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    Alexandre
    Média
    4,0
    789 notas e 35 críticas
    distribuição de 35 críticas por nota
    3 críticas
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    35 críticas do leitor

    Marcos d
    Marcos d

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    5,0
    Enviada em 24 de fevereiro de 2016
    Não é fácil defender um filme que é criticado de forma selvagem por muitos. Mas para entender as controvérsias de Alexandre, temos primeiro que nos voltar para a filmografia do diretor Oliver Stone. De todas as vezes que fez um filme baseado em fatos reais ( Nascido em 4 de Julho/ The Doors/ JFK/ Nixon/ W./ As Torre Gêmeas), o diretor sempre procurou dar um ênfase maior à sua opinião sobre o assunto do que simplesmente mostrar os fatos.

    É difícil dizer quem foi Alexandre, O Grande. Alguns dirão que foi o maior conquistador de todos os tempos. O maior general militar. Outros dirão que foi simplesmente um tirano. Também existem aqueles que dirão que apesar da arrogância e brutalidade, Alexandre era um homem sonhador e visionário. Para Oliver Stone, Alexandre foi tudo isso e um pouco mais.

    Com 3 horas de duração, o filme mostra sem remorso o relacionamento de Alexandre (Colin Farrel) com os pais,a rainha Olympia (Angelina Jolie) e Filipi (Val Kilmer). O relacionamento entre os três é explosivo, porém, emocionante.

    O filme segue o estilo "Ascensão e decadência", e nos mergulha à fundo não apenas nas vitórias e derrotas de Alexandre como em sua vida pessoal.Realmente, não é um filme de fácil assimilação. Muitos, dirão chamarão o filme de exagerado, vergonhoso,mas na verdade é um filme ambicioso e muito, muito corajoso.
    ricardo
    ricardo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O filme é imperdível. Desconsidere qualquer nota baixa recebida pois certamente provém de pessoas preconceituosas. A música de Vangelis não ocorre a todo instante como citado por alguns e as cenas de homossexualismo não são mera invenção, mas fatos históricos comprovados e usados de forma inquestionável por Oliver Stone. Por que não 10 ??? Porque sou um cinéfilo bastante criterioso.
    Xoping
    Xoping

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    0,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O filme ficou cansativo, acho que as cenas de guerra estão saturadas, a trilha sonora se confunde. É preciso renovar o estilo de fazer filmes cujo tema aborde heróis da antuguidade, este filme não chega aos pés de "O Gladiador". Um filme deturpado, uma história sem sal e sem açucar, um homossexualismo esquisito. A inspiração do filme deveria ser buscada no personagem "Alexandre" e não nos mocinhos americanos, o filme é uma merda, bom para quem não conhece nada de história, um deserviço a sociedade, uma desconstrução.
    Daniel S.
    Daniel S.

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    4,0
    Enviada em 6 de setembro de 2014
    O filme é o único do tema que vai afundo na vida pessoal de um dos maiores conquistadores da terra. Mescla muito bem sua tragetoria, com sua vida pessoal, e qualquer tipo de crítica que despreza o enredo por mostrar cenas de romance entre homens é puro preconceito. Na maioria dos filmes uma atuação impecável, e um bom roteiro, resultam em boas críticas, porém, nesse filme, para alguns críticos, parece que demontrar o atual padrão héteronormativo da sociedade é mais importante do que mostrar a real tragetória de Alexandre.
    Luiz C.
    Luiz C.

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    4,5
    Enviada em 1 de abril de 2016
    Inicialmente uma breve explicação sobre a geração do diretor Oliver Stone, partindo de Roger William Corman que iniciou-se em Hollywood, como produtor em 1953, e como cineasta em 1955, com filmes baratos (baixo custo) e rápidos (realizados em pouco tempo), os quais hoje chamaríamos de classe B. Um exemplo clássico é O corvo, ou então A pequena loja de horrores. Foi o responsável pela grande retomada e divulgação dos contos do escritor Edgar Allan Poe e pela ascensão meteórica de nomes como Cristopher Lee, Vincent Price e Boris Karloff. Foi Corman o primeiro a reconhecer o talento e dar oportunidades a John Landis, Francis Ford Coppola, Martin Scorcese, James Cameron, Tim Burton, Ron Howard, Joe Dante, Peter Bogdanovich e Jonathan Demme.

    Devido à grande liberdade que proporcionava aos seus assistentes, deu chance à expressão de tendências individuais, e bastante heterogêneas entre si, como os cineastas nomeados acima e, na sua sucessão, nomes como Oliver Stone (Platoon, Apocalipse Now, Alexandre, etc) e Steven Spielberg (Amistad, A cor púrpura, etc), os quais, por sua vez, são responsáveis pela geração de cineastas como Ang Lee (Brokeback Mountain).

    Quando temos acesso a este panorama mais amplo, temos também clareza da teia de relações que se estabelece entre todos estes cineastas e vislumbramos o nó que os une: a filiação a Roger Corman.

    Em entrevistas, nos anos 80, Francis Ford Coppola afirmou que aprendera com Roger Corman que deve haver alguma exposição do corpo humano, quer seja um colo, um braço, uma perna, com uma certa constância, de tempos em tempos durante a ação, para prender a atenção do espectador. Estas características sensualistas, presentes até mesmo em filmes com altas doses de ação e carnificina, será um diferencial da sua produção.

    Encontramos esta mesma característica, de forma visível, em Oliver Stone e Ang Lee. De tempos em tempos um torso, coxas, glúteos, que se insinuam sob as roupas ou se expõe para além das mesmas, mesmo em violentas cenas de batalha (Alexandre).

    Alexandre consegue ser extremamente sensível, apesar de Stone ter uma predileção mórbida pelas cenas de carnificina e as fazer imensas, intermináveis... A morte, ligada ao sangue, é vista e descrita nas suas mínimas nuances, a violência é uma metáfora. Interessante o fato da morte de Alexandre, que é o personagem principal do filme, ser tão rápida e virtualmente quase indolor. Acredito que isto se deva ao fato de que, para efeito de coerência estética e unidade estilística, a sua morte real já ter acontecido minutos antes, quando ele é carregado inerte, sobre o escudo, após uma batalha sangrenta e rumorosa, que conta inclusive com a presença de elefantes, na Índia.

    Uma outra característica herdada de Corman é a banalidade, o caráter prosaico das personagens, o qual faz com que nos identifiquemos, criemos um vínculo afetivo, de empatia, em relação às mesmas. Alexandre e Efestion são protagonistas que nada têm de glamourosos. Eles estão sempre cheios de machucados e cicatrizes em decorrência de sua participação nas batalhas - eles brigam, têm crises de ciúmes... Alexandre se casa para garantir a sucessão dinástica e, na noite em que ele irá manter relação sexual com a esposa, Efestion lhe dá de presente um antigo anel egípcio: é a sua aliança, que ele só deixa cair do dedo no momento em que seu espírito se desprende do corpo, sendo levado pela águia.

    Filme subestimado por alguns e injustiçado por outros (exatamente por expor sem pudores a homoafetividade, que era uma característica marcante na civilização greco-romana) certamente será tido na conta dos clássicos.
    Henrique
    Henrique

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O filme foi muito bem produzido, lembra até o estilo de Tróia. O único problema foi o tal Colin Farrel. Deixo recado às más criticas ao filme: Que antes conheçam a estória, e depois vejam o filme!
    Fernando Schiavi
    Fernando Schiavi

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    1,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Um filme bem abaixo dos padrões e da categoria de Oliver Stone. Trata-se de um filme chato, longo e arrastado, e as cenas de batalha esporádicas não chegam a empolgar. O filme peca muito também pela falta de ritmo e o foco dado à vida amorosa de Alexandre em dwtrimento excessivo de suas grandes conquistas e conflitos que não seja apenas o sexual. Angelina Jolie e Anthony Hopkins infelizmente fazem mera figuração. É elogiável a boa fotografia, direção de arte, figurinos e toda a parte técnica em geral, e até recomendo que seja assistido pelo menos 1 vez, mas por ser arrastado é o típico filme difícil de ser visto uma 2ª vez em um espaço curto de tempo. Mas infelizmnete, por gostar de Oliver Stone,  não recomendaria para locação no final das contas.
    Alexandre C.
    Alexandre C.

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    4,0
    Enviada em 10 de maio de 2019
    Não chega a ser tão bom quanto Tróia, mas é um bom filme com a temática de época, muito bom filme so não é melhor por que achei longo demais, e o melhor é que leva meu nome Alexandre KKK
    Jorge Eduardo M.
    Jorge Eduardo M.

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    3,5
    Enviada em 25 de setembro de 2012
    UM ÓTIMO FILME, BATALHAS SANGRENTAS, BASTANTE AÇÃO, UMA HISTÓRIA COMENTADA ATÉ OS DIAS DE HOJE EM SALAS DE AULAS, EM ALGUNS MOMENTOS DO FILME UM POUCO CANSATIVO, MAS NÃO NOS FAZ SAIR DA POUTRONA.
    Rafael V
    Rafael V

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    1,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Alexandre:
    Oliver Stone é um dos maiores diretores vivos da contemporaneidade, diretor de filmes maravilhosos, como: JFK - A Pergunta que não quer Calar, Nixon, Platoon, Nascido em 4 de Julho, Comandante, etc., um melhor que o outro, mas sempre polêmicos; filmes grandiosos, mas nem sempre reconhecidos de imediato pelo público e pela crítica, contundo acabam se tornando "cults"; é o caso de "Alexandre", fracasso de bilheteria e renegado pela crítica, mas que é um épico muito melhor, que, por exemplo, "Gladiador", "Tróia", etc.; mostra não só o lado guerreiro e conquistador, do imperador macedônio, Alexandre, O Grande (Colin Farrell, se não numa atuação perfeita, pelo menos segura), que conquistou o mundo todo, que era conhecido naqueles idos, mas mostra também e isso é o forte do filme sua vida pessoal, como ele lida com o alcoolismo e a indiferença do pai, Philip (Val Kilmer, excelente!), e com a mãe possessiva e manipuladora, Olímpia (vivida pela fraca atriz Angelina Jolie), uma mãe que é na verdade quem leva, pelo menos, no início e de forma indireta, a Alexandre se tornar o grande conquistador que foi; o filme também mostra a insegurança pessoal e íntima de Alexandre, suas dúvidas, medos e receios, só acho que não tratou muito bem a questão do bissexualismo ou homossexualismo, de Alexandre, ficou uma coisa caricata e cômica, que fazia até as pessoas rirem nas salas de cinema; destaque para a atuação sempre segura de Anthony Hopkins, como Ptolomeu, que serve de narrador onisciente dos fatos acontecidos, que ele próprio presenciou no passado; as cenas de batalhas são muito bem feitas e executadas, dando o tom épico do filme; no conjunto, um filme com a assinatura do excelente cineasta Oliver Stone! Nota: 7.
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