Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
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4,2
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76 Críticas do usuário

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Rubi A.
Rubi A.

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4,0
Enviada em 24 de agosto de 2015
Pessoalmente não sou fã de musicais, mas com a assinatura de Tim Burton fiquei tentada a ver a história de Barker-Todd. Para quem conhece o musical homônimo, o filme não deixa nada a desejar. O drama de Todd e sua admiradora Lovett é muito bem apresentado no filme. A entrada marcante (marca de Burton) e as canções bem executadas, além do figurino apaixonante e do impacto causado por cada cena nos prendem em frente à tela até o final da história (apresentado com maestria, por sinal).
Para quem curte drama,terror, musical com aquele toque meio louco da combinação Jhonny Depp e Tim Burton, super indico esta obra premiada.
Mariana L.
Mariana L.

8 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de julho de 2015
esse filme me deixou assustada kkkkk mais eu adorei Johnny Deep e Helena Bonham Carter como SMP atuando perfeitamente.
Charles Bill B.
Charles Bill B.

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Pra ser sincero não sou fã de musicais mas tenho minhas exceções com esse filme não foi muito do trabalho do Depp principalmente da sua parceria com Tim Burton que pra mim é a combinação ma da Ópera e Sweeney Todd são minhas exceções de musicais que eu assisti e adorei mesmo assim.
O final desse filme porém achei confuso mas depois de olhar algumas vezes cheguei na minha própria conclusão.Ótimo filme.
Ana Karla C.
Ana Karla C.

17 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2013
Que Johnny Depp e Tim Burton são impecáveis juntos isso todo mundo já sabe, mas um musical? Bom é isso que Burton e Depp nos trazem em Sweeney Todd- O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet um musical que envolve terror, suspense e drama. Com um elenco fantástico envolvendo Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Timothy Spall, Sacha Baron Cohen e outros. Sweeney Todd é forte e envolvente e tem uma cenografia impecável onde Burton explora bem o lado obscuro de uma antiga Londres. Sweeney Todd ou Benjamin Barker (Johnny Depp) volta em busca de vingança depois de perder esposa e filha para o juiz da cidade Turpin (Alan Rickman) e ter sido condenado a prisão perpétua por um crime que não cometeu. Ao voltar já como Sweeney Todd encontra a Sra. Lovett (Helena Bonham Carter) com quem faz parceria e dá inicio a sua tão sonhada vingança. O filme depois de um tempo pode se tornar cansativo por talvez ter um pouco de exagero no musical, mas enfim o filme é ótimo com uma fotografia bem feita, figurinos belíssimos e com um final que vale a pena ser visto.
Lucas G.
Lucas G.

6 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2013
Outro grande filme com a união de Tim Burton e Johnny Depp. “ Sweeney Todd “, conta a história de Benjamim Barker, um barbeiro inocente, que é preso injustamente por um juiz corrupto que está de olho na esposa e filha do barbeiro. Anos depois, Barker volta, encontra Sra. Lovetts, uma macabra doceira que se instalou em baixo a antiga barbearia dele, a mesma conta para o barbeiro o que aconteceu depois de sua prisão. Barker então constrói o álibi de Sweeney Todd, e ao lado da doceira, arma um sangrento plano de vingança, assim, matando todos os senhores que vão fazer a barba, e a carne das vitimas, vão para as tortas de Lovetts.

Tudo isso, pode não parecer, mas é um musical. Depp, ficou com o papel principal, o de Sweeney Todd, e está perfeito, como nunca visto antes, e até foi indicado ao Oscar por sua atuação. Helena Boham Carter, esposa do diretor do filme, está ótima no papel da Sra. Lovetts, em uma atuação que merecia uma indicação a algum premio importante. A direção de Burton está muito boa, tão boa que ele foi indicado ao Globo de Ouro pelo filme. O roteiro adaptado por John Logan é muito bem escrito, com vai e vens muito bem pensados, claro, tudo graças ao roteiro original de Stephen Sondlheim. Além da indicação de Depp no Oscar, o filme foi indicado a mais duas merecidas categorias, o ótimo figurino, e claro, a categoria que rendeu a vitória, direção de arte, que é praticamente incrível. Vale destacar também, a atuação do resto do elenco, Allan Rickman, Timothy Spall, Sacha Baron Cohen ( está ótimo ) e Jamie Campbel Bower. Maquiagem perplexa, realmente surpreendente. As músicas são muito boas, e todas deixam o publico tenso e vidrado, mas as vezes começam a irritar com repetições, como a música “ Johanna “, cantada o filme todo por Campbel Bower. Mas, o que seria este filme se não fosse um musical ? Está é a pergunta que me vem sempre que assisto. Tim Burton conseguiria fazer esse filme não ser um musical ? John Logan precisaria de muita imaginação para transformar o roteiro de um musical em um pleno e puro suspense ou terror. Mas final de contas, como adoro musicais, adorei este filme, e recomendo.
Iago B.
Iago B.

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4,0
Enviada em 29 de junho de 2013
adoraria dar 5 estrelas para esse filme.A historia, a musica, o elenco e o diretor são ótimos, mas as cenas de morte são extremamente exageradas e mal feitas.
sou fã do Tim Burton, Johnny Deep e de helena bonham Carter e acho que lele fizeram um espetáculo nesse musical, o tom sombrio e cinza no filme de aquele toque de suspence
Bruno Galli
Bruno Galli

2 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de março de 2013
Um dos filmes mais criativos que já assisti. Uma história nada previsível, diferentemente da maioria das produções de Hollywood. Logo no começo, percebi que se tratava de um musical, então pensei em desistir de assistir ao filme, pois odeio musicais, mas, gostei dos cenários e os personagens sombrios, então resolvi continuar a assistir só por curiosidade. Foi o primeiro filme do gênero musical que assisti inteiro, e, por incrível que pareça, gostei (não pelo fato das cenas cantadas, mas sim pela história, atuação, figurinos, cenários e criatividade).
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Gostei muito do roteiro, da LINDA fotografia, da trilha sonora, e das boas atuações de todos, até mesmo Tim Burton. Um musical bem feito, forte e bem exagerado, mas não compromete o filme da um "quê" a mais a esta bela película musical.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2012
Edward às avessas

Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, de Tim Burton, mescla sangue e música numa história movida pela vingança. E pelo lirismo

É (quase) sempre noite neste filme de Tim Burton. Em mais esta parceria com o ator Johnny Depp, o diretor cria um mundo obscuro, marcado por um tom azul capaz de fazer com que todos adentrem no universo noturno – e soturno – do barbeiro injustiçado e sedento de vingança a qualquer preço. Em Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, Tim Burton transforma Johnny Depp em um novo Edward. Mas ao invés das tesouras, há navalhas com cabo de prata. E ao contrário da ingenuidade da fábula do início dos anos 90, agora há muito amargor, ódio e, como consequência disso tudo, abundância de sangue. A mescla de sangue e música conta a história do barbeiro Benjamin Barker. Após passar muitos anos preso injustamente, ele retorna com a intenção de vingar-se do juiz Turpin (Alan Rickman), que roubou sua amada e o lançou na prisão num estalar de dedos. Na verdade, não havia crime algum contra o barbeiro. Ao voltar para a Rua Fleet, em Londres, Barker encontra o andar de baixo de sua residência ocupado pela senhora Lovett (Helena Bonham Carter), confeiteira que faz as piores tortas da cidade. Agora autodeclarado Sweeney Todd, Barker reocupa seu lugar. Mas a forma como acaba o ato de fazer a barba dos clientes é apenas pretexto para atenuar a sede intensa de vingança até que a maior meta de sua vida seja alcançada. Enquanto esse apogeu não acontece, seu desejo de retaliação faz muitas vítimas e, de certa forma, espalha-se pela cidade. Isso porque nasce uma simbiose entre Todd e Lovett. Ele intensifica seus sentimentos mais rancorosos, ela atenua os percalços nos negócios. Enquanto ele, em cima, assassina e lança suas vítimas para o andar inferior, ela, embaixo, aproveita a carne fresca como principal ingrediente das tortas. O recheio misterioso faz sucesso, a loja fica lotada de fregueses e a cidade torna-se um antro de antropófagos, mesmo que involuntários. Sem saber, todos acabam partilhando do apetite de Todd por vingança. A interpretação desse ingrediente da trama pode ir além. É como se o casal provocasse, por meio da morte, uma ruptura nos limites das classes sociais. Ao tecerem conjecturas sobre quais seriam suas vítimas, Todd e Lovett ignoram distinções estipuladas pelas convenções sociais. Abastados e miseráveis compõem o mesmo cardápio e são servidos para abastados e miseráveis. “Não separaremos os grandes dos pequenos. Serviremos qualquer um para qualquer um”, afirmam. A frieza do barbeiro demoníaco da Rua Fleet é demonstrada de modo insistente, seja primeiramente pela interpretação do ator, seja pela iluminação, maquiagem e pelo encadeamento do roteiro. Uma das cenas mais emblemáticas disso é o reencontro de Todd com suas navalhas, carinhosamente por ele chamadas de “amigas”. Enquanto ele canta evidenciando profundo afeto pelos instrumentos frios e cortantes, a anfitriã confeiteira igualmente demonstra sentimento profundo pelo barbeiro. As palavras por ele cantadas às navalhas são praticamente as mesmas entoadas por Lovett a Todd: enquanto ele ama as navalhas, Lovett ama o ser humano que as impunha. Todd, inclusive, só retoma a consciência de que está acompanhado de uma pessoa quando vê o reflexo de Lovett na lâmina. Mas opta pela segunda em detrimento da primeira ao ordenar com o rancor habitual: “Deixe-me!” Essa cena torna-se ainda mais emblemática em seu final. As navalhas com cabo de prata funcionam como uma extensão do próprio corpo de Todd. A analogia com Edward – Mãos de Tesoura delineia-se de modo mais acentuado quando o barbeiro empunha uma das navalhas e afirma: “Finalmente meu braço está completo de novo”. Reunindo atores cuidadosamente ensaiados, composição artística louvável e um roteiro bem elaborado, Sweeney Todd… consegue provocar um resultado estranho, aparentemente contraditório: é capaz de ser poético mesmo em meio ao terror que permeia a narrativa. Dessa forma, pode ser capaz de agradar a gregos e troianos. Ou melhor: a fãs de drama, terror, musical ou de todos esses gêneros ao mesmo tempo. Tiago Luiz Bubniak
gabrielsxx
gabrielsxx

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4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Se você gosta realmente de cinema você deve aprender a não criar muitas expectativas a um filme. Muito menos não pesquisar sobre o filme e achar que o filme é de suspense, sendo que todo mundo sabe que esse filme é um musical.
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