Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros
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444 Críticas do usuário

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Patricia H.
Patricia H.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de junho de 2015
Tenso !!! História batida, mas os efeitos conseguem tirar o fôlego!!!!
Carlos Nilson Junior C.
Carlos Nilson Junior C.

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de junho de 2015
O filme que se apóia muito no passado, falta criatividade. Mas o dinossauros são espetaculares e assustadores como nunca.
Valentina F.
Valentina F.

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de junho de 2015
É ótimo!Adorei mesmo o filme,mas mesmo assim,não é um que eu queira ver e rever...
Felipi V.
Felipi V.

9 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de junho de 2015
“Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros” (2015) já era um sucesso de bilheteria anunciado, mesmo que nem todo mundo esperasse que desbancasse “Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), do posto de estreia mais rentável da história, arrecadando mais de meio bilhão de dólares nos dois primeiros dias de exibição. Seu desempenho excepcional se deve mais a nostalgia, associada principalmente ao primeiro filme, do que as qualidades narrativas do longa-metragem de 2015, que ainda está muito aquém da obra de 1993. ‘Jurassic World’ está longe de ser uma produção perfeita, por ser desleixada com seu roteiro, diálogos, atuações e por consequência na sua construção de personagens, mas não deixa de ser uma deslumbrante diversão, que se apoia em seus efeitos especiais e no apelo que os dinossauros têm no nosso imaginário.
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Mais de vinte anos após a construção do parque, a narrativa acompanha o personagem Owen Grady (interpretado por Chris Pratt), um adestrador de dinossauros que trabalha com Velociraptors. Paralelamente uma das administradoras do parque, Claire (Bryce Dallas Howard), está preparando uma nova atração para manter as visitações, que consiste num novo réptil geneticamente modificado, além de ter que lidar com a visita de dois sobrinhos que estão sob seus cuidados. Os caminhos dos dois personagens, que descobrirmos já se conhecerem, voltam a se cruzar, quando ela precisa de uma opinião sobre o comportamento do animal e tem de recorrer a Grady. A tensão e os perigos começam, quando ambos descobrem que o animal despareceu misteriosamente de sua jaula, colocando a vida dos visitantes e o futuro do empreendimento em risco.
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Construído num formato que continua a trilogia original e ao mesmo tempo a homenageia, se utilizando de alguns conceitos e reencenações do primeiro, ele é efetivo em agradar os fãs da franquia, que não se importam com os descuidos de sua produção. Os efeitos especiais são muito competentes e refletem um esmero em sua direção de arte, mas não são tão “tácteis” quanto os de “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros” (1993), que mesclava animatrônicos e efeitos gráficos, dando vida ao livro de Michael Crichton. Ainda assim é totalmente possível assistir ao filme e apreciá-lo, acreditando na realidade deste universo, no qual conseguimos imergir em um mundo repleto de bichos pré-históricos gigantescos.
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A fotografia nos transporta por um “tour” esfuziante pelo “zoológico reptiliano”, que agora está aberto à visitação do público, de forma bastante convincente. A trilha sonora, que reutiliza os famosos acordes de John Williams, agora numa releitura de Michael Giacchino, também é efetiva em nos transmitir muitas das sensações que tivemos na primeira vez que entramos em contato com este universo. O maior mérito são os efeitos visuais que melhoram o que foi utilizado nos filmes anteriores, os atualizam para uma nova geração, mas que sozinhos não geram uma obra-prima do cinema. Apesar de deslumbrantes, as imagens que se projetam na tela, soam artificiais para expectadores mais exigentes, por falta de coesão no restante dos aspectos técnicos da produção.
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No geral, a direção de Colin Trevorrow se limita a reconstituir cenas e conceitos que remetem diretamente ao primeiro longa-metragem, assim como cenários e utensílios originais que são revisitados, introduzindo poucas novidades relevantes. Temos as crianças em perigo que têm apenas um vidro para separá-las de serem devoradas, as visitas aos laboratórios onde os “dinos” foram recriados, o carro que passeia em meio às atrações. Também a tensão romântica entre o casal principal, assim como um vilão que acaba fazendo com que o parque deixe de ser uma diversão, para se transformar em um safari da morte.
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Evidente que num filme sobre dinossauros, eles devem ser a atração principal, pois é o fascínio que exercem sobre nós, que enchem os cinemas. Mesmo que os personagens humanos sejam interpretados por bons atores, eles sempre serão coadjuvantes nesta franquia e é assim mesmo que deve ser. No entanto, para construir uma narrativa envolvente, não é necessário manter os bichos em tela por todo o tempo, pois o próprio longa-metragem de 1993 não mostrava os animais em cena, por mais do que vinte minutos no total. A sugestão de que eles estavam ao redor, aparecendo em momentos pontuais, era o que construía o suspense que nos deslumbrava ao assisti-lo.
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Mas o fato de o elenco não ser o foco mais importante, não significa que o roteiro tem que criar diálogos e subtramas que não acrescentam nada a história e ainda ridicularizam a participação humana. Algumas cenas são construídas de forma pouco verossímeis, com atuações de alguns coadjuvantes que interpretam seus personagens de maneira desnecessariamente estereotipada, muitas vezes bagunçando o tom do filme. A motivação e desenvolvimento do vilão é totalmente dispensável e a representação da figura feminina principal é no mínimo pouco desenvolvida. Isto dificulta a utilização de nossa “suspensão da descrença”, para aceitar algumas cenas pouco críveis, como a que Claire consegue fugir de um predador correndo de salto alto.
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Claro que se você procurar nas entrelinhas da narrativa, até perceberá uma discussão metalinguística com a justificativa comercial que envolve a criação do longa-metragem. Assim como os espectadores que querem assistir mais filmes com dinossauros no cinema, o público fictício que frequenta o parque quer ver animais maiores, com mais dentes e mais assustadores. E essa ânsia grandiloquente, que quer tudo sempre “com mais e maior”, não se importando com a qualidade, faz com que os administradores do parque (ou os produtores do filme) criem um “monstro”, que pode sair do controle, ao mesmo tempo transferindo a responsabilidade de qualquer erro, para os consumidores.
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O sucesso financeiro da produção assinada por Steven Spielberg não a legitima como um novo marco do cinema, que ofereça mais do que o êxito mercadológico. Em ‘O Mundo dos Dinossauros’, assim como nos criticados, “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e “Jurassic Park III” (2001) os efeitos especiais são os únicos atrativos que os longas têm a oferecer, ainda que o de 2015 tenha evoluído bastante na aplicação da tecnologia. Claro que isso por si só já compensa o desembolso do ingresso, mas não deixa de ser um desperdício da chance de se construir uma narrativa verdadeiramente memorável para história da sétima arte, como ocorreu no início dos anos 90.
Thauan B.
Thauan B.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de junho de 2015
Final típico...do Jurassic Parque...
Muito Bom
Flávio V.
Flávio V.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de junho de 2015
Sinceramente, preferia ir ter visto o filme do pelé! kkkkkkkkk.

O filme até que foi bonzinho; mas tinha cenas que insultava a inteligencia; enfim o primeiro filme foi muito mais intenso e melhor! Os efeitos especiais foram bons, exceto a cena aerea do parque, parecia uma maquete.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de junho de 2015
BOM. Eu sempre fui fã de Jurassic Park, tinha fita VHS e camiseta do primeiro filme e tudo, assisti varias vezes a trilogia, esperei ansiosamente pelo 4º filme e demorou muito, muito tempo mesmo pra continuação.
Talvez por isso que a minha expectativa era tão grande e acabei me decepcionando com o novo filme, eu consegui ver mais erros do que acertos na produção, achei tudo muito igual aos anteriores, alguns personagem são muitos cliches e caricatos, algumas brincadeirinhas são sem graça e coisas absurdas que não poderiam acontecer numa super-produção, o 3D poderia explorar mais os dinossauros saindo da tela pra cima do espectador, mas isso não acontece.
Mas enfim , tirando todos os defeitos e se relaxando pra assistir o filme, você terá uma super aventura nos mesmos moldes dos anteriores que está agrandando muito as crianças de hoje e as crianças de ontem que cresceram assistindo os dinossauros que voltaram a vida nas mãos de Steven Spielberg, vale a pena conferir.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de junho de 2015
Dinossauros e humanos convivendo pacificamente? Obviamente que não! Parece que os erros dos cientistas dos filmes anteriores da franquia Jurassic Park não serviram como aprendizado. Nesta nova aventura, um dinossauro híbrido é criado, sendo que esta criatura fora criada com o intuito de ser mais assustadora, pois não bastava ter crianças cavalgando dinossauros como se fossem pôneis ou em campos abertos onde os humanos são protegidos por esferas resistentes... Bem, devemos relevar o contexto absurdo de grande parte das ações desse filme, pois a lógica não é das maiores virtudes do mesmo. A maioria dos personagens são naturalmente estúpidos, e suas funções meio que se resumem a agir como idiotas ou correr (e muito). Não me levem a mal, o filme não é ruim, muito pelo contrário! É um dos filmes mais eletrizantes (e ouso dizer aterrorizantes) que vi recentemente. Muitos filmes de terror não causam um décimo do horror e impacto que este Jurassic World. Muita correria, inclusive com uma destreza no salto alto impecável da bela Bryce Dallas Howard, bem diferente do que nos filmes que a tornaram conhecida, pois sua personagem aqui é a mocinha, mesmo que repita nos primeiros minutos do filme o ar arrogante da maioria de suas personagens anteriores. Já Chris Pratt, com seu carisma à lá Indiana Jones se o famoso arqueólogo de Spielberg fosse treinador de dinossauros (só faltou o chicote e o chapéu), rouba as cenas, principalmente ao lado de Howard, já que os dois têm interessante química juntos. De resto no elenco, nenhum grande destaque. Mas o que realmente importa neste filme e causa verdadeiro frisson é obviamente a precisão dos efeitos especiais na criação dos acachapantes dinossauros. É neles que recai todo o poder do filme. Suas expressões, e mesmo sinais de carinho e dó, são partes imprescindíveis do roteiro que é puro repeteco do que já foi visto nos outros filmes da série, mas que consegue manter a atenção e o efeito de choque que ele provoca. Trata-se de um filme impressionante em vários níveis. Começa meio chato, meio devagar, mas quando pega no tranco, haja fôlego até o final! Divertimento garantido. Só não se engane: não é nada recomendado para crianças, a não ser que você queira fazer um amplo tratamento de choque nos pequenos. Um filme que cumpre com louvor sua função blockbuster de ser. Ótimos momentos, tensão e algumas risadas garantidas. Para ser visto na tela grande com um grupo de amigos e muita pipoca.
Geraldo S.
Geraldo S.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de junho de 2015
Filme muito bem produzido, mas nada de novo. Diversão boa, apenas.
Bruno M.
Bruno M.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de junho de 2015
Sinceramente esperava mais do filme, achei muito corrido e com muito efeito especial, parecia que eu estava vendo algum jogo para ps4 em certas cenas... esperava mais suspense, um filme que me deixa-se sem piscar na frente da tela, mas apenas me deixou feliz por poder sair de casa e comer um pipoquinha no cinema
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