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    El Cid
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    4,0
    37 notas e 6 críticas
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    6 críticas do leitor

    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 12 de março de 2018
    Clássico esplendoroso! Direção primeiríssima de Anthony Mann e atuações incríveis de Charlton Heston e Sophia Loren, filme indicado a três óscar, direção de arte, trilha sonora e canção. Roteiro bem construído nos seus três atos, com parte técnica impecável.El Cid é com certeza um dos maiores filmes épicos já feito.
    Miguel Neto
    Miguel Neto

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    4,0
    Enviada em 25 de janeiro de 2014
    Um clássico, um épico, super comentado e eu nunca tinha assistido. Assisti pela primeira vez e adorei, só de imaginar que cada guerreiro que aparece nas batalhas é um homem de verdade e não uma repetição de efeitos especiais. O filme perde muito em qualidade para os filmes de hoje, mas temos que ver com outros olhos. As interpretações são muito dramáticas (como era comum na época), então a gente tem que se transportar para a época para entender a dificuldade de se ambientar um filme desse. Sofia Loren super jovem e linda. Filmaço, pena que o “Adoro Cinema” fala tão pouco dele. Deve ter muita história de bastidores e curiosidades sobre o filme, onde são aquelas praias desertas por exemplo.
    Vinícius Rcc G.
    Vinícius Rcc G.

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    5,0
    Enviada em 17 de agosto de 2012
    Mais um épico estrelado por este brilhante ator e uma oportunidade de apreciar a interpretação e beleza de Sophia Loren.
    Wilson B.
    Wilson B.

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    5,0
    Enviada em 31 de agosto de 2013
    Devo ter assistido esse filme umas 5 vezes, porque adoro filmes de época que tem historias, bem como, sou fã de Charlton Heston e Sofhia Loren, atores extraordinários.
    Quando assisti pela primeira vez, eu devia ter uns 12 anos, como passava de sábado a noite e no matine de domingo, acabei assistindo 2 vezes, quando já residia em outra cidade do interior de SP, já com 14 anos, estava passando, e fui eu novamente assistir ( no cinemas do interior, os filmes demoravam muito para chegar)
    Todos outros filmes com Charlton Heston acabei assistindo, um deles, outro de maior bilheteria da época, BEN-HUR e 10 MANDAMENTOS .
    Nota mil para todos os filmes do grande Ator CHARLTON HESTON, que viverá na minha memoria, juntamente com os atores John Wayne, Kirk Douglas, Burt Lancaster, Yul Brynner e outros.
    Elecir L.
    Elecir L.

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    5,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2013
    Tinha 21 anos quando vi esse maravilhoso filme e saí encantada pois fiquei apaixonada pelo Charlton
    Heston e nunca mais deixei de admirar esse ator não só por sua conduta privada ,como seu talento.
    Sofia Loren estava no auge de sua beleza e fêz um lindo par com Heston.
    A história de Dom Rodrigo nos remete a um tempo que a honra era fundamental e os homens iam as
    últimas consequências para defende-la e preservá-la.Quanta diferença hoje em dia....
    Marcão L.
    Marcão L.

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    4,5
    Enviada em 30 de janeiro de 2016
    A história de El Cid[editar | editar código-fonte]

    Rodrigo Diaz de Bivar, El Cid Campeador.
    Rodrigo nasceu em Vivar, uma pequena aldeia próxima à cidade de Burgos, capital do Reino de Castela. Era filho de Diogo Flaínez, e de uma senhora com o sobrenome Rodrigues, filha de Rodrigo Álvares, membro da alta nobreza castelhana.
    Órfão de pai aos 15 anos, foi levado para a corte do rei Fernando I de Leão, onde se tornou amigo e companheiro do infante Sancho. Sua educação se fez no monastério de San Pedro de Cardeña, recebendo ensinamentos sobre letras e leis.
    Com a morte de Fernando I, o reino foi dividido entre seus filhos: Castela ficou para Sancho; a Galiza para Garcia; Leão para Alfonso; Toro para Elvira; e Zamora para Urraca. Ocorre que Sancho não concordou com a divisão e passou a lutar pela reunificação e ampliação da herança paterna, sob sua coroa, e nessa luta, contou com a ajuda de Rodrigo, nomeado Alferes do reino.
    Rodrigo tinha 23 anos quando venceu, em combate singular, o alferes de Navarra, Jimeno Garcés, façanha que lhe valeu a alcunha de "Campeador", e já no ano seguinte começou a ser conhecido como "El Cid", entre os mouros.
    Investindo contra o irmão Alfonso (Batalha de Golpejera), Sancho tomou-lhe o reino de Leão e, em seguida, voltou-se contra Zamora, empreendendo o cerco do castelo onde vivia Urraca. Foi durante esse cerco que ele foi assassinado, a traição, por Bellido Dolfos, suspeito de ser agente de Alfonso.
    Sancho não deixou herdeiros e Alfonso VI tornou-se rei de Castela. Mas só foi coroado depois de prestar o Juramento de Santa Gadea, exigido por Rodrigo, eximindo-se de qualquer envolvimento na morte do irmão.
    Após esse episódio, as relações entre o rei e Rodrigo se foram tornando cada vez mais tensas, até que, em 1081, El Cid foi desterrado, pela primeira vez, de Castela.

    El Cid Em sua Última Batalha, 1981, artista: Gilberto Gomes.
    Neste ponto, sua história é contada em duas versões diferentes.
    Segundo a "Canción de Mio Cid", 300 dos melhores cavaleiros castelhanos decidiram acompanhá-lo no exílio, fazendo de Zaragoza seu quartel general e travando batalhas vitoriosas contra os mouros.
    Segundo uma versão alternativa, Rodrigo refugiou-se nas montanhas de Aragão, arregimentando um pequeno exército cujas armas eram postas ao serviço de quem lhes pagasse mais, fosse cristão ou muçulmano. Aliás, é também essa fonte alternativa que, ao mencionar seu casamento com Jimena ( ou Ximena), filha do Conde de Oviedo, ocorrido pouco antes do exílio, diz, maliciosamente, que a dama era mais velha do que ele, e muito feia … porém tinha um patrimônio invejável.
    O certo é que, nesse tempo, Rodrigo estabeleceu vínculos com o rei mouro da taifa de Valência, Al-Cádir, que se tornou seu amigo e protegido (segundo uma versão) ou seu cliente (segundo outra). Foi em benefício de Al-Cadir que El Cid conquistou os pequenos reinos de Albarracín e Alpuente.
    Em 1089, o almorávida Yusuf cruzou o estreito de Gibraltar, à frente de um numeroso exército. A invasão ameaçava a segurança de todos os reinos espanhóis, e o rei Alfonso pediu ajuda a Rodrigo, fazendo-o retornar a Castela. Mas não tardou para que a hostilidade voltasse a se manifestar entre ambos, e El Cid foi desterrado pela segunda vez.
    Nos dez anos que se seguiram, a fama do "Campeador" cresceu. Agora liderando um grande exército, conquistou e se tornou senhor dos reinos mouros de Lérida, Tortosa, Dénia, Albarracín, e Alpuente.
    Por volta de 1093, ao saber do assassinato de Al-Cádir, atacou a taifa de Valência, conseguindo tomá-la em junho de 1094, após 19 meses de cerco da cidade.

    Estátua de El Cid, em Burgos. Obra de Juan Cristóbal González Quesada, inaugurada em 1955
    Segundo a versão que não o enobrece, Rodrigo mandou torturar, e depois queimar vivo, o governador da cidade, Ben Yehhaf, implicado na morte de Al-Cádir. E não teria poupado sua mulher e filhos se não fora a intervenção dos nobres cavaleiros que o seguiam.
    Já a versão mais difundida sustenta que ele, ao se tornar senhor de Valência, mostrou-se um governante justo e equilibrado. Outorgou à cidade um estatuto de justiça, implantou a religião cristã mas, ao mesmo tempo, renovou a mesquita dos muçulmanos, cunhou moedas e rodeou-se de uma corte de estilo oriental, composta tanto por poetas árabes e cristãos, quanto por pessoas eminentes no mundo das leis.
    Mas os almorávidas não estavam inertes e se apresentaram às portas da cidade, sob a liderança de Mahammad, sobrinho de Yusuf. Após vários combates, El Cid obteve uma vitória decisiva, que contribuiu para tornar sua pessoa objeto de narrativas heroicas, várias delas absolutamente inverídicas.
    Até sua morte, Rodrigo governou Valência em nome de Alfonso VII mas, na verdade, seu poder era independente do rei. E ele tratou de aumentá-lo, fazendo casar uma de suas filhas, Cristina também conhecida como Elvira, com o príncipe Ramiro Sanchez de Pamplona, e a outra, María Rodriguez de Bivar, com o conde de Barcelona, Raimundo Berengário III.
    Ao contrário da tradição lendária, que aprecia vê-lo morrendo heroicamente em combate, Rodrigo Díaz de Vivar, chamado de "Campeador" ou "El Cid" ou "Mio Cid", faleceu numa cama de seu castelo em Valência a 10 de julho de 1099. É nesse ponto da historia que Rodrigo vira uma lenda. Os Mouros ficaram confiantes pois haviam finalmente matado o El Cid. Sua mulher mandou amarrar seu corpo ao cavalo e sua espada a sua mão e o mandou ao campo de batalha. Ao ver El Cid em cima do seu cavalo passaram a fugir e foram perseguidos e derrotados pelo exército de Rodrigo. Por isso reza a lenda que Don Rodrigo de Castella venceu uma batalha depois de morto. Seus restos mortais, juntamente com os de sua esposa, Jimena, estão sepultados na Catedral de Burgos.
    Relações Familiares[editar | editar código-fonte]
    Foi filho de Diogo Flaínez e de uma senhora de sobrenome Rodrigues, filha de Rodrigo Alvares.
    Casou com Jimena Dias, regente de Valência depois da morte de O Cid, filha de Diogo Fernandes, conde de Oviedo e de Cristina Fernandes, de quem teve 3 filhos:
    Diogo Rodrigues (?- 15 de Agosto de 1097), morto pelos Mouros, na Batalha de Consuegra.
    Maria Rodrigues, chamada Sol Rodrigues, nos poemas medievais, casada duas vezes, a 1ª em 1098 com Pedro de Aragão (filho de Pedro I de Aragão) e a 2ª com Raimundo Berengário III "O Grande", conde de Barcelona.
    Cristina Rodrigues, casou em 1100 com Ramiro Sanches de Pamplona, infante de Pamplona, e senhor de Monzón.
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