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Phelipe V.
510 seguidores
204 críticas
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4,5
Enviada em 19 de setembro de 2013
Além de ser uma perfeita reconstituição da época em que se passa, além de ser uma das primeiras atuações famosas e competentes de Daniel Bruhl (embora ele ainda estivesse meio travadão), além de ser um roteiro e uma direção muito bem feitas, além de ser um filme muito recomendado por professores de história desde que foi lançado, Adeus Lênin! é uma linda e sensacional declaração de amor de um filho para uma mãe. Maravilhoso.
Excelente, o filme é um verdadeiro resgate histórico, escrito com muita argúcia! Recomendo a todos, inclusive pelas tiradas cômicas que o filme apresenta! Uma verdadeira obra-prima!!!
O filme é muito bom para trabalhar o tema Transição do socialismo para o capitalismo na Europa. Exibo sempre para meus alunos do 9º ano e do Ensino Médio. Além disso, o filme tem um humor sutil e mostra as descobertas de um adolescente, algo que pode ser comparado com a realidade de nossos jovens. O amor de Alex pela mãe é incondicional e é um ótimo pretexto do autor para "desfilar" a crític aos sistemas econômicos. Por fim, o filme trata do tema com uma riqueza de detalhes admirável e consegue conquistar os alunos do início ao fim. EXCELENTE!
Além de discutir aspectos muito importantes do capitalismo e socialismo de uma maneira hilária e inteligentíssima, aborda questões mais sensíveis como, por exemplo, o amor (entre pais e filhos, irmãos, namorados....
É uma obra de arte.
Quem tem a cabecinha treinada pra gostar só de tiros, carros, bundas e explosões, deve achar parado mesmo. Se você sabe o que foi a Guerra Fria, deve gostar. Quem não gosta é porque não entendeu o filme, não conhece história. É uma pena...
O filme é uma bosta, é muito chato, 2 horas que pareciam 5! filme entediante, e chato. eu nao veria de novo nem me obrigando. muito obrigado, e nao assistam o filme
Esta sátira sobre um jovem da Alemanha oriental, Alexander (Daniel Brühl), cuja mãe, Christine (Katrin Sab) sofre um infarto e fica em coma alguns meses. É fundamental saber-se que Christine ficou internada durante o período que levou à queda do muro de Berlim: 1989. Alexander é alertado pelos médicos sobre a condição crítica da saúde de sua mãe. Ela que desde a década de 70 era daquelas comunistas de carteirinha, uma professora dedicada integralmente, em especial após a fuga do marido para Berlim ocidental. Temendo que o coração "vermelho" de sua mãe não resistisse às notícias relativas à unificação das Alemanhas, Alexander cria um mundo pararelo para ela. Desde as marcas alimentares que eram apreciadas por Christine, até produzir vídeos caseiros recontando (ou melhor dizendo, contando sob o seu ponto de vista, as glórias do comunismo) a história dos acontecimentos que culminaram com a derrubada do muro de Berlim. Alexander e um amigo faziam vídeos enaltecendo o regime comunista, que chegou inclusive a derrotar a coca-cola, o maior símbolo do capitalismo. O rapaz chegou a chamar ex-alunos da mãe, ex-funcionários do partidão, para que no seu aniversário, Christine que nada estava diferente em seu país. O grande mérito do diretor Wolfgang Becker é de ter feito o maior tributo aos ideais políticos que um jovem tem em relação ao mundo e, em particular, ao seu país natal. A grande lealdade é a de um filho capaz de qualquer coisa para evitar o sofrimento de sua mãe. Trilha sonora, fotografia e roteiro simplesmente irresistíveis. Não tenho dúvida em afirmar que é o melhor filme que assisti em 2004.
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