Connie e Carla - As Rainhas da Noite
Média
3,2
18 notas

5 Críticas do usuário

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2 críticas
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Sula M
Sula M

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5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Amei esse filme porque ele é muito divertido e queria ver de novo . Por favor me deixem vê lo novamente
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 14 de maio de 2014
Olá!
Essa comédia é hilariante!
Duas amigas desde crianças querem ser famosas nos palcos cantando juntas!
Mas após Connie (Nia Vardalos) e Carla (Toni Collette) presenciarem um crime, elas fogem para Los Angeles, e lá elas conseguem realizar seu sonho de estrelato...só que num clube de travestis, vestidas como Drag Queens!
Adorei todo o elenco desse filme!
Eu adorei esse filme, também tem história e é um grande musical!
Se você ainda não viu, assista, porquê é sensacional!
Boa noite!
Cilania
Cilania

326 seguidores 219 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é bem engraçado e diferente, amo Toni Collete ótimas atuações, principalmente nesse filme.
Rogeria
Rogeria

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Me diverti demais com o filme,vale a pena ver.Filme p/se divertir.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Connie (Nia Vardalos) e Carla (Toni Collete) são amigas de infância que perseguem o estrelato como cantoras de hits da Broadway. Elas cantam em salas de espera de aeroportos, em espeluncas, enfim em qualquer lugar que lhes abrissem as portas. O público nunca passou de meia-dúzia de gatos pingados e desinteressados. Eis que a dupla passa a ser perseguida pela máfia de Chicago porque testemunhou o assassinato do dono do local onde elas se apresentavam. A fuga de Chicago é inevitável, e a escolha improvável para quem gostaria de ficar no anonimato, recai sobre a cidade de Los Angeles. Desempregadas, Connie e Carla decidem participar de um concurso de cantoras de uma boite homossexual. Adivinhem quem vence? Se você pensou na dupla C & C, acertou! Elas fazem um sucesso estrondoso como "drag queens" e interpretando canções das peças (e filmes) como "Yentl", "Jesus Cristo Superstar", "Oklahoma" e outras mais. Ao sair do anonimato, a dupla central tornou-se alvo fácil dos seus perseguidores. Além disso, quando Connie se apaixona por Jeff (David Duchovny, sempre inexpressivo) e vice-versa é que surge a grande complicação filosófica do filme, ou seja, o fato de um heterossexual se apaixonar por uma "drag-queen", que não poderia revelar o seu sexo verdadeiro. Após o megasucesso de "Casamento grego", a atriz e roteirista Nia Vardalos investiu numa comédia musical para tentar reeditar as bilheterias do seu primeiro filme. Errou o alvo. Os diálogos são fracos. Os personagens, principalemente os gays, não passam de esteriótipos. Fiquei com pena da excelente atriz Toni Collete, o único ponto alto do filme. Se o intuito de Nia Vardalos era fazer um "Quanto mais quente melhor" de início de milênio, acho que ela naufragou no titanic de sua megalomania.
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