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Fernanda Alves
1 crítica
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5,0
Enviada em 28 de abril de 2024
Ótimo filme. Nos leva a refletir sobre o quanto influenciamos na vida de um filho. Às vezes com palavras, às vezes com gestos e atitudes. E até mesmo com situações em que o levamos a passar, como por exemplo a pobreza.
Um filme que vai construindo um drama que sabemos que nos levará as lágrimas com toda certeza. O filme é um tanto longo e arrastado, destaque para Nicole Kidman bem mocinha, mas já com excelente atuação. Não é um grande filme, mas quem gosta de emoções com lágrimas, vale a pena.
Um Filme Simplesmente Que Mexe com os Sentimentos do telespetador. A trama brinca com a Fronteira da vida e da Morte imagine que você é bem Sucedido, bem Casado e de repente descobre que tem um Câncer agressivo e o médico lhe da Dois Meses de Vida! Pois Bem eis Que a Vida ainda por Cima trás uma gravidez com o tão Sonhado Primeiro Filho!!! Você com apenas dois meses não verá nascer é de cortar o Coração! Pois Bem ele Resolve Gravar Videos Ensinando coisas da Vida Para seu Primogênito que esta a caminho conhecer o Pai. Uma Histaria bem vivida por um grande elenco com uma atuação belíssima de Michael Keaton Merece ser Assistido!
Um dos melhores filmes que assisti na minha vida. Chorei muito. É daqueles filmes que “todos precisam assistir antes de morrer”. E quem gosta de refletir sobre o que foi sua vida e como ela pode ser, ASSISTA. E julgue minha crítica como útil.
O filme pode conter clichês prontos para lhe fazerem se emocionar, tanto que obtém sucesso nisso. Algumas fragilidades em algumas cenas como a monotonia, são perdoadas. Acho que daria para se aproveitar melhor algumas passagens ou mesmo fazer transcender algo a mais dos atores. O filme relata a história de um futuro pai que é diagnosticado com câncer e irá falecer em poucos meses, passa então a gravar fatos de sua vida para que o filho o veja quando maior. Altos papos de seriedade, algumas cenas dramáticas ficaram meio satirizadas, mas no final a essência do filme se deixa consumir. Olhos atentos aos seus últimos dias, pois a tristeza exalará no ambiente familiar, mas a complacência permanecerá.
Filme muito monótono , recheado de clichês e com a formula pronta para comover, fazer chorar. O início já conta o fim , e oque se vê entre início e fim é um roteiro arrastado, funesto, bizarro a ponto de me perguntar como o realizador teve a coragem de fazer o personagem de Michael Keaton gravar tanta barbaridade para mostrar a uma criança. Nicole Kidman subaproveitada, mas a cada cena em que aparece rouba para si as atenções. Como Nicole tira leite de pedra de uma produção onde reina apatia, enfado, mesmice! Grande Nicole, talentosa, linda, porém personagem tão aquém de sua competencia. Como ela sozinha iria salvar essa produção tão primária?
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