Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Edmir
1 crítica
Seguir usuário
1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sobre o filme, Final surpreendente! Vale a pena. Sobre a capital da Lousiana: A maior e mais conhecida do estado é New Orleans, que foi também a primeira capital estadual, até 1849, quando a sede do governo foi transferida para a cidade de Baton Rouge, onde permanece até hoje.
o filme eh mto bom. olha, dizer q o filme n assusta e q n dah susto, td bem, cada um tem seu gosto. mas dizer q o vodu n tem nada a v com a historia e q o filme foi mal explicado eh nada v. na vdd eh um final feito para o espectador pensa. n eh akela coisa q vem tudo mto bem explicadinho para o espectador n ter q pensar em nada. em fim, gostei do filme. para mim, pelo menos, assusto, me deixou mto tenso e o final realmente me surpreendeu. vale mto a pena. bem feito, criativo, assustador e surpreendente
Não gostei do filme. Não conseguiu me assustar em nenhum momento. FOi muito mal dirigido, poderia ser mais bem aproveitado o roteiro e o clima de suspense daquela velha casa.
Tinha tudo para ser um filme legal de suspense, mas na tentativa de querer copiar o filme OS OUTROS, ou seja, ter um final surpreendente, o filme começou a descambar. Esse negócio de magia, de feitiço, não tinha nada a ver com o filme. Vou dar alguma nota devido a bela atuação de Kate Hudson, Gena Rowlands e John Hurt. Mas achei o filme, digamos, no mínimo, diferente.
O filme é excelente poi é suspense do início ao fim!!Com certeza é um dos melhores filmes que já vi.POR ISSO NOTA 10 È POUCO,MERECE MUITO MAIS.TOMARA QUE VENHA A PARTE 2.
Para quem gosta de um filme de terror que mais sugere do que mostra, esse é o filme! O filme tem um clima pertubador, envolvente e se preocupa mais em criar um clima de medo e tensão do que mostrar sangue e corpos mutilados. A história é macabra e tem um final de cair o queixo. A gracinha Kate Hudson está muito bem no papel. Imperdível!
Não sou a reencarnação do Narciso Vernizi, o homem do tempo, cujas previsões eu ouvia diariamente na rádio Jovem Pan AM na minha adolescência, mas temo profetizar que o furacão Katrina que tanta desgraça trouxe ao povo de New Orleans foi uma vingança dos deuses contra este arremedo de filme chamado "A CHAVE MESTRA". O estado da Louisiana, cuja capital é New Orleans, propiciou um encontro inusitado entre as culturas inglesa, francesa e africana, tem sido a escolha inevitável quando Hollywood anseia por mostrar culturas exóticas ou mesmo quando o assunto é a reverência às crenças vudus. Em alguns casos o resultado é bom, como em "CORAÇÃO SATÂNICO", dirigido por Alan Parker e, 1987. "CHAVE MESTRA" redundou num autêntico charco de lugares-comuns e preconceitos capaz de irritar o espectador menos atento. Vamos à trama propriamente dita. A bela heroína é a enfermeira Caroline (Kate Hudson) que desiste de seu trabalho numa clínica geriátrica ao ver tantos velhinhos morrerem. Interessasse por um emprego em que irá faturar $ 1000 por semana para cuidar de um velhinho seqüelado de AVC (John Hurt), vulgarmente conhecido como derrame. A casa onde o velhinho e a sua diabólica esposa, Violet Deveraux (Gena Rowlands) moram é longe de New Orleans, no meio do pântano. Ninguém em sã consciência aceitaria um emprego naquele lugar com aquele casal pra lá de esquisito. A destemida Caroline, contrária às minhas orientações, aceita o trabalho. Em poucas horas ela concluirá que meteu a cumbuca no lugar que não deveria. Passa a andar pela casa livremente quando Violet lhe dá a chave mestra para abrir todas as portas daquela mansão cheia de quartos. E como a curiosidade matou o gato, Caroline adentra um quarto cheio de espelhos (que não existem nos demais locais da casa) e antiguidades excêntricas. As crendices de Violet conseguem "contaminar" Caroline. O objetivo dos donos da casa foi alcançado. A natureza foi inclemente com a cidade que hospedou os criadores desta obra que mereceria que fosse colocado um pozinho na porta de todas as salas de cinema que exibissem o filme. Desta forma, espectadores incautos não conseguiriam assistir a esta película maligna.
Sinceramente, o filme foi excelente.. Quer dizer, quase excelente. O Final poderia ser melhor, e a amiga de Caroline poderia ter ajudado mais.. Fora isso, o filme está ótimo, causou muitos sustos e gritos.. Parabéns!
Mesma ladaínha dos filmes de terror teens que assolam Hollywood, com uma diferença, tem um final interessante. Explico: o filme inteiro é cansativo, tenta dar susto de graça (como sempre) no expectador, não dá aquela tensão que um verdadeiro filme de terror e/ou suspense deveria dar, tem atuações medianas, mas por outro lado tem uma trama que, se o produtor não estivesse apegado às lorotas teens de Hollywood, poderia ter sido melhor trabalhada. A história até que não é ruim. O problema foi na hora de recheá-la para fazer ficar interessante. Só um pano de fundo de roteiro não ajuda diretor nenhum a ser o próximo Hitchcock. No entanto o final é muito melhor do que o filme inteiro, é assustador e surpreendente. Que pena que um bom momento desse foi manchado por uma produção fraca e um roteiro mal amarrado. 1 pelo fiapo de história que poderia ter um tratamento melhor, 1 pelos dois atores coadjuvantes que convenceram em seus papéis e 2 pelo final. É isso.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade