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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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- Melhores filmes de acordo a imprensa
Folha de São Paulo
Na onda atual de retomadas, como "Mad Max" e "Poltergeist", fica evidente que "Jurassic World" [...] é o mais inteligente. [....] Os efeitos visuais à disposição do diretor Colin Trevorrow são mais primoros e a trama funciona bem demais. A franquia renasceu.
Chicago Sun-Times
Os melhores aspectos [...] são tão bons que te transportam àquele emocionante espaço mental em que o diretor original da série, Steven Spielberg, construiu uma franquia em 1993. Os piores são ruins mesmo: caracterizações ruins, uma atitude blasé a respeito da violência humana sobre os animais...
Cinema com Rapadura
O cineasta brinca magistralmente com nossa memória afetiva, inserindo de maneira orgânica momentos que ativam nossas lembranças de estar no cinema em 1993, vendo aquilo tudo pela primeira vez. Já para os marinheiros de primeira viagem, a sensação é de perceber que aquilo tudo faz parte de algo maior...
Cinepop
Uma grande aventura bem no estilo de Steven Spielberg, que soube usar os melhores recursos para fazer um filme ainda mais eletrizante do que o original. Então, se você esquecer os clichês, vai se divertir como se fosse a primeira vez nesse parque.
Críticos.Com.Br
Fantasia, é claro, descabelada, com pitadas de sustos + tensão (terror + aventura) e mortes em sequência como em tradicionais filmes-catástrofe. Competência técnica, como é de se esperar nos efeitos especiais, e atores simpáticos com direito a um quase super-herói na pele de Chris Pratt.
Gazeta do Povo
Esqueça o roteiro banal e seus protagonistas humanos, como o tradicional casal que não se bica e depois se une, duas crianças com um drama familiar, o cientista “do mal”, o rebelde solitário, etc. “Jurassic World” é dos dinossauros e sua função é nos entreter com eles. [...] A adrenalina é garantida.
Revista Interlúdio
"Jurassic World" refaz "Jurassic Park" seguindo a única via possível que é ao mesmo tempo intelectualmente honesta e coerente, que é a da autoconsciência, ao expor, sem qualquer pudor, as regras do jogo. E quais são as regras do jogo? São as de que continuações devem proporcionar sempre mais.
Rubens Ewald
Talvez não haja nada de tão novo mesmo porque a ideia-projeto do parque, que se originou no livro do Michael Crichton, era extremamente original. Mas ainda é uma diversão movimentada, divertida e tecnicamente brilhante.
The Hollywood Reporter
Intensamente autoconsciente de seu status enquanto mercadoria cultural, ao mesmo tempo que segue devotamente a cartilha de requisitos de um blockbuster para consumo em massa, "Jurassic World" pode reivindicar com razão a posição de Nº 2 na série, ainda que seja um filme mais fácil que os anteriores.
Cineplayers
O que interessa em "Jurassic World" é a ação pura e desenfreada, sem perder tempo com nuances ou desenvolvimento mais aprofundado. Isso acaba sendo um reflexo de sua geração, ansiosa, direto ao ponto, que mal respira ou pensa antes de agir...
CineClick
Novas criaturas e boas cenas de ação regadas a sangue. Há novos temas no roteiro, como o uso militar dos dinossauros e novas possibilidades da engenharia genética, o que garante frescor à série. Apesar de todos os méritos, o que mais se destaca no filme é a presença de Chris Pratt como protagonista.
Cineweb
O original impressionava ao dar vida a dinossauros assustadores. Aqui, apesar da evolução dos efeitos ou, então, por causa das duas sequências fracas feitas antes dele, o filme resulta em algo um tanto enfadonho, cuja energia acaba mesmo antes da metade.
O Globo
Uma viagem nostálgica aos anos 80, época que a imaginação de Spielberg parecia não ter limites. O rei midas de Hollywood abençoa, na função de produtor executivo, a melhor sequência da série, com o carismático Chris Pratt, em que humor, suspense e fantasia se alternam com equilíbrio.
Chronic'art.com
Consciente de não poder recriar a emoção do primeiro filme, "Jurassic World" se contenta em fazer um pastiche, um filme lucrativo, reciclado, exagerado, perdido entre a homenagem ao original e a releitura irônica.
New York Times
Na realidade, há mais flacidez do que músculos embalado nesse reboot da franquia, que, à medida que se arrasta cena a cena, te faz lembrar que grande deus de filmes de ação Steven Spielberg é. Pena que ele não tem as rédeas dessa vez.
Screen International
Embora [...] apresente uma abundância de répteis vorazes, estes são constantemente subjugados por humanos sem imaginação, tanto na frente, como por detrás da câmeras, resultando numa sequência que é só exagero e muito pouco grandiosidade ou temor genuíno.
Zero Hora
A caracterização dos personagens e a definição de suas funções para a construção dramática, como se pode perceber, são previsíveis demais, o que tira totalmente o encanto que Jurassic World poderia ter. É uma pena.