Kill Bill - Volume 2
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4,4
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56 Críticas do usuário

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drigosr
drigosr

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de outubro de 2016
Quantas continuações de filmes conseguem manter a qualidade do seu antecessor? Poucas não é? Bom, esse não é o caso aqui. Kill Bill volume 2 incorpora tudo que foi apresentado no primeiro filme para concluir de maneira brilhante sua história bizarra. Após o primeiro filme, todas as motivações da protagonista já foram apresentadas e discutidas então agora a trama nos encaminha diretamente para o esperado encontro entre a noiva e Bill. As cenas de ação continuam excelentes mas são mais centradas e em menor escala, em comparação ao primeiro. Não pense porem que elas são menos incríveis, pois arrisco a dizer que são até melhores. Com a introdução de Pai Mei e com a presença de outros personagens únicos, O Volume 2 é tão incrível quando o primeiro filme. Algumas cenas são memoráveis, como spoiler: o treinamento da Noiva por Pai Mei, a incrível luta entre ela e Elle e a angustiante cena do caixão
. O clímax com Bill é, por outro lado, mais contido, abrindo espaço para spoiler: uma franca conversa, antes do golpe final ( e que golpe bizarro não? A cara do filme)
. Essa obra de Quentin Tarantino conquistou seu espaço e mostra que boas tramas são boas tramas, mesmo quando tudo parece indicar o contrário.
jeffsantana
jeffsantana

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Simplesmente maravilhoso! O melhor filme do ano sem dúvidas. E não achei inferior que o primeiro, como muitos acham. Possue diálogos excelentes e as poucas cenas de lutas são demais! Parabéns a todos que participaram dessa obra prima!
Macaco Louco
Macaco Louco

9 seguidores 43 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Anteriormente, postei sobre o primeiro volume do épico tarantinesco Kill Bill, protagonizado por Uma Thurman, que dá vida À Noiva/Mamba Negra, que quer se vingar de Bill (David Carredine) e o Esquadrão Mortal das Víboras Assassinas, que mataram sua família no dia do seu casamento e a deixaram em coma, após ser alvejada por uma bala na cabeça.

Se no filme anterior foi ao estilo kung-fu e espadachim, com direito a litros de sangue e pedaços de corpos mutilados; nesse segundo volume, a coisa muda de ares, mas de faroeste e uma trilha sonora tirada de alguns temas compostos por Ennio Morricone.

Após matar Venita Green (Vivica A. Fox) e O-Ren Ishii (Lucy Liu), A Noiva segue sua jornada vingativa para eliminar Budd (Michael Madsen), irmão de Bill, e Ellen Driver/Cobra Californiana (Darryl Hannah), sua principal inimiga, que tentou matá-la no hospital quando a protagonista estava em coma.

spoiler: Tudo começa como foi que começou o massacre em Two Pines, quando a família da Noiva ensaia o matrimônio. há uma participação de Samuel L. Jackson, que faz o organista Rufus. Algumas sequencias merecem destaques, como quando Budd alveja a Noiva com tiros de espingarda, e a enterra viva em um cemitério. Outra sequencia é quando Bill leva sua amada para ser treinada pelo implacável mestre de artes maciais, Pai Mei (Gordon Liu). Sem sombra de dúvida, as cenas em que ela tenta quebrar a madeira com as mãos, quando ela tenta atacar seu mestre são impagáveis. Uma curiosidade: Quentin Tarantino seria o intérprete de Pai Mei, mas, por falta de tempo, indicou Gordon Liu para interpretá-lo, já que fez Johnny Mo, líder dos Crazy 88. Ao lembrar do seu treinamento, A Noiva resolve se soltar e quebra o caixão com a sua mão. ao vê-la saindo do caixão e a terra caindo dá calafrios. É aí que começa a sua luta contra Ellen Driver, com os sangue saindo em seus olhos. Vale ressaltar que Tarantino ressucitou a carreira de Darryl, como sempre ocorre em seus filmes. O encontro dela com Bill é um dos mais esperados, inclusive quando descobre que sua filha está viva e que sabemos o seu verdadeiro nome. Outro personagem que aparece no filme é o padrinho de Bill, Esteban Vihaio (Michael Parks), que dirá à noiva onde está Bill. Parks também esteve no primeiro volume, ao interpretar o xerife Earl McGraw.


Mesmo não sendo tão violento quanto foi o primeiro volume, Kill Bill volume 2 ainda sim é um prato cheio para quem gosta de um filme bem escrito, diálogos bem elaborados e trilha sonora eclética, sob o auxílio de seu parceiro Robert Rodriguez e RZA.
Sidney
Sidney

8.996 seguidores 636 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Assim como o primeiro Kill Bill: Volume 2 é um filmaço de tirar o chapéu. O diretor conseguiu manter um nivel de filme acima do que era esperado por mim.
Muita genta não vai gostar dessa sequência, pois o filme não apela muito para as lutas e cenas de ação, e sim nos mostra cada características dos personagens, dando uma consistência muito grande na estória e também no roteiro.
Simplesmente um dos melhores filmes que já vi, inteligente, bem feito e executado.

PARABÉNS TARANTINO!
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom filme, mas um pouco inferior que o primeiro. Aliás, é preciso ressaltar que este "Kill Bill - Volume 2" é bastante diferente do filme anterior. Se o primeiro era recheado de ação e sangue, brincando com as várias possibilidades que o cinema oferece, este é mais pausado e valoriza bem mais a história. O humor típico de Tarantino está mais uma vez presente, assim como as diversas citações, mas a trilha sonora é menos marcante que no filme anterior. Ainda assim é um grande filme, que também valoriza bastante as qualidades de Uma Thurman como atriz. O episódio de abertura, que repete o massacre que fez com que a Noiva entrasse em coma, é uma mostra disto. A cena do diálogo entre os personagens de Uma e David Carradine é um dos pontos altos do filme, demonstrando todo o carinho e medo que a Noiva sentia de seu até então protetor. Outra cena em que Uma brilha é quando sua personagem encontra pela primeira vez a filha, com sua postura alterando drasticamente do ódio que sente por Bill para a surpresa de descobrir que ela está viva. Simplesmente sensacional. Há ainda várias outras sequências marcantes em "Kill Bill - Volume 2", que mostram mais uma vez o talento de Tarantino em surpreender o público. O confronto entre a Noiva e Budd é um exemplo, assim como o derradeiro confronto contra Bill. E há ainda o duelo entre a Noiva e Elle Driver, de longe o melhor e mais divertido do filme. Quem espera um filme com tanta ação quanto o primeiro, provavelmente irá se decepcionar. Em "Kill Bill - Volume 2" há bem menos sangue e lutas, mas ainda assim é um excelente filme. Na minha opinião é apenas um pouco inferior ao primeiro por dois motivos: a trilha sonora do primeiro, absolutamente genial, e uma maior quantidade de cenas memoráveis que o anterior tinha.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Seqüência do brilhante e sangüinolento (no bom sentido, é claro), Kill Bill 1, na qual o diretor de "Pulp fiction" e "Cães de aluguel" continua homenageando a arte que tanto amamos: o cinema. Se em "Kill Bill 1" o homenageado principal era Bruce Lee e, em última análise, os filmes de artes marciais, em "Kill Bill 2", a deferência recai sobre os westerns, que foram imortalizados por John Ford e Sergio Leone, entre tantos outros diretores. A noiva (Uma Thurman) cumpre sua jornada de vingança contra todos aqueles que a traíram. O duelo mais genial é o que ocorre entre a noiva e Elle Driver (Daryl Hannah). A coreografia dos golpes é intensa, e é interessante ver duas belas mulheres se degladiando. Aliás, a atuação de Daryl Hannah só serve para demonstrar como Tarantino consegue tirar bons atores do ostracismo. Foi assim com John Travolta em "Pulp fiction". O mesmo ocorre também com David Carradine, o lendário intérprete da série televisiva Kung Fu nos anos 70. Só um gênio consegue tirar água de pedra, pois a atuação de Carradine como Bill é fantástica. Se nesta seqüência, a velocidade das suas câmeras é menor, é menos MTV, é mais contemplativa, os espectadores têm a chance de observar mais e melhor todas as ações que levam à batalha final entre a noiva e Bill. E o toque de humor que o filme tem, por exemplo, quando a noiva está aprendendo as técnicas de luta com o mestre chines, que tem um tique de mexer em sua barba o tempo todo, ou mesmo com a trilha sonora retrô, enfim Tarantino consegue o melhor de tudo à sua volta. Os personagens e o roteiro são brilhantes. Que outros adjetivos posso usar aqui para elogiar esta engraçadíssima obra de arte?
marcelo
marcelo

188 seguidores 181 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O Vol. 2 é tão bom quanto o Vol. 1. Menos ação, mas a história é tão boa e tão bem desenvolvida que a ação não faz tanta falta. Sem dúvida nenhuma, Kill Bill (o filme inteiro, os dois volumes juntos) é o melhor trabalho de Quentin Tarantino.
KduCastro
KduCastro

9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um dos raríssimos casos em que a sequência supera o original, claro que sabemos que na verdade se trata de apenas 1 filme e que o segundo é o desfecho da história, cenas fantásticas, lutas históricas, maravilhoso e novamente poético
Marcio Aguiar Couto
Marcio Aguiar Couto

2 seguidores 43 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de agosto de 2021
Ótimo filme, começo, meio e fim excelente!!! Como a maioria dos filmes de Q. Tarantino, Aliás, esse é o melhor filme dele.
Laerte Brenha
Laerte Brenha

3 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Uma SALADA GERAL de tudo - e essa é a proposta do diretor Quentin Tarantino - Gostei. 9.
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