Cruzada
Média
4,2
1551 notas

47 Críticas do usuário

5
12 críticas
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4 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de abril de 2019
Filme que divide opiniões entre críticos e cinéfilos! particularmente acho um filme de qualidade com a seriedade da história leva o espectador para dentro da história e isso é muito positivo, aqui se tem energia. Claro que há falhas, como as atuações, que são de razoáveis para boas, como Orlando Bloom, Jeremy Irons, Liam Neeson, Michael Sheen, Edward Norton estão razoáveis e destaque para boa atuação e melhor do filme de Eva Green que além de linda está bem em seu papel. Cruzada não é nada de excepcional, mas tem boas qualidades.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um bom filme!
Sidney
Sidney

8.996 seguidores 636 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom o filme, um épico de tirar o folêgo.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2013
As Cruzadas foram uma série de expedições que possuíam o objetivo de assegurar o domínio cristão sobre os lugares sagrados que eram controlados pelos muçulmanos. As lutas duraram dos séculos 11 ao 14. O filme “Cruzada”, do diretor Ridley Scott, se passa durante a Terceira Cruzada, ocorrida nos anos de 1189 a 1192. Nessa época, cristãos e muçulmanos conviviam pacificamente em Jerusalém. Resultado dos esforços dos Reis Saladin (muçulmanos) e Baldwin IV (cristãos).

A primeira hora de “Cruzada” é determinante para o resto do filme. São nestes momentos que iremos conhecer Balian (Orlando Bloom, protagonizando um filme pela primeira vez), um ferreiro que está de luto pela morte da esposa e do filho. Balian está sem perspectivas na vida quando recebe a visita do Barão Godfrey de Ibelin (Liam Neeson, em uma participação marcante), que se apresenta como seu pai e o convida a se tornar um cavaleiro e a defender o Reino Latino de Jerusalém, governado pelo Rei Baldwin IV (Edward Norton, escondido por trás de uma máscara de ferro), um homem condenado à morte devido à lepra que tira suas forças.

Godfrey sabe do momento difícil pelo qual Balian está passando, por isso apresenta a ida a Jerusalém (apresentada, no filme, como o mundo novo, aonde existe amor ao invés de ódio) como uma jornada de redenção, na qual o filho irá se redimir dos seus pecados e salvará a alma da esposa suicida. Diante de tal argumento, Balian não tem como recusar a proposta do pai e embarca nessa viagem de autodescoberta na qual ele surge como um novo raio de esperança para o povo de Jerusalém.

Apesar da convivência pacífica existente entre cristãos e muçulmanos, eram muitos aqueles (de ambos os lados) que queriam ver a luta armada entre os dois povos. Os Cavaleiros Templários, a mando do Papa, contavam com a ajuda de Guy de Lusignan e de Reynald de Châtillon (Brendan Gleeson) para assassinar muçulmanos. Tais ataques causavam ira em Saladin (o excelente ator sírio Ghassan Massoud) e fragilizavam a relação que ele tinha com o Rei Baldwin IV. A guerra não tardaria a acontecer. Com a morte de Baldwin e o ataque à irmã de Saladin, ela começou e resultou na retomada do controle de Jerusalém pelos muçulmanos.

“Cruzada” é um filme que quebra muitas convenções do cinema. Pela primeira vez, vemos os muçulmanos serem retratados como pessoas normais sem serem taxadas de terroristas ou causadores do mal do mundo. E há muito tempo que não vemos um filme no qual não existem mocinhos ou vilões (com a exceção de Guy de Lusignan e Reynald de Châtillon), um lado vencedor ou um lado perdedor. Cada uma das partes retratadas têm uma justificativa para os seus atos. Você pode até não concordar com elas, mas não irá julgar as decisões que foram tomadas.

O filme possui muitas virtudes: um cuidado com o visual e com as cenas de luta (uma marca do diretor Ridley Scott), um roteiro que contém mensagens belas e é bastante atual e um excelente elenco de apoio. É essa última virtude que expõe o grande defeito de “Cruzada”: Balian é uma personagem tão apática quanto a atuação de Orlando Bloom. A platéia se engana quando pensa que ele é o herói do filme. Esse posto pertence aos reis Saladin e Baldwin IV, homens nobres e de extremo caráter, que provaram que a diplomacia e a tolerância são a principal saída para os conflitos do Oriente Médio. Se isso foi possível há mil anos atrás, o que impede que isso ocorra novamente nos dias de hoje? É essa a grande mensagem que “Cruzada” nos deixa.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de abril de 2019
Bom filme situado na idade média, uma bela história de amor cenas de guerra grandiosas e bem dirigidas, gostei de a Cruzada,.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Abaixo das expectativas! Primeiramente é inegável a qualidade técnica do filme (fotografia, direção de arte, maquiagem, figurino, trilha sonora, efetos visuais) e a grandiosidade das batalhas incríveis. O que peca é que o filme é extremamente longo e a primeira hora do filme chega a dar sono tamanha a monotonia. Nos últimos 45 minutos é que o ritmo melhora e as batalhas se tornam espetaculares. De qualque rmaneira vale só pela grandiosidade de mais uma obra de Ridley Scott!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2019
Uma visão muito detalhada e intensa das Cruzadas, Kingdom of Heaven tem sucesso tanto em nível emocional, quanto nos temas apresentados e apenas pela espetacularidade da direção de arte já vale apena. Cada personagem da história tem profundidade suficiente para afetar os resultados do último ato do filme, e isso é uma coisa muito boa de se ver em um filme com essa escala e com um orçamento tão grande, nada parece apressado e tudo tem uma boa resolução. Os atores não apenas fazem um bom trabalho ao interpretar esses personagens, mas os olhos de Scott para os detalhes também ajudam a contar a história em um nível visual como ele nunca fez antes. Os temas da tolerância para com a religião podem parecer um pouco pesados, mas na verdade eu os leio como uma mensagem para a tolerância em geral e que é mostrada com o vasto elenco e suas interações. Cabe não acrescentar um pouco mais de profundidade a outros temas interessantes a serem explorados, dado o contexto, mas tudo é a favor do resultado final. Outras visualizações podem ajudar a melhorar o filme, já que algumas coisas podem parecer opacas demais na primeira assistida. Também temos que admitir o fato de Bloom ser um óbvio caso de ''miscasting'', mas o resto do elenco é tão bom(com destaque, claro, para Ed Norton) que você até releva...Outro destaque vai para o CGI magistralmente mesclado aos cenários reais. Um fantástico trabalho visual de Scott em boa forma, com cada quadro sendo algo estupendo de se olhar, nunca esquecendo sua mensagem principal e nunca confundindo espetacularidade forçada com narrativa.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 22 de janeiro de 2013
-Realmente,esse foi um dos mas fracos filmes desse gênero.
-Orlando Bloom,em seu papel solo se saiu muito bem,mas o filme em si é bastante chato.
Rafael V
Rafael V

385 seguidores 210 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Cruzada:
 Ridley Scott é um diretor genial, desde os clássicos da ficção-científica, "Blade Runner" e "Alien - O Oitavo Passageiro", chegando neste "Cruzada", onde Scott retoma temas épicos e faz de novo um belíssimo épico, melhor até que "Gladiador"; o tema de "Cruzada" continua atualíssimo, o confronto entre cristãos e mulçumanos, nesse filme é narrada a Segunda Cruzada, que se constitui na luta pelo domínio de Jerusalém, cidade sagrada tanto para cristãos como para islâmicos. E esse continua mais atual do que nunca, depois das guerras, recentes, do Afeganistão e do Iraque, as duas em que os Estados Unidos tentam controlar o Oriente Médio e, essa atualidade fica visível ao final do filme, quando neste aparece um texto bastante reflexivo, em relação a esse tema, antigo e atual, ao mesmo tempo. Ridley Scott fez um trabalho genial, com roteiro e fotografia excelentes, as cenas de batalhas são grandiosas e, o elenco de peso, com nomes como: Orlando Bloom, Eva Green e Liam Neeson. Nota: 7.
Vinipassos
Vinipassos

259 seguidores 178 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2013
Filme chato? Oq? Vc podem achar chato pq não estudaram história, esse filme é incrível. Se alguns de vcs tivessem o mínimo de conhecimento das Guerras Cruzadas julgariam o filme de outra maneira.
A estória de filme é mt boa, o roteiro ajuda muito para o desenvolvimento correto dos fatos históricos e da trama.
As atuação são mt boas, principalmente a de Orlando Bloom, que se entregou totalmente ao papel e fez um ótimo trabalho, tanto ele como todos os demais, a Eva Green tbm ta ótima.
Todas as cena de batalhas são incríveis, destaque para a batalha final é espetacular e muito empolgante, com certeza uma das melhores da temática.

Não é preciso saber de História para ver esse filme, mas ter pelo menos uma base do que foi aquilo ajuda a não menosprezar esta obra que é mt boa. O pessoal precisa entender que as Guerras Cruzadas não eram sucessivas, existiram 8 cruzadas. Naquela época existia todo um respeito e diplomacia para a realização de Guerras.

Eu assisti esse filme mais de uma vez no Ginásio e fiz um trabalho sobre ele, com certeza um tive um visão muito maior que grande parte de vocês tiveram.
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