Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros
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4,4
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444 Críticas do usuário

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Hnriq
Hnriq

41 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de junho de 2015
Eu cresci vendo Jurassic Park, toda a trilogia, é verdade, mas o clássico original foi o único presente em toda minha vida até aqui, um de meus filmes/livros favoritos, além de ser um dos responsáveis por minha paixão a 7ª arte. Dito isso, não pude conter minha ansiedade a apreensão. Eu não queria apenas um filme melhor que o 2º e 3º, eu queria um filme realmente bom(não mais que o insuperável 1º), queria me divertir, porém, com conteúdo. 2 horas após a projeção, digo que é, sim, divertido e deveras emocionante pra fãs do original, mas também digo que, infelizmente, ele sofre com essa megalomania que tem estado tão presente em blockbusters Hollywoodianos ultimamente.

O início é lindo e empolgante, impossível não se emocionar com a trilha sonora de John Williams enquanto vemos o parque se abrindo, o sonho de John Hammond realizado. O desenvolvimento da trama é rápido, logo somos apresentados a todos os personagens relevantes, além da vilã que vai mover o longa, indominus Rex. As referências não param por aí, aparecem como dinossauros holográficos, prédios do original, personagens, carros, camisas e até em certos enquadramentos, tudo de forma orgânica, sem prejudicar a fluidez de Jurassic World.

Apesar de todos quererem ver dinossauros, personagens humanos bem desenvolvidos seriam algo necessário para segurar os 124 minutos de projeção, e felizmente, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard se saem eficientes, mais por sua carisma e competência do que devido as virtudes do roteiro.. Pratt se confirma como um dos mais promissores atores da atualidade, equilibrando muito bem cenas cômicas com outras de intensidade dramática surpreendente, já Bryce consegue ir nos conquistado conforme os minutos passam, devido a uma redenção bem Spielbergiana(o diretor, aliás, tem vários “dedos” no projeto). Porém, o mesmo não pode ser dito do restante do elenco, são apenas caricaturas, como o vilão militar de Vincent D’Onofrio e as crianças em perigo(lembra algo do original?!) com uma traminha muito clichê, tornando muito difícil alguma identificação com os mesmos.

E os dinossauros? A duvidosa ideia de criar um vilão híbrido é acertada, muito pelo design intimidante e original, porém não artificial da indominus Rex, já as outras criaturas são meros coadjuvantes(não sei vocês, mas eu queria ter me maravilhado mais ao ver seres pré-históricos), com exceção, talvez, dos raptores, de longe os mais interessantes da história. O CGI está competente, mas óbvio, e o efeito prático do original continua magnânimo(mais de 20 anos depois, e vale lembrar a notória diferença do Apatossauro, único animatrônico de World...), nada vai superar os raptores e o T-Rex criados pelo gênio Stan Winston, que eram simples, entretanto, mais sinistros e orgânicos.

O maior problema da obra, porém, reside no roteiro, que muitas vezes se perde em sua megalomania, subestimando o público, flertando com o clichê e empurrando mais e mais cenas de ação na tela, como se fosse tudo que desejássemos. Um erro estranho, levando em consideração que o original investe muito mais na tensão e mistério para cativar e envolver a platéia.

No geral, Jurassic World é isso, um filme de ação, mas ver os dinossauros e o parque aberto, além da trilha de Williams, fazem valer o ingresso, principalmente pra quem, como eu, assistiu o de 93 tantas vezes. É uma boa película, mas enquanto a memória da fita de Spielberg estiver presente em nossas vidas, qualquer história de dinossauros contada no cinema, virá com pressão e expectativa enorme, e será preciso muito esmero para atendê-las.
daniloalegre
daniloalegre

23 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de junho de 2015
Muito bom! A história ficou envolvente, uma boa continuação.
RASEC
RASEC

20 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de outubro de 2015
Nao sou fã da franquia ,,,mas assisti esse e gostei ,assistirei o proximo não por imposição mas sim por querer .
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2025
Jurassic World: o mundo dos dinossauros é o novo e Jurassic park é o velho. A franquia foi retomada com a direção de Colin Trevorrow que também participou do roteiro ao lado de Rick Jaffa, Amanda Silver e Derek filme recebeu 3 indicações ao oscar de 2016 e venceu todas: melhor edição de som, melhor som e melhor efeitos visuais. No filme, o parque está novamente aberto, agora com o nome de Jurassic World. Porém, com os avanços da genética, estão sendo capazes de criar novas espécies de animais, entre elas um terrível predador que acaba fugindo de sua cela. Nisso, Claire (Bryce Dallas Howard) umas das responsáveis pelo novo parque, precisa elaborar plano para deter, mas em meio disso recebe a visita de seus 2 sobrinhos que não vê há anos. Claire conta com a ajuda de Owen (Chris Pratt), um domador de velociraptors. A nova franquia apenas se liga ao primeiro filme do jurassic park, desprezando por completo o 2 e 3 filme. Podemos dizer que aqui temos mais dinossauros, melhores efeitos, mas um roteiro que peca bastante ao tentar entregar reviravoltas sem justificativas. O ponto alto do filme é nos entregar a relação entre a criatura com o ser humano (isso visto com a relação entre Owen com os dinossauros que recebem adestramento). Claire é uma personagem importante, pois subverte várias ações do gênero da franquia, mas seus 2 sobrinhos são personagens descartáveis (o uso de crianças na franquia vem sendo um fisco, com exceção do 3 filme). Jurassic World sai do papel depois de 14 anos do último filme e empolgou, foi um sucesso de bilheterias. A nostalgia ajudou.
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de junho de 2015
“Jurassic Park” já é um clássico da cultura pop. Em 1993, Steven Spielberg nos presenteou com incríveis efeitos especiais, e deu vida aos terríveis monstros da era Mesozoica. Era algo inédito. Ver algo tão real nos deixou boquiabertos, assim como o casal Alan e Ellie ao verem o brontossauro pela primeira vez. Tamanha revolução resultou no título de maior bilheteria da história do cinema, arrecadando mais de 1 bilhão de dólares e permanecendo no topo até 1997, quando foi superado por “Titanic” de James Cameron.

De lá para cá, muita coisa mudou. A tecnologia avançou, e com ela, os efeitos especiais e a “Computer-generated imagery” (GGI) evoluíram também. A comoção gerada em 1993 não foi mais reproduzida nem teve o mesmo impacto nos outros filmes, como em “O Mundo Perdido” de 1997 e em “Jurassic Park III” de 2001.

Apesar de nenhum dos dois filmes subsequentes ao clássico serem considerados um fracasso, a crítica foi controversa. E desde então, os dinossauros foram extintos (de novo).

Neste ano, Colin Treverrow, um diretor com o currículo escasso, foi escalado para trazer de volta a franquia. Apesar de ter como produtor executivo o próprio Steven Spielberg, “Jurassic World” ainda gerava dúvidas. Pelo menos até o dia 11 de junho, quando o cinema recebeu um dos melhores filmes do ano.
“Jurrassic World” é uma lição de como homenagear uma franquia, como respeitar uma saga, e como despertar no público aquela sensação de nostalgia, nos fazendo recordar e embarcar em lembranças já do longínquo ano de 1993.

Vinte e dois anos se passaram, e isso é retratado em tela. Vemos um paralelo do nosso mundo com o mundo deles, a tecnologia evoluiu lá também (e muito), e tudo que era espetacular há 22 anos, hoje em dia é normal, supérfluo, e efêmero. Vivemos em busca de algo novo todo o dia, novas experiências, novas sensações, novas aventuras, mas nunca estamos satisfeitos, e o que nos saciava ontem, hoje não serve nem como aperitivo. Estou falando do roteiro, mas não parece a nossa realidade? Esta discussão está lá, e serve como plot e explicação de vários acontecimentos importantes ao longo do filme.

Vale a pena falar que esse filme resgatou a sensação de terror, da perseguição e da necessidade de fugir de uma besta indomável. Esse era o espírito do Jurassic Park e que somente foi contemplado nessa sequência. Claro que o filme não é só terror, há comédia, ação, um pouco de romance, tudo isso numa perfeita harmonia, e em dose certa.

Mas um bom filme de aventura necessita de um bom ator. Chris Pratt foi escalado para ser o protagonista, e após o grande sucesso de “Guardiões da Galáxia”, a escolha parecia acertada. Antes da estreia, cogitava que esse papel poderia servir de teste final para Pratt, esse filme poderia definir a sua carreira. Hoje, passado o filme, queria realmente pedir a Disney que façam o remake de “Indiana Jones”, porque já achamos o novo Dr. Henry Jones, Jr. Chris Pratt interpreta Owen Grady, um ex-militar que estuda os Velociraptors. Mesclando humor, e ação, Pratt carrega muito bem o papel, sabendo alternar ainda em momentos dramáticos, com uma boa interpretação, nos fazendo sentir o que realmente está acontecendo. Chris Pratt, mais uma vez sai em alta, e espero que o seu trabalho seja recompensado com mais filmes, e é claro com o papel do Indiana Jones, fica a dica Disney.

Os outros personagens são bons, alguns menos desenvolvidos que outros, com menos tempo em tela, que acabam se tornando um pouco irrelevantes. Porém, aqueles ligados com o protagonista têm um bom desenvolvimento, aumentando a sua importância e com isso criando vínculo com o público. E esse vínculo é um elemento principal num filme de terror/ação onde a qualquer momento, qualquer personagem pode ser devorado, o que nos faz temer pela vida desses indivíduos.

Uma dessas personagens é Clarie Dearing interpretada por Bryce Dallas Howard, a chefe de operações do parque, responsável por ajudar a criar o novo Dinossauro que trará mais clientes (e dinheiro) ao parque, o Indominus Rex. Incialmente uma “workaholic”, praticamente uma robô seguindo fielmente suas diretrizes, que evolui com o tempo, numa alusão a importância que se deve dar aos laços familiares e a conservação deles.

Como sempre, no Parque dos Dinossauros não pode faltar os irmãos em apuros. Isso cabe aos jovens irmãos Zack (irmão mais velho) e Gray Mitchell (irmão mais novo), interpretados por Nick Robinson e Ty Simpkins respectivamente. Sobrinhos de Clarie, servem para a discussão dos laços familiares e para mais uma metáfora em relação a nossa digitalização, a nossa constante perda da realidade, e das relações que ela proporciona. Uma boa analogia, pontual em alguns momentos, constante em outros, mas que desperta o interesse por essa discussão.

Temos ainda Vicent D’Onofrio, em alta também, conhecido por ter interpretado o “alien barata” em MIB de 1997, e mais recentemente, o psicopata Wilson Fisk, o Rei do Crime, em “Demolidor”, da Netflix. Personagem que faz uma ponte a futuros filmes a serem lançados, implantando ideias no mínimo intrigantes acerca do uso das criaturas pré-históricas.

Por fim, temos Irrfan Khan, ator do cinema indiano, talvez não tão conhecido, mas já protagonizou excelentes filmes como “The Lunchbox”, “A vida de Pi”, “O Espetacular Homem-Aranha” (não tão excelente assim). Interpreta Simon Masrani, novo proprietário do parque, que tenta prosseguir com o sonho de John Hammond.

Vale a pena ressaltar que o Dr. Henry Wu, interpretado por B. D. Wong, reprisa seu papel de 1993, como o cientista responsável pela “desextinção” dos dinossauros.

Como não poderia faltar, ainda precisa-se de um elemento primordial: a trilha sonora. Por um momento, durante o filme, eu tinha esquecido dessa trilha, tão icônica, e que fez parte da minha infância, durante muito tempo, já que eu tinha gravado em VHS o “Jurassic Park” e via quase que constantemente. Não lembrava nem que ela existia. Mas quando os irmãos começam a sua viagem em direção a ilha Nublar, o saudosismo e a nostalgia começa. A famosa música de John Williams, começa bem baixo, o suficiente para causar um arrepio, ela aumenta, começa a tomar toda a sala, fica mais alta que as vozes, se sobressai, e no momento em que o jovem irmão abre as janelas, a trilha ganha de todos e vira a protagonista enquanto a câmera sai do quarto do hotel em que os irmãos estão hospedados e explora o parque, agora finalmente aberto, em toda a sua totalidade. Incrível, fantástico, nostálgico. Seja qual for o adjetivo usado, não há um que exprima a sensação de ouvir essa música clássica, incorporada num novo tema, composta por Michael Giacchino. Isso é “Jurassic Park”.

Por fim, vemos a mãos (ou as garras) de Steven Spielberg, vemos o quanto ele está presente, o quanto os conceitos de construção de roteiro, e de personagens estão presentes na tela. Além disso, vemos diversas pequenas homenagens ao primeiro filme, vários “Easter Eggs”, chegando a revisitar lugares icônicos. É realmente uma incrível homenagem. E o final é a cereja do bolo.
Por tudo isso, pensar em dar uma nota é uma questão difícil. Então com o intuito de não ser injusto, ao filme dou nota 8,5, mas para mim, que me senti extremamente feliz, por ter sido contemplado por um “reboot” de qualidade, que respeita não só a história da saga, mas o fã, adiciono mais um ponto, fechando com nota 9,5.

Se você leu isso tudo até aqui, vá correndo ao cinema. Corra! Corra como se estivesse sendo perseguido pelo Tyranossauro Rex, pelo Indominus Rex, pelos Velociraptors, pelo Spinosaurus, enfim, por todos os monstros do passado. E vá logo garantir seu ingresso.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2015
Na essência de sua trama, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”, filme de Colin Trevorrow, faz uma reverência a todos os elementos mais fortes dos três longas originais dessa série, em especial, ao primeiro, que foi dirigido por Steven Spielberg em 1993. Tudo está ali: a entrada das pessoas, com o olhar curioso e ansioso direcionado ao Jurassic Park, na ilha Nublar; a possibilidade de entrarmos em contato, de uma maneira mais próxima, com os seres que foram pioneiros no nosso planeta; bem como a tentação do homem em transformar essa regeneração da espécie em algo potencialmente bem perigoso.

Neste sentido, é importante fazermos um adendo. Estamos em 2015, 22 anos após o lançamento do primeiro filme dessa franquia. O mundo mudou muito. Em primeiro lugar, existe o viés econômico e do lucro. Tudo é analisado e pensado por esse prisma. Em segundo lugar, existe o avanço da tecnologia, que nos permite adentrar em terrenos nunca antes imaginados. “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” tem uma trama com implicações e discussões nesses dois pontos.

Claire, personagem interpretada por Bryce Dallas Howard, representa fielmente o espírito workaholic, totalmente dedicado ao trabalho, com pouco tempo para a vida pessoal e que vive com a pressão de ter a criatividade e a iniciativa necessárias para manter o negócio que ela representa sempre à frente, em evidência. Por outro lado, o Dr. Henry Wu (BD Wong) é o cientista que também encara a pressão de estar sempre oferecendo o algo mais, que aqui, nesse universo, significa a realização de experimentos genéticos que resultem na criação de novos – e mais poderosos e temidos – espécies de dinossauros.

Por isso mesmo, chega até a ser interessante que o herói desse filme seja alguém como Owen (Chris Pratt, o novo queridinho de Hollywood), porque ele representa tudo aquilo que o mundo de hoje não valoriza. Com métodos de trabalho que poderiam ser considerados ultrapassados, ele é alguém que tem a coragem e a ousadia de pôr a mão na massa e, realmente, fazer algo. Desta maneira, não é surpresa perceber que, quando a mais nova criação do Dr. Wu se revela ser uma aberração que coloca em sérios riscos a existência, não só do Jurassic Park, como dos seus trabalhadores e seus visitantes, seja ele a voz racional e consciente a tomar as rédeas e o controle da situação.

Maior sucesso do ano, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” é um filme surpreendente. Não só por causa da boa tensão construída por Colin Trevorrow; da agradável surpresa de assistirmos a uma personagem feminina forte como Claire – e que nunca desce do salto, literalmente; e da constatação de que Chris Pratt é mesmo o próximo grande astro do cinema hollywoodiano (merecidamente, por causa do seu carisma e da sua humildade). Mas, principalmente, porque seu roteiro nos permite ver essa história por prismas inimagináveis – ainda mais se tratando de um blockbuster. Marquem minhas palavras: “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” se transformará em um case para o mundo dos negócios e da comunicação (especialmente no que diz respeito ao tema “gerenciamento de crises”).
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de abril de 2016
Esperava muito mais desse filme, não trouxe nada de novo, vale a pena assistir por ser uma grande produção, grandes efeitos especiais, muita ação e bons atores. Esqueça os clichês e divirta-se, em 3D deve ser melhor!
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de junho de 2015
BOM. Eu sempre fui fã de Jurassic Park, tinha fita VHS e camiseta do primeiro filme e tudo, assisti varias vezes a trilogia, esperei ansiosamente pelo 4º filme e demorou muito, muito tempo mesmo pra continuação.
Talvez por isso que a minha expectativa era tão grande e acabei me decepcionando com o novo filme, eu consegui ver mais erros do que acertos na produção, achei tudo muito igual aos anteriores, alguns personagem são muitos cliches e caricatos, algumas brincadeirinhas são sem graça e coisas absurdas que não poderiam acontecer numa super-produção, o 3D poderia explorar mais os dinossauros saindo da tela pra cima do espectador, mas isso não acontece.
Mas enfim , tirando todos os defeitos e se relaxando pra assistir o filme, você terá uma super aventura nos mesmos moldes dos anteriores que está agrandando muito as crianças de hoje e as crianças de ontem que cresceram assistindo os dinossauros que voltaram a vida nas mãos de Steven Spielberg, vale a pena conferir.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de junho de 2015
E não é que os dinossauros continuam dando bons filmes. Como sempre nos filmes do verão estadunidense, 45 minutos de muito falatório explicando as motivações e apresentando os personagens bons e maus. Mas o bom mesmo é o último terço do filme, onde os dinossauros mandam no filme; e como diria Vovó Filó, panela velha é que faz comida boa, e neste caso é verdade, os "velhinhos" detonam no fim do filme. Ótima diversão.
Matheus D
Matheus D

30 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de setembro de 2015
2015 é o ano em que eu mais vi franquias antigas voltarem, por mais que falte originalidade em Hollywood, não da pra negar que está sendo muito bom rever esses clássicos nos nossos dias atuais de maneiras diferentes, e agora volta a aclamada franquia de Jurassic Park. Não tem como assistir esse filme e não sentir o mesmo encanto sentido quando o primeiro Jurassic Park chegou, seja pela incrível música tema ou pelo simples fato de ver o parque dos dinossauros finalmente aberto, isso já faz a ida ao cinema valer a pena. Na verdade o parque por incrível que pareça, está começando a deixar de ser algo novo as pessoas, elas já não aguentam mais dinossauros, uma crítica a nossa sociedade que não se surpreende tão fácil, e como chamar a atenção deles de volta, claro crie algo maior e mais assustador. Porém é justamente essa invenção que acaba fugindo e aí o caos está feito. Daí terão vários personagens, cada um com sua própria trama que logo vão se encontrar, é aquela mesma velha história, porém o que importa é se os personagens são ou não divertidos, e isso acontece na maioria deles. O Chris Pratt que é uma espécie de domador de alguns dinossauros, ele é muito carismático provando mais uma vez o talento dele como o ator muito bom que ele é. A Bryce Dallas Howard também esta bem afinal ela também é uma boa atriz, confesso que nunca vi alguém correr tanto em muitos lugares de salto alto, chega a ser surpreendente. Os dois são os únicos que se destacam, não porque os outros presentes são ruins, mais porque nenhum deles parece real, são muito estereotipados, muito semelhantes a tantos outros personagens do cinema, que meio que você torce por eles, mais só segue mesmo o Chris Pratt e a Bryce Dallas Howard. Inclusive a um personagem em especial interpretado pelo Vincent D’Onofrio que me incomodou bastante, ele é muito caricato, nenhum ser humano de verdade faria o que ele fez nesse filme. Mais isso não rebaixa o filme não, pois o produto final entregue é bem mais satisfatório do que incomodador. A junção de suspense e aventura é perfeita, o ritmo nunca cansa, você esta sempre lá acompanhando o filme sem nunca pensar no tempo que falta pra acabar o filme. A direção pode não ser do Steven Spielberg, porém o Colin Trevorrow que substitui ele aqui, se esforçou pra criar o melhor Spielberg possível, e ainda homenagear seu longa original, há momentos em que o filme parece até um filme homenagem.Tecnicamente não há o que falar, a produção deste filme é inquestionável. Quase o filme inteiro é feito por CGI, porém o CGI é perfeito, imperceptível até, é lindo mesmo, tanto durante as exibições do parque, quanto nas cenas de ação que são muito bem executadas, especialmente no final onde ocorre uma batalha colossal que empolga qualquer um. Há pouco uso de efeitos práticos, mais eles estão lá pra cobrir o excesso de CGI e a junção funciona, e quanto ao uso do 3D ele é bom, vale a pena, mais não é necessário. Pode não ter a magia do primeiro filme, e nem ser uma obra-prima, mais dizer que Jurassic World será esquecido, aí já não concordo. Este filme é melhor que o segundo e terceiro longa da série, inferior ao original mais não necessariamente menos divertido. Não só fico feliz pelo retorno dessa franquia como também é também, de novo, um sinal que Hollywood está sabendo trazer coisas do passado de volta, e fazem a gente se divertir, com ou sem crítica a crise dela.
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