Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Alice A.
2 seguidores
2 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 25 de março de 2014
A única coisa que eu mudaria era deixar a Cristine com o Fantasma, pois esse fantasma é o sonho de muitas. Gerard cantando então,lindo é um filme que posso assistir mil vezes que não me canso. Amoooooooooo demaissssssssssss
O musical mais lindo,na minha opinião. spoiler: Mesmo o fantasma não tendo a mesma deformidade que os atores do teatro,o filme não perdeu o foco. O mais comovente nessa história,é a solidão do fantasma,a indecisão da Christine e a proteção de Raoul,que nessa versão é mais agressivo. Filme incrível que pode ser visto mais de 100 vezes sem a pessoa se enjoar. Quem não gosta de musicais,depois desse,irá se apaixonar. Apesar da crítica ruim e alguns erros na gravação,o filme não deixa de ser perfeito.
Sensacional! grande adaptação do musical a mais tempo em exibição da Broadway, eu sou um exemplo de quem sempre torceu o nariz para musicais, mas quando tive o privilégio de presenciar o espetáculo em NY, fiquei impressionado com a qualidade da produção, da grande história e das belas musicas, e depois vi essa bela adaptação para o cinema, que ficou muito boa, fiel ao musical, bela escolha de elenco, Gerard Butler está ótimo como o Fantasma, inclusive cantando, teve aulas de canto por um ano para fazer o filme, Emmy Rossum também foi uma ótima escolha para Christine, sendo indicada ao Globo de Ouro pelo papel, e Patrick Wilson também ótimo como o Visconde de Chagny, belo filme, musicas de arrepiar e se emocionar, e uma grande história, teve ainda 3 indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. Clássico Imperdível!
A história é uma adaptação aceitável do livro e oferece um bom conteúdo do enredo original. As atuações são ótimas e todos os atores arrasam na cantoria! Um dos meus musicais favoritos, assisto sempre que passa! Cativante, emocionante e, por fim, recomendadíssimo!
Nota 10 para a trilha sonora. Gostei muito da atuação do elenco, mas embora a história gire em torno do Fantasma e sua relação com Christine, acho que faltou ir um pouco mais a fundo em como ela e o Visconde se apaixonaram.
A cena de abertura de “O Fantasma da Ópera de Andrew Lloyd Webber”, do diretor Joel Schumacher, mostra uma Paris emoldurada, que lembra uma pintura. A câmera se dirige ao local que abriga a história do filme: a Ópera Popular, que, como o próprio nome já diz, é um teatro francês que oferecia óperas e bailes para o seu público. Lá dentro, um homem idoso participa de um leilão público e adquire itens que lhe trazem lembranças de uma época que foi, ao mesmo tempo, alegre e triste de sua vida. Essa é uma cena muito parecida com a de outro musical situado em uma casa de espetáculos parisiense: “Moulin Rouge! – Amor em Vermelho”, do diretor australiano Baz Luhrmann. No entanto, as semelhanças entre os dois filmes acabam por aqui.
“O Fantasma da Ópera de Andrew Lloyd Webber” relata a história de uma figura mítica e misteriosa que assombra e habita a Ópera Popular. O filme também retrata a ascensão de uma jovem ao posto de estrela da Ópera. Tais acontecimentos ocorrem em uma época de mudanças no comando da Ópera: sai o empresário que quer cuidar de sua saúde frágil e entram dois verdadeiros amadores na arte de administrar uma casa de espetáculos. Eles encontram o teatro em uma confusão só, todas elas causadas por Carlota (Minnie Driver, a única do elenco a não cantar com a sua própria voz, com uma atuação propositalmente exagerada), a estrela da Ópera, uma verdadeira diva (tanto no talento quanto no comportamento).
Um dos ataques de estrelismo de Carlota é responsável por abrir as portas para o talento – até então desconhecido – de Christine Daae (Emmy Rossum, a melhor do elenco, indicada ao Globo de Ouro 2005 de Melhor Atriz num Filme de Comédia/Musical), a filha de um famoso violinista sueco. Desde que seu pai morreu, a deixando órfã, Christine mora na Ópera e, ao longo dos anos, confirmou a última profecia de seu pai (antes de morrer, ele disse que ela seria visitada por um Anjo da Música). Christine tem sido visitada pelo Anjo da Música, que a ensinou e tomou sob sua proteção. O Anjo, além disso, fará tudo o que estiver ao seu alcance para transformar Christine em um grande sucesso.
O Anjo da Música de Christine é nada mais nada menos do que o Fantasma da Ópera (Gerard Butler, que canta mal, mas compensa dando uma profundidade emocional ao seu personagem), um homem traumatizado pela deformidade física que carrega em seu rosto, a qual lhe negou para sempre qualquer demonstração de amor, afeto e carinho e que só lhe trouxe rejeição. Na Ópera (local que ele adotou como sua casa e que ele conhece como a palma de sua mão), ele descobriu o talento para a música e acredita que Christine é a única que pode fazer a sua música – usando um dos versos da música de Andrew Lloyd Webber – “alçar vôo”.
O talento de Christine não é a única coisa a ser descoberta durante “O Fantasma da Ópera de Andrew Lloyd Webber”. No filme, Christine entrará em contato com – seria melhor dizer que ela despertará para – dois tipos de amor: o verdadeiro, inocente e juvenil com o amigo de infância e patrocinador da Ópera Popular, Raoul (o ótimo Patrick Wilson); e o apaixonado, ardente e dominado pelo desejo com o Fantasma. Inevitavelmente, chegará o momento em que Christine terá que tomar uma decisão e lidar com as consequências da sua escolha.
O compositor Andrew Lloyd Webber (criador de musicais como “Cats” e “Evita”) causa reações diversas no grande público. Ou ele é amado ou odiado. Webber é uma espécie de Roberto Carlos dos musicais, pois ele une melodias sofisticadas a letras simples e de grande apelo popular. Não é a toa que “O Fantasma da Ópera” é o musical mais popular de todos os tempos (o disco com a trilha do musical bateu recordes de venda). Entretanto, seja qual for o encanto que o musical tinha (tem), este não foi passado para o cinema e o filme – com certeza – não será dos mais amados, pois Schumacher fez uma película dirigida aos fãs do musical e que não carrega em si um apelo universal. Fato que não diminui de maneira alguma o ótimo acabamento do filme: os figurinos, direção de arte, fotografia e edição são alguns dos melhores vistos no cinema em 2004.
La Carlotta (Minnie Driver) é a diva de uma conceituada companhia teatral, que é responsável pelas óperas realizadas em um imponente teatro. Temperamental, La Carlotta se irrita pela ausência de um solo na nova produção da companhia e decide abandonar os ensaios. Com a estréia marcada para o mesmo dia, os novos donos do teatro não têm outra alternativa senão aceitar a sugestão de Madame Giry (Miranda Richardson) e escalar em seu lugar a jovem Christine Daae (Emmy Rossum), que fazia parte do coral. Christine faz sucesso em sua estréia, chamando a atenção do Visconde de Chagny (Patrick Wilson), o novo patrocinador da companhia. O Visconde e Christine se conheceram ainda crianças, mas ele apenas a reconhece na encenação da ópera. Porém o que nem ele nem ninguém da companhia, com exceção de Madame Giry, sabem é que Christine tem um tutor misterioso, que acompanha nas sombras tudo o que acontece no teatro: o Fantasma da Ópera (Gérard Butler). O Fantasma da Opera Bem Indicado a 3 Oscar e 3 Globos De Outros Pra mim Merecia Melhor Cançao Original e Melhor Fotografia e Talvez Melhor Atriz Emmy Rossum Bem Filme Muito Bom Atuaçoes Otimas de Gerard Butler , Emmy Rossum e Patrick Wilson Filme As Veses Emociona e Um Filme Bom e Historia Boa Nota 9.2
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade