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Um visitante
5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filmaço! A única adaptação realmente fiel a um game, ao contrário da franquia Resident evil, Alone in the dark e outros. A entrada de Rose na cidade, manteve o mesmo cenário do jogo, a mesma névoa cinzenta, até mesmo a primeira música de terror original (se é que pode chamar aquilo de música, tenebrosa...), a estática no rádio/celular quando aproxima o mal, tudo perfeito. Também perfeita a transposição para a silent hill alternativa, onde paredes de tijolos e concreto junto ao asfalto viram grades, alambrados e chapas de aço embebidas em sangue. A história manteve fiel também. Quem jogou o jogo silent hill vai se impressionar. Agora quem não joga vídeo game, deve assistir também porque é um bom filme de terror (claro que tiveram que pegar um pouco mais leve porque o filme não tem tanta censura etária quanto o game), mais da pra ter uma idéia de o que se passa com um jogador no comando de um personagem desses no jogo. Com o joystick na mão, acreditem, é 10 vezes pior... As piores noites de terror que nunca mais esquecerei! Nota 10 pela fidelidade da adaptação, pelos efeitos visuais perfeitos e pela história, inclusive pelo final onde percebe-se subliminarmente uma chamada para a continuação. Ps.: Quem gosta desse tipo de filme, mas não joga esse tipo de jogo em vídeo game, não imagina o que está perdendo...
Estou pagando pra ver se o segundo filme de Silent Hill manterá a mesma qualidade de adaptação do primeiro, trilha, cenário, fotografia e figurino além de um bom enredo fizeram deste um ótimo filme, bem fidelizado ao jogo...
Pra mim a melhor adaptação dos games para o cinema, algumas coisas não gostei como essa mania das distribuidoras de alterar o nome do filme, Silent Hill é um título que dispensa complementos, incluisive aki no Brasil, e uma determinada cena com Cybil,(no spoilers) que achei com um grau de violência muito forte. Bom roteiro(quase idêntico ao jogo) personagens bem caracterizados, ótimos efeitos e fotografia perfeita. Misturaram criaturas de Silent Hill 2, mas como este não tem influência na estória do primeiro não comprometeu em nada, só acrescentou e ajudou a recriar o clima natural do game. Recomendo!
Excelente adaptação dos games para as telonas. Alguns fatos foram mudados, por exemplo o personagem principal Harry Mason é substituído propositalmente aqui por uma personagem mulher pelo diretor, mas as justificativas são muitas e não interfere em nada no resultado final.
O mais importante neste caso é que Christophe Gans soube captar perfeitamente a atmosfera do jogo trazendo para a telona todos seus elementos essenciais (clima sombrio com pouca iluminação, ambientes sendo iluminados com lanterna ou fogo, suspense sem muitos sustos exatamente como no jogo, trilha sonora perfeita, criaturas bizarras e muito parecidas com os do game, além é claro de uma reconstituição perfeita de toda uma cidade devastada por um grande incêndio). É um filme de terror sem muitas cenas explícitas de horror ou que utiliza de recursos clichês no cinema para assustar as pessoas, apenas asssusta pela situação das personagens, não por situações forçadas.
Grande roteiro de Roger Avary e muitíssimo bem dirigido por Christophe Gans. A movimentação de câmeras feitas pelo diretor, a composição das cenas e o medo imposto a quem assiste são provas do grande trabalho visual deste diretor. Quando o suspense cresce e o filme se aproxima de seu final é impossível desgrudar os olhos para descobrirmos o final, que aliás pode ter interpretações distintas, mas é ótimo em minha opinião.
Um grande terror psicológico, com um excelente elenco e tecnicamente muito bem realizado. Muito recomendado aos fãs do jogo e aos não fãs que entenderão o filme mesmo sem ter visto os jogos perfeitamente. E ue venha a sequência e que ela mantenha o mesmo nível!
E você? O que você faria se fosse parar em Silent Hill?
Filme show de bola esse!! Ótimos efeitos especiais, tenebroso, cenários, características de alguns personagens e trilha sonora nos remetem ao jogo, adaptação perfeita. Adorei!!
SENSACIONAL. A base do filme é o Silent Hill 1 (PS1), mas tem elementos de todos os SHs. O Pyramid Head está sensacional, muito perfeito e idêntico ao do jogo. Tem também as enfermeiras do SH2 que estão muito fiéis às do jogo, além da própria cidade, a névoa, as ruas sem saída, o "mundo alternativo", e as músicas e sons que são exatamente os mesmos do jogo. Ou seja, é o melhor filme adaptado de jogo que eu já vi até hoje, vale muito a pena.
Não se poderia esperar grande coisa de um filme que foi baseado num jogo de playstation. Nesse sentido, "SILENT HILL" promete e cumpre: é ruim do primeiro ao último fotograma. A história é a seguinte: Sharon (Jodelle Ferland) é uma criança adotada que tem episódios de sonambulismo. E toda vez qur isso sucede ela cita o nome Silent Hill. Os pais da menina, Rose (Radha Mitchell) e Chris (Sean Bean) tentam todo tipo de ajuda, porém, nada parece funcionar. É aí que Rose decide levar Sharon para conhecer a cidade-fantasma de Silent Hill, em West Virginia. A cidade foi destruída por um incêndio há vários anos. Logo ao chegar em "SILENT HILL", Sharon desaparece. Toda o restante da trama resume-se a Rose procurar desesperadamente sua filha. No caminho se colocarão crianças carbonizadas, extra-terrestres pra lá de bizarros, um emissário de mefistófeles com um treco na cabeça que eu não pude concluir se tratava-se de uma lareira ou de um mosaico de tijolos, para culminar, no final, com uma comunidade religiosa fanática que mandava os hereges para a fogueira. Pus-me a imaginar quais as razões que um diretor francês (é senso comum que os franceses não apreciem videogames, muito menos filme baseados nestes) como Christophe Gans a dispender 5 anos planejando o projeto. O mais grave é que o diretor parece querer mostrar um lado mitológico no filme (vide as inscrições religiosas sempre presentes ou a figura da menina que sofreu todo tipo de sortilégio e maus-tratos, tornando-se num ser enraivecido e simbólico do mal), o que é um absurdo dantesco. No final o público torce é para que o filme acabe com Rose achando Sharon ou não. Pouco importa.
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