Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros
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4,4
8241 notas

444 Críticas do usuário

5
203 críticas
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Alice L.
Alice L.

78 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de junho de 2015
Bom demais esse filme. Eu só me arrependo de não ter assistido em 3D
Gaby V.
Gaby V.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de junho de 2015
pq eh mt realista, e tava um frizinho muito bom ea pipoca tava otima bjs
hcesarrio
hcesarrio

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de abril de 2017
Controlar os velociraptors? Hein! Isso acabou com o meu (e de muitos) dinossauro favorito da franquia: o mais mortal, o mais esperto. A mocinha correndo em meio ao caos de salto e roupa justa foi o fim da picada. Tanto investimento para tão pouca criatividade.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 23 de junho de 2015
Ótimos efeito, mas achei que economizaram nas cenas de ação.
Valentina F.
Valentina F.

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de junho de 2015
É ótimo!Adorei mesmo o filme,mas mesmo assim,não é um que eu queira ver e rever...
Gaby R.
Gaby R.

11 seguidores 20 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de junho de 2015
AMEIIIIII O FILME

Quem realmente é fã do primeiro filme vai gostar desse tbm.
Falar que o filme não assusta? MENTIRA .

Uma hora você está dando risada de uma piadinha outra hora a bendita Indominus Rex aparece, você fica o filme todo com o coração na boca como irão matar aquele animal FODA, INTELIGENTE, MAIOR DE TODOS e surpreendi com aquele 15 minutos finais de arrepiar de fazer gritar de emoção.
O começo é parado sim mas tem um motivo para isso apresentar os novos personagem, e o legal do começo ser meio parado é que você conhece os personagens cria afeto por eles e depois pura AÇÃO.
Nós Vingadores 2 por exemplo começa já com ação e achei isso meio sem graça sab,um filme tem que começar de vagar para depois levar o publico a adrenalina total e esse filme conseguiu isso.
As referencias tbm que fazem do primeiro e segundo filme tbm são feras demias fora a atuação maravilhosa de CHRS PRATT. Sim a mocinha corre o filme todo de salto e dai? Mulher de verdade nunca desse do seu salto ok? ;) rsrs.
Trilha sonora muito louca, com aquela musica original muito TOP.
Nova geração vai amar o filme com certeza, filme para todas idades, não tem do que falar mal.
Mereceu 5 estrelas e nota 9.
Felipi V.
Felipi V.

9 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de junho de 2015
“Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros” (2015) já era um sucesso de bilheteria anunciado, mesmo que nem todo mundo esperasse que desbancasse “Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), do posto de estreia mais rentável da história, arrecadando mais de meio bilhão de dólares nos dois primeiros dias de exibição. Seu desempenho excepcional se deve mais a nostalgia, associada principalmente ao primeiro filme, do que as qualidades narrativas do longa-metragem de 2015, que ainda está muito aquém da obra de 1993. ‘Jurassic World’ está longe de ser uma produção perfeita, por ser desleixada com seu roteiro, diálogos, atuações e por consequência na sua construção de personagens, mas não deixa de ser uma deslumbrante diversão, que se apoia em seus efeitos especiais e no apelo que os dinossauros têm no nosso imaginário.
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Mais de vinte anos após a construção do parque, a narrativa acompanha o personagem Owen Grady (interpretado por Chris Pratt), um adestrador de dinossauros que trabalha com Velociraptors. Paralelamente uma das administradoras do parque, Claire (Bryce Dallas Howard), está preparando uma nova atração para manter as visitações, que consiste num novo réptil geneticamente modificado, além de ter que lidar com a visita de dois sobrinhos que estão sob seus cuidados. Os caminhos dos dois personagens, que descobrirmos já se conhecerem, voltam a se cruzar, quando ela precisa de uma opinião sobre o comportamento do animal e tem de recorrer a Grady. A tensão e os perigos começam, quando ambos descobrem que o animal despareceu misteriosamente de sua jaula, colocando a vida dos visitantes e o futuro do empreendimento em risco.
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Construído num formato que continua a trilogia original e ao mesmo tempo a homenageia, se utilizando de alguns conceitos e reencenações do primeiro, ele é efetivo em agradar os fãs da franquia, que não se importam com os descuidos de sua produção. Os efeitos especiais são muito competentes e refletem um esmero em sua direção de arte, mas não são tão “tácteis” quanto os de “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros” (1993), que mesclava animatrônicos e efeitos gráficos, dando vida ao livro de Michael Crichton. Ainda assim é totalmente possível assistir ao filme e apreciá-lo, acreditando na realidade deste universo, no qual conseguimos imergir em um mundo repleto de bichos pré-históricos gigantescos.
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A fotografia nos transporta por um “tour” esfuziante pelo “zoológico reptiliano”, que agora está aberto à visitação do público, de forma bastante convincente. A trilha sonora, que reutiliza os famosos acordes de John Williams, agora numa releitura de Michael Giacchino, também é efetiva em nos transmitir muitas das sensações que tivemos na primeira vez que entramos em contato com este universo. O maior mérito são os efeitos visuais que melhoram o que foi utilizado nos filmes anteriores, os atualizam para uma nova geração, mas que sozinhos não geram uma obra-prima do cinema. Apesar de deslumbrantes, as imagens que se projetam na tela, soam artificiais para expectadores mais exigentes, por falta de coesão no restante dos aspectos técnicos da produção.
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No geral, a direção de Colin Trevorrow se limita a reconstituir cenas e conceitos que remetem diretamente ao primeiro longa-metragem, assim como cenários e utensílios originais que são revisitados, introduzindo poucas novidades relevantes. Temos as crianças em perigo que têm apenas um vidro para separá-las de serem devoradas, as visitas aos laboratórios onde os “dinos” foram recriados, o carro que passeia em meio às atrações. Também a tensão romântica entre o casal principal, assim como um vilão que acaba fazendo com que o parque deixe de ser uma diversão, para se transformar em um safari da morte.
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Evidente que num filme sobre dinossauros, eles devem ser a atração principal, pois é o fascínio que exercem sobre nós, que enchem os cinemas. Mesmo que os personagens humanos sejam interpretados por bons atores, eles sempre serão coadjuvantes nesta franquia e é assim mesmo que deve ser. No entanto, para construir uma narrativa envolvente, não é necessário manter os bichos em tela por todo o tempo, pois o próprio longa-metragem de 1993 não mostrava os animais em cena, por mais do que vinte minutos no total. A sugestão de que eles estavam ao redor, aparecendo em momentos pontuais, era o que construía o suspense que nos deslumbrava ao assisti-lo.
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Mas o fato de o elenco não ser o foco mais importante, não significa que o roteiro tem que criar diálogos e subtramas que não acrescentam nada a história e ainda ridicularizam a participação humana. Algumas cenas são construídas de forma pouco verossímeis, com atuações de alguns coadjuvantes que interpretam seus personagens de maneira desnecessariamente estereotipada, muitas vezes bagunçando o tom do filme. A motivação e desenvolvimento do vilão é totalmente dispensável e a representação da figura feminina principal é no mínimo pouco desenvolvida. Isto dificulta a utilização de nossa “suspensão da descrença”, para aceitar algumas cenas pouco críveis, como a que Claire consegue fugir de um predador correndo de salto alto.
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Claro que se você procurar nas entrelinhas da narrativa, até perceberá uma discussão metalinguística com a justificativa comercial que envolve a criação do longa-metragem. Assim como os espectadores que querem assistir mais filmes com dinossauros no cinema, o público fictício que frequenta o parque quer ver animais maiores, com mais dentes e mais assustadores. E essa ânsia grandiloquente, que quer tudo sempre “com mais e maior”, não se importando com a qualidade, faz com que os administradores do parque (ou os produtores do filme) criem um “monstro”, que pode sair do controle, ao mesmo tempo transferindo a responsabilidade de qualquer erro, para os consumidores.
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O sucesso financeiro da produção assinada por Steven Spielberg não a legitima como um novo marco do cinema, que ofereça mais do que o êxito mercadológico. Em ‘O Mundo dos Dinossauros’, assim como nos criticados, “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e “Jurassic Park III” (2001) os efeitos especiais são os únicos atrativos que os longas têm a oferecer, ainda que o de 2015 tenha evoluído bastante na aplicação da tecnologia. Claro que isso por si só já compensa o desembolso do ingresso, mas não deixa de ser um desperdício da chance de se construir uma narrativa verdadeiramente memorável para história da sétima arte, como ocorreu no início dos anos 90.
Gustavo M.
Gustavo M.

14 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de junho de 2015
Filme muito bom, me surpreendeu um filme para toda família.
Caio S.
Caio S.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de junho de 2015
Cara pensa num filme louco! curti demais! Ainda mais que a Ana me agarrou umas par de vez! Kiki! Muito bom recomendo!
Sabrina B.
Sabrina B.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de junho de 2015
Muito bom o filme amei!!!simplesmente otimo amei a açao os atores atuaram muito bem
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