Não recomendado para menos de 16 anos
Um homem recém-lesionado que está aprendendo a lidar com a condição de cadeirante entra em crise existencial após o falecimento de sua mãe, evento que o lança em uma espiral de memórias de infância, de relacionamentos passados e principalmente das percepções sobre seu corpo antes e depois do acidente.
3,0
Legal
Organismo
Mente sã, corpo frágil
por Bruno Carmelo
Este drama nacional desperta atenção desde a premissa: quantos filmes sobre deficientes você já viu, feitos por deficientes? Quantos dramas sobre cadeirantes tiveram o olhar de um cineasta cadeirante? Em Organismo, Jeorge Pereira traz parte de sua experiência pessoal aos cinemas, algo que impressiona tanto pela representatividade quanto pela naturalidade da abordagem. No papel do tetraplégico Diego, Rômulo Braga é visto desde o princípio como um corpo vivo, pulsando de desejos e emoções, ainda que inerte numa cama, e dependente dos cuidados alheios para sobreviver.O roteiro efetua um bom trabalho ao contrapor a atividade e a passividade: por um lado, o jovem personagem possui um afiado senso crítico sobre a sua condição e sua inserção na sociedade. Ele discute, através de uma narração em off, a sexualidade, o amor, a noção de futuro e os laços criados com as pessoas ao redor. Diego possu
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2:05
Festival
Exibido na edição de 2017 da Mostra de São Paulo .
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Inquieta Cine
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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