diretor Ang Lee. Sua direção excepcional consegue equilibrar muito bem as cenas mais fantásticas com outras mais normais, mas ainda assim ele coloca nessas cenas elementos diferentes que engrandecem o filme ainda mais. Há cenas mais engraçadas, outras que são feitas para nos fazer pensar e também aquelas feitas para nos vislumbrar visualmente.
A questão visual é o que predomina no filme e o que mais chama nossa atenção. Os efeitos visuais são um dos melhores que eu já vi nos últimos tempos. Para quem não sabe muito sobre como o filme foi produzido eles podem parecer simples e normais, mas é só saber que a maioria das (perfeitas) cenas com o Richard Parker foram criadas por efeitos especiais nos deixa perplexos. Isso porque o nível de realismo é extremo, é impossível achar algum erro nas sequências onde esses dois personagens principais aparecem juntos. Mas não é só o Richard que chama a atenção na parte visual do filme. Tudo mais é deslumbrante! As cenas da tempestade (as duas) são estonteantes. A mistura perfeita de excesso de água, efeitos especiais de ponta e uma fotografia delirante fez com que essas cenas fossem emocionantes e perfeitas.
No campo da atuação não há nada de extremamente espetacular, mas ainda assim estão todos muito bons. Alguns coadjuvantes podem parecer fora de sintonia com o filme, mas em compensação o Suraj Sharma (Pi) dá um show de atuação, mostrando seus sentimentos de uma forma simples e espontânea e se saindo ainda melhor nas cenas com mais aventura e ação.

Um filme capaz de agradar a todos devido a seu conjunto perfeito de elementos. Não importa se você prefere filmes mais artísticos ou aqueles feitos apenas para emocioná-lo e encanta-lo com efeitos especiais fantásticos. Tudo o que você procura irá encontrar no magnífico As Aventuras de Pi.
Aline F.
Aline F.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de julho de 2013
Lindo, fotografia perfeita, história comovente.
Um filme maravilhoso para quem entende a história.
Mostra o valor do conforto obtido com uma crença em algo sobrenatural.
Fernu
Fernu

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de julho de 2013
Filme espetacular, a atuação de Suraj Sharma é perfeita e a história também. Eu tinha a impressão, antes de ver o filme, que o tigre falaria alguma hora e ficariam amigos re. Quando vi o filme me surpreendi do início ao fim. Com uma fotografia impecável e efeitos visuais perfeitos, As aventuras de Pi, pode se colocar como uma das obras primas do cinema. O final é a melhor parte do filme e dá sentido a tudo que foi passado nele. Vale a pena ver e rever.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Ang Lee cria uma adaptação de visual incrível para uma história cheia de simbolismos
spoiler:


Ótimo

A Vida de Pi (The Life of Pi), de Yann Martel, é um daqueles livros que você começa a ler e é sugado para dentro da história. Cada detalhe da saga do menino Piscine Molitor "Pi" Patel é descrito nos mínimos detalhes. Há dois narradores, o próprio Pi (que explica a origem de seu nome, inspirada em uma luxuosa piscina pública francesa e o apelido que ele tanto lutou para "pegar") e um escritor, que fica sabendo da saga deste menino que se mudava de navio da Índia para o Canadá quando uma tempestade afunda a embarcação, deixando-o à deriva em um bote, com uma zebra, uma hiena, um orangotango e Richard Parker, um tigre de bengala.

Por anos, Hollywood vinha tentando adaptar a obra para as telonas. O cineasta M. Night Shyamalan, também de ascendência indiana, foi o primeiro cotado para assumir a direção, mas decidiu se afastar do projeto justamente por saber que o seu envolvimento repercutiria muito no desfecho da obra. Em seguida surgiu o nome do mexicano Alfonso Cuarón, que acabou trocando a aventura em alto mar pelo futuro apocalíptico de Filhos da Esperança. Outro que passou muito tempo trabalhando no projeto foi o francês Jean-Pierre Jeunet (O Fabuloso Destino de Amelie Poulin), que acabou abandonando o barco em 2006, depois de muitos meses de pesquisa e até mesmo uma data para iniciar as filmagens.

Coube então ao chinês Ang Lee o trabalho de criar para as telonas os cenários fantásticos descritos pelo protagonista ao curioso e incrédulo escritor. Peixes voadores e ilhas desertas servem para recarregar, de tempos em tempos, a esperança de quem está em algum ponto qualquer do Oceano Pacifico acompanhado pelo tal felino de belas listras e dentes afiados.

Quase que inteiramente rodado dentro de um estúdio, que possibilita a criação de um mar infinito e que, por inúmeras vezes, se confunde com o céu, o filme é de uma beleza ímpar. Ang Lee, que já nós fez acreditar em lutadores que voam sobre bambus e criou uma história em quadrinhos do Hulk no cinema, mostra aqui novamente a sensibilidade de quem encantou o mundo com a história de amor entre dois cowboys americanos em O Segredo de Brokeback Mountain.

A relação de Pi com Richard Parker, que envolve respeito, medo e companheirismo, não para de evoluir e é difícil imaginar como ela vai acabar. Sobre o tigre, é preciso dizer também que é impressionante o grau de realismo do animal, que foi recriado digitalmente em quase todo o filme. É um trabalho de captura de performance e estudo da movimentação do animal tão real quanto o conseguido em O Planeta dos Macacos - A Origem, fruto do trabalho da Rhythm & Hues Studios, a mesma que criou o leão de Nárnia.

Todo este esmero digital e a boa utilização do 3D levam a uma imersão completa também nos cinemas. O final, porém, me pareceu simplista demais em comparação ao livro. Em ambos a temática religiosa explicitada no início da história é trazida de volta, mas enquanto o livro aponta de forma bastante gráfica uma inesperada mudança de rumos, o filme prefere manter isso apenas no diálogo, enfraquecendo a moral da história.
Lucas G.
Lucas G.

5 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de julho de 2013
Quem nunca ouviu falar sobre o livro " A Vida de Pi ", que conta a estória de uma rapaz que fica num barco, no meio do mar, junto a um tigre ( além de uma hiena, zebra, e um orangotango, que aparecem menos tempo ). E agora Ang Lee resolveu adaptar o livro para os cinemas, e ficou sinceramente maravilhoso. Uma grande obra-prima, que o que mais chama a atenção são os efeitos especiais, um tigre perfeitamente feito por computador, junto a uma trama impressionante, e ao mesmo tempo quase inacreditável. Um elenco pouco conhecido, mas formidável. E Ang Lee surpreendeu e até levou um Oscar por " As Aventuras de Pi ", além de trilha musical, e mereceu muito, uma trilha incrível. Além de outros dois oscars, como fotografia, e muito merecido, além é claro de efeitos visuais. Um filme que você precisa ir ao cinema, e assistir em 3D, se não a magia não adianta. Apenas aqueles que viram " As Aventuras de Pi " sabe do que eu estou falando. Mas claro, todo filme tem seus erros, mas nesse o único que encontrei, foi o final, uma final criado pelo próprio Ang Lee, que atrapalhou um pouco o resto da obra, mas não me importou, o filme é ótimo.
Nações I.
Nações I.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de junho de 2013
Espetacular filme, muito complexo, já assisti mais de 10 vezes e ainda tenho duvidas sobre a história. Escuto muitas conclusões diferente sobre o filme, cada cliente tem sua visão da história.É realmente uma obra prima.(tenho uma vídeo locadora)
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