Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Rafael B
1 crítica
Seguir usuário
1,0
Enviada em 7 de setembro de 2018
DIzem q o original é muito bom (nunca vi), mas esse remake com é horrível. Josh Brolin é bom pacas, mas a trama é previsível, o vilão caricato pra caralho, parece q estão tirando uma com a gente no fim do filme. Não recomendo
Para quem for assistir ao filme: Se você não está acostumado a ver filmes com cenas chocantes, sofrimento maior por parte da vítima que é o protagonista do filme,então não assista,pois se sentirá mal,que é meu caso. Achei o filme pesado,cenas humilhantes. É bem explicado no final,mas se procura um final bonito,ou até mesmo razoável,não assista.
Um filme bastante sombrio com uma história totalmente surreal e bastante confusa. Talvez as pessoas mais adeptas das teorias de conspiração mais improváveis, e que gostem do gênero suspense possam apreciar o filme. Não foi o meu caso. Achei o filme horrível.
O filme coreano é bom e infinitamente melhor do que o remake lançado nos Estados unidos. Mesmo sendo um longa muito enrolado achei legal. Pra mim o filme tem que ter começo, meio e fim. O que tem acontecido com muitas histórias é que não tem um final decente e compreensível.
Esperava muito mais do filme, até por tudo que li e ouvi a respeito. Posso resumir como uma versão piorada de outro filme chamado "Incêndios", que por sinal eu indico!
Confesso que fiquei bem não depois desse filme, ele faz parte de uma trilogia do diretor sobre o tema vingança, o começo pode parecer um pouco lento, mas não baixe a guarda, você vai tomar porrada até a cena final - indicado para cinéfilos perturbados.
inspirado no fabulo mangá, “Oldboy” impressiona o ocidental, pois trata da violência e vingança de um modo surpreendente, mostrando que até os menores dos atos tem seu peso. Vemos aqui a historia de Oh Dae-su (Choi Min-sik), um homem cheio de arrependimentos e pecados que um dia é preso por quinze anos em um quarto, e quando ele sai, ele quer vingança, parece um roteiro simples né, não se engane, dentro dessa vingança temos varias camadas, reviravoltas, intriga, suspense, ação e claro, um toque de humor negro. A fotografia de “Oldboy” é muito linda, todas as cores são muito definidas, o quarto de Dae-su é acochecante e ao mesmo tempo desesperador, as cidade é sem vida, temos aquele toque do neon em cenas escuras, mesmo o mesmo não estando presente, é uma fotografia extremamente limpa, e a trilha sonora, bom, é um espetáculo a parte, com musicas orquestrais “Oldboy” é sensacional, misturando a violência ao orquestrar de um belo violino- como em laranja mecânica (7I)- todas as vezes que sua musica tema toca, voce se delicia e serve de maneira perfeita como contraponto ao o que está sendo mostrado a tela, e o ultimo aspecto técnico que gostaria de comentar, que edição fabulosa, meus parabéns. Yoo Ji-tae tem uma atuação sensacional, é aquele vilão que faz todos nós o odiar, ou seja, ele cumpri-o seu papel, Choi Min-sik impressiona em alguns momentos com suas expressão caricatas e escandalos, mas lhe falta um tom dramático e Kang Hye-Jeong não tem tom dramatico ou humoritico, mas é bela e concentra toda a atenção em tela, este é o filme que consagra a carreira do ótimo diretor- o mais popular na cultura ocidental- Park Chan-Wook. O filme não contem uma moral explicita, muito pelo contrario, ele ataca e distorce completamente o que sabemos sobre a moral, e sua mensagem final é conturbada, carregados de manias orientais, “Oldboy” se comporta muito bem, mesmo em suas cenas galhofas de ação as sua trilha e fotografia linda. É um filme que vale a pena, e é a porta de entrada perfeita para o cinema coreano.
Quando o filme inicia, temos um breve momento com o futuro Dae-su Oh (Min-sik Choi) durante um curioso diálogo com um homem que parece depender do protagonista para manter-se vivo. A conversa aparece cortada no meio, e boa parte da história parece seguir a mesma lógica. Quando voltamos um indeterminado período de tempo, somos apresentados a um irreconhecível, mulherengo e causador de problemas Dae-su. Se descontrolando diversas vezes enquanto aguarda em uma delegacia com seu amigo, mal conseguimos relacionar o pedaço de homem que vemos com sua versão mais velha, cansada e, o mais importante de tudo, determinada.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade